CMMG

A câmara ficou em primeiro na lista das autarquias com eficiência financeira. Se fosse um concelho com todas as infraestruturas necessárias já feitas, sem dúvida que seria uma boa notícia. Não é o caso. A câmara consegue o prêmio de eficiência, mas está muito longe de obter um de eficácia. Não admira que não seja uma autarquia não endividada e com 17 milhões no banco. Nada tem sido feito nos últimos anos. Têm sido seguida a política do amealhar e não tanto o de fazer o que necessita ser feito. Não temos mercado, piscina, polidesportivo, saneamento completo ou segurança de que um dia destes não fiquemos todos sem água. Mas temos eficiência e quão bom é termos dinheiro a ganhar mofo no banco. O mais interessante é ver-sr que nem mesmo com muito dinheiro conseguem gerir bem! Imagine-se como seria se andassem a contar os cêntimos como muitas outras câmaras que não têm os cofres cheios, mas os seus munícipes não têm que sair do concelho para ter acesso a tudo o que um concelho deve ter. Quando se celebra a aficiencia e não a eficácia estamos mal.


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8 Comentários

  1. Mesmo teoricamente, as diferenças apresentadas entre eficiência e eficácia deixam bastante a desejar.

  2. os cães ladram mas a caravana vai avançando
    o deita abaixo está a ficar desiludido, enfim

  3. É certo que se pode ter eficiência e não se ser eficaz, mas só há eficácia se houver eficiência. Por isso, haver eficiência já é meio caminho andado.

    • Caro Anónimo. O problema é que andamos há anos apenas com meio caminho feito e a nós, munícipes, pouco importam os prêmios ou galardões se o resto do caminho fica por fazer.

      • Caro Anónimo. Não. Há anos que não tem havido outra preocupação senão amealhar. Há, pelo menos, 9 anos que estamos apenas a ter preocupação com o saldo bancário. Não cremos que acredite que o saldo de caixa é resultado deste mandato!

  4. Há dinheiro, há projectos, há eficiência. Os resultados estão ao alcance desta legislatura. É claro que se a oposição quiser nada será feito. Com o terminal rodoviário o que vimos foi a discussão de minudencias. Desde o problema das folhas no espelho d’agua, passando pela altura do mesmo ou das bombas de água para recirculação, se tem mais ou menos 10 lugares de estacionamento.
    Quando se estaria a espera de uma discussão política, o que tivemos foi uma manifestação de arrogância técnica.

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