Entrevista ao Nelson

CuriosoNelson, PS17 Comentários


Enviámos aos dois candidatos conhecidos à Presidência da concelhia do PS uma série de questões que nos parecem ser pertinentes. De um dos candidatos tivemos já resposta.

“O que levou o levou a candidatar-se à concelhia do PS da Marinha Grande?
A primeira vez que pensei nesta possibilidade foi ainda antes de começar o período de pré campanha e campanha eleitoral. Sabia que iria haver eleições para as Concelhias e sabia já que a Cidália Ferreira não tinha intenção de se candidatar. Jamais colocaria esta possibilidade se soubesse que ela, ou outro Militante de consenso geral dentro do Partido, o fizesse.
Manifestei essa intenção na altura à Cidália Ferreira, mas só após as eleições de 1 Outubro voltei a ponderar essa possibilidade, que adiei por esperar que fosse feita uma reflexão interna e coletiva sobre o processo eleitoral. Uma vez que houve uma candidatura espontânea que se antecipou a esse processo, entendi que não havia motivos para adiar a minha decisão.
Porque me candidato?
Porque tenho dado muito ao Partido Socialista na Marinha Grande e sinto que tenho muito mais para dar. A experiência de ter sido Adjunto do Gabinete dos Presidentes Álvaro Pereira e Paulo Vicente, a experiência de ter sido Coordenador do Gabinete Autárquico e ter participado ativamente na Federação Distrital dão-me um «background» que considero fundamental para um Partido Socialista mais forte e mais determinado em vencer os desafios do futuro próximo.
Todos os Militantes têm este direito: a serem candidatos aos Órgãos Concelhios, Distritais ou mesmo nacionais. A questão determinante é se temos ou não o apoio dos restantes Militantes. E eu tenho o apoio de muitos Militantes, o que me honra e responsabiliza ao mesmo tempo.
Falou com a Presidente da Câmara antes de avançar com a candidatura? Se sim, qual a receptividade que teve?
Nunca falei com a Presidente da Câmara sobre esta questão.
Porque esta é uma questão do Partido e não da Câmara.  Quem não distingue, confunde. E eu sei distinguir as duas coisas perfeitamente.
Manifestei sim, como já disse, essa intenção à Presidente da Comissão Política, ainda em 2016, e na altura a reacção foi a expetcável, considerando o momento em que ainda estávamos, a mais de um ano do ato eleitoral que apenas acontecerá em Janeiro de 2018.
Agora, apenas lhe comuniquei que iria avançar com a minha candidatura, ao mesmo tempo que o comuniquei a um conjunto aargado de militantes, antes de anunciar publicamente.
Não quero, nem devo, envolver a Cidália Ferreira nestre processo porque sei que ela está focada e apenas dedicada à Presidência da Câmara. Como deve ser. E trabalhará de igual modo com quem quer que esteja na próxima Comissão Política do Partido Socialista. É o que importa.

Existindo já uma outro candidato anunciado, não receia que a sua candidatura possa simbolizar uma divisão no seio do partido?
Porque é que será a minha candidatura a dividir o Partido, e não a uni-lo?
Eu anunciei a minha candidatura, depois de ouvir alguns dos Militantes e Simpatizantes que mais têm trabalhado pelo Partido nos ultimos 4 anos, na atual Comissão Política.  Comuniquei a minha decisão em primeira mão ao Partido. Não o fiz na comunicação social, nem me impus como «candidato indigitado» e «único», muito menos anunciei «apoios» de terceiros sem que isso correspondesse à verdade.
Por outro lado, se eu acreditasse em unanimismos, em candidatos únicos impostos (seja a partir de dentro ou de fora das estruturas) não seria militante do Partido Socialista.
Não confundamos unanimismo com Unidade.
A Democracia só é real quando se constrói a partir da diferença, da diversidade.
Quem é verdadeiramente Democrata aceita e abraça a diferença, respeitando sempre a escolha da maioria.
Terminado o ato eleitoral todos seremos PS e todos seremos poucos para construir um PS forte e coeso pela Marinha Grande, pela Vieira e pela Moita.

