Por um

CuriosoCélia, CPCJ12 Comentários


Hoje houve reunião da CPCJ e foi feita a eleição de quem irá presidir aquele organismo aqui no concelho. Sendo um organismo que trata de assuntos relacionados com crianças desprotegidas ou em risco, pensámos que a eleição fosse mais ou menos consensual. Não foi. A Célia foi eleita por um voto! Agora restará saber se poderá exercer funções sabendo-se que quem exerce a função de presidente daqueles organismos terá que o fazer em regime de tempo inteiro. Manter-se a indicação da vereadora para a função de presidente daquele organismo, mesmo depois de tudo o que já foi dito em reunião de câmara, é, no mínimo, estranho. Seja como for, independentemente do que venha a ser a decisão nacional sobre a sua manutenção naquele lugar, parece ser claro que a CPCJ ficou dividida. Ter ganho e ser eleita por apenas um voto significa que metade dos membros daquele organismo não a acham capaz para desempenhar as funções. Naturalmente que quem perde com isso são as crianças que, não tendo a protegê-las uma comissão unida, poderão continuar em perigo.


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12 Comentário em “Por um”

    1. Curioso

      Caro Anónimo. O facto de alguém ter sido eleito faz com que todos tenhamos que fazer de cordeirinhos ou de portadores de cartão de militante? A eleição apenas lhe dá legitimidade para poder desempenhar um cargo, não significa que tenhamos que concordar com a forma de agir ou até com a forma como se a certo lugar. Isso funciona onde a democracia não existe e onde, pela eleição, depois se consegue calar todos os que têm opinião. Não se trata de bota abaixo, trata-se de factos.

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    Não ponham palavras na boca dos outros, a senhora vereadora não ganhou apenas por um voto pelo facto de metade a achar incapaz. Penso que o esteve e está ainda em dúvida é o facto da mesma dispor apenas de 12 horas semanais para exercer as funções, quando a lei exige que no nosso concelho o presidente da CPCJ esteja a tempo inteiro.

    1. Curioso

      Caro Anónimo. A capacidade para desempenho de funções afere-se também pela possibilidade de poder dispor de tempo suficiente para o cargo.

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      Se esta questão está em dúvida ela nunca se deveria ter sequer candidatado. Haja bom senso. A fome de poder deturpa o discernimento. Está Célia Cidália e afins são uma tristeza

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    Mas não existem mais pessoas no concelho?
    Que gente esta! dêem lugar a pessoas diferentes, fora do clube. Já …

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    Estes anónimos que sabem tudo deviam saber também que a vereadora antes da votação afirmou estar disponível para trabalhar em representação da câmara na comissão, mas indisponível para exercer o cargo de presidente. Aliás só uma pessoa se disponibilizou para o cargo , mas teve 0 votos

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    O Curioso não foi informado que a Vereadora manifestou a sua indisponibilidade para o cargo?!
    Devia…
    Aliás devia ver a gravação da AM e ouvir bem o que a respeito disse a Dra. Susana Rodrigues.
    De lamentar que quem tanto apregoa querer defender as Crianças seja quem mais esteja a querer colocar entraves ao normal funcionamento da CPCJ.

    1. Curioso

      Caro Anónimo. Sabíamos o que, aliás, vem apenas acentuar a gravidade do que se passa. A Cidália não devia ter indicado para o lugar quem não se mostra disponível para desempenhar lá funções. Como diz a Presidente, gasta-se tanto dinheiro em tanta coisa é porque não gastar em por lá alguém que represente a câmara e possa desempenhar as funções a tempo inteiro? Se alguém não aceita certa função não pode ser para ela nomeado, desde logo recusando a nomeação para o lugar onde essa eleição poderá ocorrer. Afinal a vereadora vai fazer o quê naquele órgão?

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    Curioso. Candidate se ao lugar . Mas atenção não tem vencimento, nem ajudas de custo nem cartão de crédito.

    1. Curioso

      Caro Anónimo. Leu alguma coisa escrita por nós que leve a concluir que quem desempenhar funções de presidente da CPCJ o deve fazer sem ser pago? Naturalmente que isso é algo que não se pode pedir a ninguém. O que nos parece é que a câmara deveria destacar alguém para essa função, pagando. É para isso que os nossos impostos servem.

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