CMMG

Segunda houve mais uma reunião de câmara extraordinária. Mais uma à porta fechada que se destinou a entregar a uma empresa a alimentação das crianças até Dezembro e aprovar a minuta do contrato de compra da antiga FEIS. Apesar de feito em cima do joelho, a Célia lá conseguiu que as crianças não fiquem sem comer na escola. É, no entanto, uma situação temporária já que é apenas até Dezembro, tendo que ser aberto um novo concurso para o resto do período lectivo. Cremos, tanto quanto nos conseguimos recordar, ser a primeira vez que a alimentação das crianças é entregue a uma empresa apenas por três meses. Naturalmente que quando o novo concurso tiver candidatos, os que se apresentarem deverão ser apenas aqueles que podem ter menos que fazer, o que normalmente é sinónimo de menor qualidade. O tempo o dirá. O outro assunto foi a aprovação da minuta do contrato de compra das instalações da FEIS. Pelo que a Cidália disse na última reunião ordinária, as instalações já estão sem ninguém, mas o contrato veio ainda como se estivessem ocupadas! Quem levou o processo para ser votado não se deu sequer ao trabalho de reler o contrato para que se ajustasse à realidade actual. Volta-se à questão que há dias colocámos: que andam lá a fazer tantos técnicos?! Daqui a dias as instalações deverão passar para a propriedade da câmara, mas teremos que aguardar muito até que se decidam sobre o que fazer naquele espaço já que a compra não vem associada a qualquer plano. Esperamos estar errados, mas será mais um espaço que ficará anos sem ter destino já que, pelo que dá para ler no programa do PS, não há uma linha escrita sobre esse assunto.


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6 Comentários

  1. Agora está tudo a caminho de se resolver. Está agora tudo encaminhado para o Sr. Engº Aurélio apresentar o projecto e iniciar a construção do grandioso e estruturante “outlet”, na antiga FEIS.
    Bem haja Sr. Engº Aurélio

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  2. Segundo informação de fonte acreditada, a Cidália já terá convidado um Arquiteto, para elaborar um estudo para a FEIS. A ser verdade esta informação a Cidália já definiu o que lá quer pôr. Isto grave de mais para ser verdade.

    • Talvez seja melhor não gastar mais dinheiro em estudos e avançar com a proposta inovadora, apresentada pelo vereador Aurélio. Espero que na próxima reunião do executivo ele leve esse assunto à ordem do dia para ficarmos a saber os detalhes da audaciosa proposta do “outlet”. É grave de mais não o fazer! Aguardemos.
      Bem haja

  3. Parece-nos que esta artimanha de aquisição de refeições para 3 meses, quando é necessário para um ano inteiro, após um concurso publico mal feito e que se previa o seu final, é um claro e nítido francionamento de despesas.
    A este propósito consulte-se a net e verificamos:
    “…………., Fracionamento de Despesa consiste em prática ilegal, pela qual o administrador divide a despesa e, para o mesmo objeto (mesma natureza, semelhança ou afinidade, que vierem a ser classificados na mesma atividade ou projeto contido no respectivo orçamento anual,…)
    E do Tribunal de Contas:
    “…princípio da unidade da despesa, com evidente propósito de evitar a fiscalização … subtrair a despesa ao controlo do Tribunal. …. fracionamento de despesas”.

  4. Mais outra em prejuízo dos nossos filhos.
    Não vai haver atividades de animação de apoio á família, a componente de apoio á família e animação das bibliotecas escolares. A Câmara não providenciou com tempo estas prestações de serviços.
    É para isto que a Cidália quer receber mais competências na educação?

  5. A Presidente e a Vereadora nem parece que foram professoras, nem de assuntos de educação sabem tratar. Apesar de avisadas, nunca tratam dos assuntos em tempo que permita um início de ano letivo sem sobressalto e com todos os serviços a que os nossos filhos têm direito.
    Não há desculpas para tanta incompetência

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