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Estamos a poucos dias de fazer um ano desde que o fogo ‘comeu’ quase a totalidade do Pinhal do Rei, “como gostamos de chamar”. É provável que não consigamos recordar dia mais negro na história do concelho. Já muito se escreveu, muito se irá escrever. Pouco se se fez e pouco se faz. Para ‘celebrar’ o dia, a câmara, ou o PS, agendaram para o dia 13 algumas iniciativas. Já escrevemos sobre isso e continuamos a achar que trazer pessoas para falar sobre algo que poderão ter potenciado é, no mínimo, falta de gosto. Mas nem só a câmara / PS pensaram em organizar alguma coisa para lembrar o dia. Também o PCP decidiu que, nesse mesmo dia, em horas que coincidem, deve lembrar a tragédia. Decidiu fazer a ‘comemoração’ com os mesmos de sempre. Quando precisam de alguém para ‘botar faladura’ são os mesmos de sempre. Um deputado do parlamento europeu, um da assembleia, um ‘manda chuva’ do comité central e a Etelvina. Sob o tema “um ano após a catástrofe, Pinhal de Leiria, que futuro” teremos quatro pessoas a falar sobre algo de que nada percebem, pinhal, árvores ou florestas e a falar e a dizer uma série de lugares comuns que a ninguém interessam. Puro aproveitamento politico. Neste caso, é extensível às duas forças politicas que, durante o ano estiveram caladas face à inercia do Governo, mas aparecem agora para tentar mostrar que nunca se esqueceram do assunto. Se de um lado vamos ter as ‘celebrações’ do PS, cheias de pessoas pouco apelativas e com ar de culpadas, do outro iremos ter o PCP com pessoas que pouco ou nada sabem dizer sobre o futuro. As duas forças politicas mais representativas do concelho optaram por ‘celebrar’ o dia da catástrofe distantes uma da outra – quando se deveriam unir -, como se o problema que existiu não fosse comum a todos. Pior que isso é trazerem para falar sobre o tema pessoas que não são parte da resolução do problema e que pouco ou nada podem acrescentar ao que já se sabe. Se do lado do PS (custeado pela câmara) se vai dar palco aos que deveriam ter vergonha na cara e em aqui por os pés, do lado do PCP vai-se dar palco meramente político, já que nenhum dos oradores percebe o que quer que seja sobre árvores (tirando o poderem ter apanhado caruma). Os dois paridos mostram ser apenas parte do problema e não tanto da solução.


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3 Comentários

  1. Enquanto isso, o Curioso vai “celebrando” com a presença de uns e omite a ausência dos outros. Dos tais que por exclusão de partes devem ser a solução.

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