Eleições

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Ontem durante a tarde também o MpM apresentou reclamação em relação ao que tinha acontecido no dia do sorteio o que elevou para três as reclamações apresentadas. Desta vez todos estavam certos e esse facto leva-nos a uma questão que já antes abordámos: o rigor. Parece que agora alguém está a olhar para o assunto com olhos de ver, ao contrário de quem fez o sorteio. Apesar de naquele diz terem sido suscitadas questões, a Justiça esteve cega e surda, mas acima de tudo esteve torta. Estamos num processo eleitoral em que o povo vai poder dizer o que quer para o seu futuro. O povo, aquela entidade sem rosto em nome do qual todos agem. Por um lado os políticos que irão representá-los durante quatro anos, por outro os juízes que aplicam a justiça em nome desse mesmo povo. O que se está a assistir neste processo eleitoral é tudo menos normal. Melhor dizendo, deveria ser tudo menos normal. O povo, a tal entidade em nome de quem todos agem, está a assistir à realização de actos que deveriam estar a ser verificados por uma entidade que deveria dar uma garantia de que tudo decorre sem irregularidades e sem ilegalidades. Não foi o que aconteceu e o facto de ter sido tudo anulado leva a que se ponha em causa o órgão soberano que deveria proteger o povo. Uma nódoa indelével caiu sobre estas eleições com a chancela do tribunal. Temos por obrigação acreditar que tudo é controlado, que nada passa que vá além do que a lei permite, mas pelo que agora se vê há coisas que são feitas, houve coisas que foram feitas que tiveram que ser anuladas. E o que foi anulado não foi aquilo que as candidaturas fizeram. O que foi anulado foi aquilo a que um juiz presidiu. Que segurança têm agora os eleitores, o povo, de que o que se seguirá não irá ter mais atropelos à lei? Ensinam-nos desde pequeninos que devemos acreditar na justiça, mas será que devemos? Que garantia temos de que as listas estão a ser verificadas como a lei exige (ainda que, como é óbvio, agora tenhamos que dar o beneficio da dúvida a quem parece estar a corrigir os erros antes cometidos) e de que uma pessoa vai conseguir fazer uma verificação das assinaturas que estão entregues com algumas candidaturas? O povo vai ser chamado a votar, mas será que tudo estará transparente? A nossa esperança é a de que sim, mas a dúvida será como a nódoa.

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4 Comentários

  1. Parabéns Curioso. Mais um texto com o carimbo do MpM… assim lá vai a sua imparcialidade… ah, ah, ah

    • Caro anónimo. Ajude-nos a perceber. Em que parte é que o movimento que refere tem alguma coisa a ver com o texto ou o texto a ver com o movimento?

  2. O MpM e o +C devem estar a «tremer»… se as 7.000 de um mais a 5.000 de outro foram verificadas uma a uma… podem vir a ter dissabores… porque não há como não haver ali duplicações e assinaturas de pessoas que não estão recenseadas no Concelho… quando, por exemplo, o +C até na marginal da Praia da Vieira andou a recolher assinaturas… já para não falar dos argumentos que alguns usaram para ter a assinatura do Cidadão, do género «assine aqui para a Câmara fazer melhoramentos na Terra»…!!!!

  3. Agora que tudo volta a zeros, vão ser verificadas as listas dos movimentos, pode ser que aconteça o mesmo que em Oeiras.

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