CMMG

“Creio que os problemas existentes na nossa terra (Marinha Grande) são tão gritantes que há os pequenos de que já ninguém fala. Um dia destes um amigo que por aqui passava ligou-me para bebermos um café. Achei boa ideia levá-lo a um novel empreendimento que tem dado que falar, ou seja um exemplo do que a nossa terra precisa para gradualmente recuperarmos, nem que seja só parcialmente o nosso centro histórico. Combinado o encontro, indiquei a forma de estacionar. Mas… o amigo atravessou o centro, passou o edifício da Câmara e só parou ali num conhecido café nas cruzes. Depois do telefonema lá fui beber o tal café. Estranho! Fui posteriormente dar uma volta e verifico que apesar de a Marinha Grande em volta do centro estar razoavelmente servida de estacionamentos, para quem não conhece, é difícil encontrá-los e como aconteceu ao meu amigo, vai andando. Este acontecimento recordou-me que apesar de quase todo o centro estar tomado por zonas pedonais (os peões é que pouco aparecem). Nem sempre foi assim. Tinha na memória um tempo em que ali à beira da praça Stephens e embora a praça estivesse interdita ao transito, resguardou-se uma tira de uma ou duas dezenas de estacionamentos (penso que limitados em tempo que no mínimo serviam para largar passageiros e procurar o melhor sitio para para estacionar. Na verdade hoje quem entra no que se pode considerar o verdadeiro centro histórico, não tem qualquer hipótese de parar, nem que seja para pedir uma informação. Deixo uma foto do espólio do amigo JM Gonçalves, que mostra uma pequena parte da tira de estacionamento de que falo. (a foto é pouco ilustrativa, mas começa ali e ia até ao edifício dos passos do Concelho onde havia dois estacionamentos privativos do executivo camarário (antes daquele pátio privado).”

Autor: R. Henriques


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3 Comentários

  1. Pior é o acesso à câmara por pessoas com mobilidade reduzida… onde podem parar o carro? E quer a Sr.ª Presidente facultar balcões de atendimento para a Conservatória!
    Vai de mal a pior. Não se entende!

    • Caro Vilas.
      Nós que andamos cá por “fora” somos capaz de observar coisas tão simples como passar pela Praça Stephens e verificar que temos uma bonita praça. Mas raramente se vê por ali um numero de pessoas razoável. Este tema já é velho mas parece que não interessa a ninguém. O tema que introduz é mais um a ter em conta.

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