Ensino

Sabiam que o ‘cérebro’ de quase todas as greves que são feitas no ensino não é professor, melhor dizendo, foi-o durante 10 anos. Há 26 que não dá aulas. É ‘professor’, porque é isso que vem no seu recibo de vencimento, sem dar aulas. Provavelmente já nem saberá como se entra numa sala de aula. Mas é ele quem decide quando o ensino pára! É ele quem, pago por todos nós, tem sido o motor das paralisações no ensino. Vive da riqueza que os outros criam, incluindo os professores, mas tem como profissão fazer com que, de tempos a tempos, não se faça nada. Foi apenas uma curiosidade.


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3 comentários

  1. Caro Curioso
    Até parece que descobriu a pólvora . Então desconhece que há largos anos o sindicalismo (e não falo só na CGTP) se tornou numa carreira profissional. São à centenas os dirigentes sindicais que deixaram as empresas (e instituições) e passaram a exercer a tempo inteiro a actividade sindical, em grande parte (força da lei das respectivas associações) as empresas e afins continuaram a pagar-lhes o salário. Há até casos em que entraram nos sindicatos e confederações e de lá saíram professores universitários, pois tiveram tempo e disponibilidade para isso..
    Caso estranho é haver dirigentes sindicais (que teoricamente) deviam ser oriundos de empresas, mas que as mesmas já não existem há décadas.
    Um mundo complicado de entender!

  2. Correcta a informação!
    Mas pior que não dar aulas é o facto de ter um ordenado incomensuravelmente muito superior aos professores que ele defende!

    Não será isto uma forma de prostituição? Arrisco-me a dizer quem sim!

    Um presidente de câmara, ou de junta tem os mandatos limitados… e esta não tem porquê?

    Não há pachorra!

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