Sendo eleito, que ideias tem e o que quer por em prática à frente da concelhia?
1º Constituir o Secretariado Permanente da Comissão Política que deverá ser aprovado pela mesma. Será um grupo restrito de membros da CP com quem pretendo trabalhar de uma forma próxima e em permanência, preparando os dossiers mais relevantes para o Partido e o Concelho;
2º Reunir regularmente a Comissão Política para discussão das questões mais prementes e decisão das estratégias a seguir;
3º Trabalhar em articulação com os Executivos dos Órgãos Autárquicos para os quais fomos eleitos, e com os Eleitos para a Assembleia Municipal e a Assembleia de Freguesia, apoiando-os na sua ação política em defesa do Programa Eleitoral do Partido Socialista com o qual foram eleitos;
4º Estar presente e intervir nos Órgãos Distritais e Nacionais em favor da Marinha Grande;
5º Dinamizar o «Vox Pop – Dar voz aos Cidadãos da Marinha», um fórum, com sessões presenciais e online (nas redes sociais) para discussão das questões mais relevantes para o futuro do Concelho;
6º Criar uma agenda de eventos do Partido para chamar de novo os Militantes e Simpatizantes ao convívio e confraternização que sempre foram apanágio nosso, como por exemplo, a Festa das Árvores;
Não poderá existir algum conflito de interesses entre o lugar que ocupa na Câmara e o cargo para o qual se candidata?
Ao contrário do que já ouvi dizer não há estatutariamente nenhum impedimento.
Há Presidentes de Câmara que foram e são Presidentes das respetivas Concelhias (ex. Nazaré).
Há Vereadores que foram e são candidatos a Presidentes das respetivas Concelhias (ex. Leiria).
Porque haveria de haver um conflito de interesses com um Chefe de Gabinete, cuja função é de apoio pessoal à Presidente?
Se outros no passado entenderam que não o deviam fazer, respeito essa decisão. Mas eu não tenho de me seguir pelo que os outros pensam. Nunca fui de «ir com os outros» só porque sim. Se alguém algum dia pensou que me podia moldar à sua imagem e semelhança, enganou-se! Sempre pensei por mim própio.
Que não restem dúvidas: enquanto Presidente da Concelhia o meu compromisso é com o Partido Socialista (local, distrital e nacional), é com os Militantes e Simpatizantes do Partido Socialista da Marinha Grande, da Vieira e da Moita, e é com os Eleitos pelo Partido Socialista em todos os Órgãos Autárquicos do concelho.
É já público que conta com o apoio da vereadora Célia. Com que outros apoios já conta?
A Célia Guerra antes de ser Vereadora, é militante do Partido Socialista. E é com o apoio da militante Célia Guerra que eu conto, o que muito me honra por lhe reconhecer inúmeras qualidades enquanto Mulher e enquanto Política.
É também já público o apoio do Ludovic Carvalho, um jovem militante, que será parte do futuro do Partido Socialista, e de um futuro grandioso espero.
São apenas dois exemplos.
Mas na minha página de candidatura «https://www.facebook.com/JuntosSomosPS/» irão seguramente figurar outros testemunhos e depoimentos de militantes que me apoiam.
É assim que faço as coisas.
Não acho correto estar a expor publicamente nomes de terceiros sem o seu conhecimento ou consentimento prévio.
O mais importante é falar com os Militantes que entendo dever ter comigo para formar a Lista de Candidatura à Comissão Política. Um trabalho que está a decorrer normalmente.

Não entende que a sua candidatura é, ocupando o lugar que ocupa na câmara, um sinal de continuidade em relação à anterior presidência?
A minha candidatura é de mudança na continuidade.
Eu regressei à Comissão Política em 2013 por convite da Cidália Ferreira e quando o fiz disse-lhe porque o aceitava:
1. Porque era ela que me estava a convidar (porque me conhece praticamente desde que nasci);
2. Porque acreditava que com ela a CP iria ser diferente.
E assim foi.
A Cidália Ferreira tem uma capacidade de trabalho ímpar.
Mas tem uma qualidade ainda maior, aquela que lhe deu a vitória para a Câmara: a empatia com os outros, independentemente de pensarem e agirem de modo diferente daquele em que ela acredita. É uma verdadeira democrata.
É uma grande Política.  De entre as Mulheres, a maior que a Marinha Grande já alguma vez teve e tem!
É um privilégio trabalhar lado a lado com ela todos os dias.
Mesmo quando não estamos de acordo.
Por isso não vejo como dar continuidade ao seu trabalho seja mau.

