PCPPS

Já algumas coisas se escreveram sobre as negociações, se assim se podem chamar, entre o PS e o PCP. Já antes escrevemos que as conversas não tiveram a presença dos eleitos. Por estranho que possa parecer, as conversações fizeram lembrar o que acontecia há muitos anos em que eram as famílias quem combinava os casamentos sem que os principais intervenientes tivessem uma palavra a dizer. Aqui foi assim que funcionou. O resultado não espanta tendo em conta quem foram os negociadores. Do lado PS estiveram como negociadores o Curto, o Pedrosa e o Bruno. Do lado PCP estiveram o Zé Luís, o Filipe e a Etelvina. Poderão agora dizer ‘então e estavam à espera de outro resultado’? A resposta é simples: claro que não. Com negociadores assim era difícil, senão impossível, conseguirem chegar a bom porto. Do lado do PS apenas o Pedrosa é experimentado, mas irascível e de trato difícil. O Curto tem boa vontade e tenta ser político, mas não chega e ao Bruno falta experiência (aliás nem se entende porque motivo o PS coloca alguém sem experiência a negociar o futuro do concelho). Já do lado do PCP estavam elementos de quem nada se pode esperar. O Zé Luís cuja actividade conhecida e experiência de vida é o nada fazer; o Filipe que é apenas o ‘intelectual’ que também nada faz e a Etelvina que se tem limitado a estar com emprego no sindicato e agora subiu a negociadora! Ou seja, foram escolhidos aqueles que, porque têm todo o tempo do mundo, estavam disponíveis para se reunirem e não tanto pelas suas capacidades inatas para poderem decidir o futuro do concelho. O resultado só poderia ser este!


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4 Comentários

  1. Na minha opinião, para além de que as negociações ou propostas de ambos os lados haviam de ser pública, nem que fosse com um comunicado conjunto, as negociações deviam de ter a presença dos eleitos…mas como disse no início é só a minha opinião. F. Miguel

    • Caro Anónimo. Concordando com a sua opinião, parece-nos que será pedir demais. Sempre mantiveram tudo em segredo para que assim não lhes sejam pedidos esclarecimentos.

  2. Mau de mais. Serão mais quatro anos de inércia. Todos somos culpados e não apenas os que votaram nestes pseudopoliticos. Alguém conhece uma ideia política dos três elementos que governam a Marinha Grande? ZERO. Não há uma linha escrita a dizer o que pensam. Como é possível votar em pessoas que não demonstraram o que eram. É como nos clubes. Vota se sempre no mesmo nem que seja a maior porcaria do mundo. Os marinheirenses têm o que merecem.

  3. Não se entende a seleção das cabeças para negociar o quer que seja. Onde param os eleitos? Que fazem eles a bem da comunidade? Cabeças na areia, como sempre. Só estão sempre prontos para a ginástica escolar, as patuscadas eleitorais e cantorias no pinhal.

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