A conferência

CuriosoAurélio, MpM13 Comentários


Depois do que hoje saiu no jornal sobre a disponibilidade da Cidália em dialogar e sabendo-se como tudo tem decorrido, soubemos há pouco que foi convocada uma conferência de imprensa por parte do Aurélio. Apesar de apenas referirem que vão abordar a “situação política atual e o enquadramento dos seus eleitos nos diversos órgãos autárquicos“, é quase certo que a intenção é a de dizerem o que aconteceu neste mês que já passou desde as eleições e, acreditamos, por a nú o que tem sido a postura do PS e da Cidália neste assunto. Há um mês que se sabe quem foi eleito e quem estava na oposição. É estranho que quem apelava a consensos e que só com maioria se poderia governar, se mantenha há um mês apenas em “diálogos” no que diz respeito a uma solução governativa para o concelho. A câmara tem os cofres cheios de dinheiro e tem, como poucas, uma capacidade enorme de endividamento. Tudo conjugado, a câmara poderia / deveria fazer tudo ou quase tudo o que falta ser feito. Acreditamos que isso não vá acontecer. Por um lado porque acreditamos que irá ser seguida a mesma política de amealhar dinheiro e fazer obras apenas quando há fundos comunitários. Por outro, a Cidália mostrou no mandato anterior não ser dotada de uma capacidade de visão e de projectar o concelho no futuro. Mais logo saber-se-á o que o Aurélio tem a dizer, mas cremos não dever ir afastar-se muito da explicação que os munícipes poderão necessitar para perceber até que ponto a disponibilidade da Cidália não é apenas afirmado para que mais tarde possa dizer que governam sozinhos porque a oposição não quis fazer parte. Veremos.


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13 Comentário em “A conferência”

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    O Curioso tem a tendência de olhar numa só direcção. Isenção precisa-se.
    Aurélio Ferreia, e Alexandra Dengucho, deveriam com frontalidede e transparencia elucidadar os Marinhenses sobre o acordo assinado entre ambas as forças. Quais são os interesses dos marinhenses que em conjunto vão defender. E não apenas para as Assembleias, mas também parta o Executivo. Ninguem acredita que o acordo tornado público (e provavelmente será esse o motivo da conferencia) se fique apenas por aqueles orgãos municipais,.
    Também Cidália Ferreira, deveria divulgar que contactos e propostas fez às forças da oposição. E porque não houve acordo. Para além da vontade expressa em querer governar com todos , é necessário que explique aos Marinhense porque não foi possível criar os consensos que todos reclamaram no período eleitoral.

    1. Avatar

      A máquina do PS especialista na conspiração e na mentira está a recomeçar a funcionar.
      Aurélio todos esperamos a que desta vez lhes respondas a valer.

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        Caro anónimo, qual é a mentira?
        Também não deixa de ser sintomática a intenção e desejo implícito no seu último parágrafo. Afinal que máquina é que está a funcionar?

    2. Curioso

      Caro Anónimo. Tentamos ter uma visão periférica que nos permite ver em todos os sentidos. Não percebemos o que foi que escrevemos que possa levar à conclusão de existir falta de isenção!

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        Pois, ora aí está, o problema é mesmo essa visão periférica. Talvez uma visão objectiva fosse mais consentânea com o seu papel. Sem saber o que a outra parte fez, não se coíbe em tecer considerações sobre as suas intenções.

        1. Curioso

          Caro Anónimo. E quem lhe disse que não sabemos o que “a outra parte” fez?

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    O PS não tem qualquer vontade séria em gerar consenso. Quer governar sozinho. E depois fazer o choradinho da vitimizacao. Só não vê isto quem não quer!

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    Sou dos que pensa que no começo de 4 anos de um mandato cujos eleitos são já conhecidos é tempo de pacificar a nossa terra. Mal ou bem os eleitos são efectivamente os que o foram. Seria um erro com consequências imprevisíveis ver aqueles que mereceram o nosso voto envolverem-se em competições estéreis deixando para trás os reais interesses do município e dos munícipes . Os eleitos vão ser postos à prova e ganhadores ou perdedores vão ser julgados daqui a 4 anos. Numa altura em que ainda vivemos o trauma e a perda ocorrida nestes últimos tempos era bom lembrar que a Marinha Grande não é, nem vai ser nas próximas décadas a terra onde nascemos. Não, não foram só uns milhares de pinheiros que arderam, foram quase 2/3 do Concelho que se alterou trágicamente. Os cidadãos Marinhenses, esperam dos seus eleitos (directos ou não) bom senso. Deixem-se de protagonismos e unam-se na defesa daquilo que resta do nosso Concelho!

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