Despindo-se da função que ocupa na Câmara, caso seja eleito irá pugnar para que o PS continue a governar sozinho ou entende que poderá ser útil / necessário uma coligação ou partilha de poder com uma das forças da oposição?
As regras da Democracia são claras.
Desde que todos tenhamos consciência das mesmas e as saibamos respeitar, qualquer um dos cenários é possível e nenhum é melhor ou pior que outro, dependendo da forma como cada um se posiciona no exercício das suas funções.
O Partido Socialista sempre respeitou a autonomia dos seus Eleitos nos Órgãos para os quais foram eleitos. Não há razão para ser diferente agora. O que não impede os orgãos próprios, ou qualquer militante, do partido de se pronunciarem e manifestarem o seu entedimento.
Mas se o Executivo souber, como tem sabido até agora, dialogar e abrir a governação para além do espaço do Salão Nobre, e a Oposição souber ser responsável e construtiva, não haverá problemas de governabilidade por falta de quaisquer entendimentos. Eles existirão por si mesmos na governação quotidiana.
Por vezes, a formalização no papel de um casamento é o princípio do fim para o mesmo.
Uma vez mais apenas na qualidade de candidato e como militante, como vê o facto de aqui o orçamento não estar ainda sequer a ser discutido quando em Leiria já foi aprovado?
1º A Lei, em ano eleitoral, permite que o Orçamento seja aprovado até 3 meses após a data de tomada de posse do Órgão Executivo (Câmara Municipal), no nosso caso até 24 de Janeiro;
2º Em Leiria o Presidente foi reeleito , o que quer dizer que teve maior flexibilidade e margem de manobra durante o período de gestão da Câmara Municipal, o que não aconteceu na Marinha Grande;
3º Em Leiria foram reeleitos, além do Presidente, mais 4 Vereadores que mantêm praticamente os mesmos pelouros, e há uma maioria absoluta de 8 contra 3;
4º A Marinha Grande sofreu uma catástrofe da qual ainda não temos plena consciência, muito menos das repercussões que a mesma terá nas próximas décadas para o concelho: o incêndio que destruiu 90% da Mata Nacional, 2/3 do concelho que desapareceram;
Por isso, além da necessidade da Presidente se inteirar de toda a realidade da Câmara Municipal, e de os Vereadores tomarem conhecimento das suas competências e começarem a fazer o levantamento das suas matérias próprias, houve necessidade de responder a outras prioridades.

Poderá haver quem veja esta sua candidatura como o primeiro passo para uma futura candidatura à Câmara. É assim?
Há dois princípios no Partido Socialista dos quais sempre discordei, embora respeite:
1º Presidente eleito é sempre candidato desde que o queira;
2º Presidente da Comissão Política é, pelo menos, candidato a candidato.
Não me revendo nem em um (que não se aplica sequer) nem no outro, creio que fica respondida a questão.
Mas acresce que o mandato da Comissão Política é de apenas 2 anos. E as próximas eleições são apenas em 2021, daqui a 4 anos. Logo esta é também uma questão extemporânea, fora ou antes de tempo.
Além disso, dos últimos 5 ou 6 Presidentes de Concelhia, apenas agora, a Cidália Ferreira, foi efetivamente candidata: Telmo Ferraz, Ricardo Lopes, Tereza Coelho, Augusto Miguel, foram Presidentes da Concelhia e não foram candidatos à Câmara.
O meu compromisso e a minha disponibilidade é para nos próximos 2 anos trabalhar pelo Partido, pelo seu crescimento e afirmação na Marinha Grande, restituindo-lhe a vitalidade e a dinâmica necessárias para fazer o melhor pela Marinha Grande.

Os militantes do PS não são muito interventivos salvo em período de eleições. Como pensa mudar essa realidade?
Para responder a esse tipo de questão a primeira coisa a saber fazer é indagar e perceber as razões pelas quais os Militantes se afastaram e afastam da atividade política partidária.
Eu costumo dizer que nasci e cresci à sombra do Partido Socialista da Marinha Grande. O meu pai é hoje o 3º militante mais antigo da Secção da Marinha Grande, depois do Álvaro Órfão e do Zé Manel Seringa. No tempo da minha infância a sede do Partido Socialista tinha mais vida que algumas Coletividades têm hoje em dia. Havia bailes, convívios, festas, tudo acontecia naquela sede, além dos comícios políticos. Era uma Família.
Gostava que pudéssemos ter novamente essa vida dentro do PS, essa familiaridade.
Gostava que a sede do PS fosse mais que um espaço frio de reuniões de trabalho, que fosse também uma Casa onde se pudesse promover o Convívio, a Cultura e, claro, a reflexão social e política.
E que fosse assim em cada uma das Secções, além da Marinha, também na Vieira e na Moita.
A Comissão Política é apenas um dos Órgãos da Concelhia, não podemos esquecer que existem as Secções de Residência e ainda a Mesa da Assembleia Geral. Teremos de trabalho em equipa, todos juntos, por um PS (em) GRANDE!

