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Desde o 25 de Abril de 1974, que na Marinha Grande, por razões diversas, o PS e o PCP sempre andaram de costas voltadas. Ora por isto, ora por aquilo, sempre se foram assumindo como “inimigos” de estimação, salvo breves entendimentos, esporádicos, pontuais e minados pela desconfiança.

Agora que houve nova consulta popular, fomos dar uma breve vista de olhos pelos resultados das três últimas eleições autárquicas e constatámos que o PS e o PCP são siameses no que aos resultados eleitorais diz respeito. Quando um sobe, o outro sobe, quando um desce, o outro desce, mais ao menos, com os mesmos valores relativos.

É aqui que reside o grande trauma do PCP. Nunca consegue ultrapassar o trauma dos oitocentos votos de diferença para o PS.

Em 2009, Alberto Cascalho perde para Álvaro Pereira, por uma diferença de 835 votos. Em 2013, Vítor Pereira perde igualmente para Álvaro Pereira por uma diferença de 820 votos. Agora, em 2017, Alexandra Dengucho perde para Cidália Ferreira por uma diferença de 863 votos.

As diferenças são pequenas e até é o Vítor que obtém o melhor resultado, embora tal não tenha relevância. O que releva é que, quaisquer que sejam os candidatos que o PCP apresenta, todos perdem para o PS, pelos tais malfadados oitocentos.

Isto significa que se o PCP quiser “roubar” a Câmara ao PS, tem que trabalhar muito nos quatro anos anteriores, fazer uma oposição de qualidade e atrair novos eleitores para a sua esfera de influência.

Pensar que vão lá com corações e retoques de maquilhagem, andam bem enganados. Se assim fosse, que o diga a Madona, o João Ferreira, ganhava a Câmara de Lisboa com maioria absoluta.

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2 Comentários

  1. É mesmo isso. O PCP não pode contar conseguir ter mais votos que o PS senão mostrar ser capaz de assumir posições que levem os eleitores a acreditar neles durante o periodo de mandato. Não conta porem la A ou B ou C se não mostrarem trabalho.

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