CMMGOP

Está em votação o orçamento participativo do concelho e está também em votação o nacional. As diferenças são grandes. Desde logo o valor que é muito diferente, mas também o tipo de propostas que são levadas a votação. O OP nacional aceita todo o tipo de propostas que se traduzem em investimento enquanto que aqui apenas são aceites as propostas que visam substituir aquilo que a câmara deveria fazer de modo próprio. Mantém-se a desvirtuação do OP. Mas tudo isto já se sabe há muito. Na última reunião a Cidália veio com uma novidade! Estiveram para não fazer o OP este ano para que o regulamento pudesse ser ajustado a ser mais englobante, ou seja, para que passe a ser um verdadeiro OP. Decidiram avançar na mesma sem fazer a alteração porque não conseguiram rever o regulamento. E aqui coloca-se a questão! Com tantos técnicos, tanta gente que trabalha na câmara não conseguiram apresentar uma simples proposta de alteração do regulamento para que passasse a ser uma coisa melhor? Que andam lá a fazer tantos técnicos que não têm tempo para cobras as dívidas, já que muitas já não podem ser cobradas por terem prescrito; não têm tempo para alterar um simples regulamento do OP; mantêm pendentes assuntos como seja a revisão a regulamentos que há anos se fala que estão a ser feitos; não têm tempo, ou não querem, instruir os processos que vão a reunião de câmara com os respectivos pareceres… Afinal para que existe uma divisão que parece não conseguir dar resposta às mais elementares necessidades do concelho? E a Cidália, em vez de se impor, preferiu repetir o erro mais um ano em vez de exigir que o que devia ter sido feito o fosse atempadamente! Por ali o que há para fazer é para se ir fazendo. Não admira que quando há alguma coisa que sai bem feita quase deitem foguetes, de tão habituados que estão a pouco sair bem e quando é necessário.


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10 Comentários

  1. O OP tal como está regulado é uma forma hábil de enganar as populações com menos habitantes. É bom que o povo abra os olhos. A vantagem está sempre no maior número de votos, eu exemplifico: Uma proposta feita para investimento na Marinha Grande e outra idêntica na Moita, a da Moita é esmagada pela desproporcionalidade do número dos votos possíveis que cada freguesia tem. Mesmo que à partida seja mais prioritário o investimento na Moita. Perceberam senhores autarcas ou querem um desenho? Como fazer!? Ora é fácil, dividir o valor total a investir pelas três freguesias na razão da proporcionalidade, garantindo assim uma obra em cada uma, em que as candidaturas e as votações serão feitas pelos interessados residentes em cada uma das freguesias. Um ex autarca da Moita.

  2. Para quem assiste e participa tal como eu ao longo de todos os anos nas Assembleias Participativas que todas as propostas que passam pelo crivo da Comissão Técnica, foram sempre propostas de execução de obras de TOTAL responsabilidade da Autarquia. Apresentei na primeira Assembleia realizada na Freguesia da Moita a minha proposta, logo ali e antevendo a decisão da Comissão dado que era uma proposta diferente de qualquer outra, logo ali manifestei a minha discordância da Comissão ser composta só por Senhoras, foi-me explicada a razão.. Num universo de dezassete propostas, serem aprovadas para votação somente quatro….É algo que me deixou mais elucidado sobre o Orçamento Participativo da Marinha Grande …

  3. Oh curioso, algumas considerações são só de encher chouriços! São os técnicos a decidir critérios balizadores de propostas? Talvez estejam feitos e não sabe, certo? Deixe uma margem de manobra para o desconhecido e não cante de galo como se fosse só o mero dono da verdade! Assuma-se, meu caro e… será eleito!

    • Caro Anónimo. Pergunta bem! Há alguém que defina critérios? Dos eleitos com pelouros não nos parece que algum saiba o que anda a fazer ou tenha alguma coisa programada a não ser o próprio dia.

  4. Palhaçada!

    O OP só mostra que de facto a câmara municipal não serve para nada, podia fechar que ninguém dava por isso. Não é mais que uma agência de empregos de boys e girls dos Partidos. E
    ponto FINAL. Basta ver um a um, a sua proximidade partidária…

  5. Mais um post do Senhor Padre (ex) e da sua sede de vingança.
    Oh homem, se a divisão não responde aquilo que você deseja nem dá cobertura aos seus desvarios, acabe com ela, afinal a reorganização está aprovada!!!

  6. “Amigo” curioso os técnicos da câmara andaram com certeza a fazer alguma coisa… provavelmente a tapar os buracos que constantemente aqui são abertos por si…. deixem e deixem trabalhar quem tem a obrigação de o fazer. Apresente propostas… e boas propostas…. deixe-se e deixem-se de constantemente colocar “areia” para dificultar….. reduzam-se ao lugar que têm…. e nas próximas eleições candidatem-se, lutem pelo melhor para o concelho e no final todos os marinhenses escolheram em quem acreditam e em quem confiam….
    Mais uma vez…

    • Caro Armando. Óbvio que deixamos trabalhar. O problema é que mesmo deixando trabalhar, as coisas teimam em não aparecer. Refere que andam “provavelmente a tapar os buracos que constantemente aqui são abertos por si”. Significa isso que, ao contrário do que já antes afirmou, sempre temos razão no que escrevemos! Gostava que ficássemos caladinhos a ver a procissão passar, não era? Era muito melhor para alguns que algumas coisas não fossem faladas, disso não temos dúvidas. Mas não! Vamos continuar a lutar por um concelho melhor e como não temos intenção de concorrer a nada, temos que ir chamando a atenção daqueles que se disseram capazes de gerir o concelho do que está mal feito ou por fazer. Repare, se de cada vez que apontamos algo mal houvesse reparação ou correcção, estaríamos todos bem. Infelizmente quem manda não ouve os munícipes. Quanto a apresentarmos propostas. Caro Armando, de cada vez que apontamos o dedo a algo, está implícita a proposta. Basta fazer o que está por fazer ou reparar o que precisa de ser reparado.

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