Com os melhores cumprimentos,

 
Nélson José Nunes Araújo
Leiria – Marinha Grande”

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17 Comentário em “Entrevista ao Nelson”

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    Bem prega Frei Tomás…
    Sempre pensei que ser-se responsáve (ou pretenso a), por uma instituição, associação, coletividade ou um partido político era mesmo assumir essa responsabilidade, nunca me passaria pela “mona” um RESPONSÁVEL ser ou responder a entrevistas de um qualquer anónimo , seja curioso, macaco ou sei lá o quê. Ou será que seja ele próprio um dos macacos curiosos ?

    1. Curioso

      Caro Anónimo. Ao outro candidato foram igualmente colocadas questões. Não percebemos qual o mal de alguém responder a questões que possamos colocar se elas puderem ajudar a esclarecer dúvidas que possam existir. Ou será que é melhor usar o Facebook onde se misturam assuntos sérios com o que cada um toma ao pequeno almoço ou se já foi à casa de banho? É para pessoas como o senhor(a) que as questões foram colocadas para que possa ficar a saber o que os candidatos pensam. É isso errado ou é mais um daqueles que na rua diz que não conhece este espaço, mas sob o anonimato vem aqui comentar?

      1. Avatar

        A mim, o que é que me interessa o que pensam os candidatos a dirigentes de um partido com o qual não me identifico.
        Deste candidato tenho interesse porque são os meus impostos que lhe pagam o ordenado no fim de cada mês e, pelo que é dito por aqui e no local de trabalho que ocupa, em vez de tratar dos meus/nossos problemas está a tratar da sua vidinha e do seu futuro.
        Percebeu?

        1. Curioso

          Caro Anónimo. Se não lhe interessa, escusa de ler. As respostas foram-nos enviadas hoje e foi hoje que as publicámos. É por ser um candidato, tal como o outro, que poderá ter algo a dizer sobre o futuro do concelho que lhes enviámos o desfio de responderem à entrevista. Felizmente nem todos fingem que não lêem o que aqui se escreve.

  2. Avatar

    Partindo do princípio que esta entrevista é fidedigna e real.. Ficámos todos a saber que a Cidália Ferreira não vai fazer parte da lista do ex padre Araújo, nem do seu grupo de apoios.. Ou estará a Cidália presidente da concelhia e não a Cidália presidente da câmara??.. Primeiro tinha falado com a Cidália antes e depois de 1Out, depois nunca tinha falado com a presidente de Câmara sobre a sua candidatura, depois já tinha falado em 2016 (!!) Que confusão… Por outro lado, militantes e simpatizantes do PS, bem como a generalidade dos marinhenses, podem ficar descansados quando alguém que, enquanto padre, ministrou casamentos anos a fio diz que “a formalização no papel de um casamento é o princípio do fim do mesmo”?!? As contradições são mais que muitas e remetem mesmo para algumas dúvidas mais profundas… Sobre o gosto (ou não) para mulheres do Nelson.. bem fiquemos por aqui.. mas dizer que a Cidália é melhor do “mundo e arredores”, é o chamado “lambecusismo” gritante… de alguém que afinal diz que a presidente da Câmara não se vai envolver nas eleiçoes para a concelhia.. Mas alguém acredita nisso? E porque nao diz o Nelson, que anda a usar o nome do JP Pedrosa nos telefonemas para os militantes da Vieira.. e que só tem levado “sopa”?

  3. Avatar

    Acho que o PS, se não tem cuidado, vai-se meter numa alhada das antigas. Esta entrevista é cheia de manhas, truques, contradições, manipulações e mentiras. Então o Nelson dá entender que o Bruno apresentou a candidatura na comunicação social, mas não explica que o Bruno apresentou a sua candidatura em reunião de militantes do PS no dia 24Nov. Nessa reunião, também estava o Nelson que, ao que sei, não abriu a boca sobre o assunto e veio apresentar a sua própria candidatura no facebook a 28Nov. Estes tiques autoritários do Nelson, ao não rever na comunicação social a liberdade para ter as suas fontes e aceder à informação livremente, dando a entender que é esta é usada por interesses, é no mínimo esquisito. Ou espelhado! Estamos a falar de alguém que ao melhor estilo “Boy”, nada mais tem sido desde que deixou o muy nobre sacerdócio. Nem podia ser de outra forma, aprendendo bem a lição com o seu padrinho Pedrosa! E é esta gente que governa o nosso concelho? Nem Deus nos vai valer..

  4. Avatar

    O Nelson é aldrabão tanto no PS como fora. Por onde passa deixa mau rasto.
    O apoio da Cidália diz bem do que ela é.

  5. Avatar

    Agora era interessante lermos o que o Bruno respondeu às questões que lhe foram colocadas. Ou será que ele não tem coragem para responder? E quais foram as questões?

  6. Avatar

    Toda a gente na Marinha sabe que o Pedrosa é o pastor da manada. Não é preciso ser do PS para saber isso. Colocou a Cidália na Câmara e agora quer por o Nelson no partido. Mas era para ser outro boy, o Ludovic (o tal grande apoiante do Nelson). Apareceu foi a tal “candidatura espontânea”, como diz o Nelson. E furou os planos do Pedrosa. Mas o Nelson mente descaradamente. DIz que apresentou a candidatura primeiro aos militantes. É mentira, pois não o fez na única reunião do partido em que o poderia ter feito. Parece que ao contrário do que fez o Bruno. O Pedrosa quer continuar a mandar nisto tudo. Mas entretanto chateou-se com muita gente: a Tereza, o Vicente, o primo Rui e muitos outros. É o que dá o mastiga e deita fora. Vamos ver se os socialistas e os marinhenses vão continuar a querer ser pastilha elástica..

  7. Vilas

    O Nelson pretende acima de tudo manter viva outras ambições politicas e de emprego!
    Juntos fazemos o PS GRANDE, mas não é já grande? Pelo menos foi o que teve mais votos!

  8. Avatar

    Não é fácil, para mim, por razões óbvias, comentar esta entrevista. No entanto, ficaria mal comigo mesmo, se não deixasse de manifestar a minha opinião, não só em relação ao conteúdo, mas principalmente à forma como ela surge, descrita pelo próprio.
    Quanto à forma, a acreditar nas palavras do próprio candidato, é estranho que já em 2016 tenha manifestado à então presidente da concelhia e vice-presidente da Câmara, o seu desejo de se candidatar, quando nessa altura nem se sabia que a Cidália viria a ser cabeça de lista e se o não fosse, teria continuado a ser líder da concelhia.
    Também não se compreende, a ser verdade o que aqui aparece escrito, que estando numa reunião geral de militantes, onde estava o novel candidato Ludovico, lançado por João Paulo Pedrosa e um outro, o Bruno, que se perfilou para esse cargo, tenha sido este o único que teve a frontalidade de, olhos nos olhos, submeter esta sua intenção à análise crítica dos militantes, mantendo o Dr. Nelson um absoluto silêncio.
    Na verdade, quem já viu como se desenrolam estas novelas nos bastidores do PS, que ainda não se livrou das tutelas de gente que o tem usado para trata da sua vidinha, destruindo a dos outros, não estranha. JPP, rapidamente passou do Ludovic ao Dr. Nelson, passando ao plano 2 face ao fracasso do lançamento do novel Ludovic, por troca do apoio à sua candidatura à distrital de Leiria, que abre a porta à sua entrada na lista às legislativas em lugar elegível.
    É a política e os seus figurantes no explendor da sua arte.
    Não sendo militante do PS, de cartão passado e cotas em dia, por opção minha, considero-me um socialista livre de amarras, mas solidário com os ideais. É nesse contexto que resolvi comentar, mesmo correndo o risco de ser mal interpretado.
    Só para acabar, apesar de estatutariamente ser possível, a ética e o carácter de um potencial candidato, aconselharia a que se desvinculasse do exercício de funções políticas na Câmara Municipal, pagas pelos nossos impostos.

  9. Avatar

    Espelho meu, espelho meu, há alguém melhor que eu?
    Há alguém mais intriguista, mais interesseiro, mais hipocrita, mais lambe botas que eu?

  10. Avatar

    Esta dos pais andarem a condicionar e a tutelar a carreira politica dos filhos nunca pensei que poderia acontecer.
    É salutar que os pais possam aconselhar os filhos a até ser fonte de inspiração. Agora vir publicamente para nalguns casos até ser para atacar os outros não passa pela cabeça de ninguém.

    Deixem-nos voar e ser eles e não a filha do Lopes, a filha do Dengucho ou o filho do Constâncio.

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