Lido por aí CIV

CuriosoAurélio18 Comentários


«A vida sem visão de futuro não tem sentido, é assim com os cidadãos, as famílias, as empresas, a autarquia. Por isso, quando em 2013 apresentámos o projeto do MpM, anunciámos que apresentaríamos um Plano Estratégico, com uma visão de médio prazo “envolvendo todas as linhas políticas e as forças vivas do concelho, assegurando que todas as iniciativas iniciadas nesse mandato, e cuja conclusão ultrapassa o horizonte temporal, seriam suficientemente discutidas e partilhadas por todos, para que sejam realizadas.”A vereadora Cidália mandatada pelo Sr. Presidente da Câmara e o Gabinete de Apoio à Presidência escreveram em 2 semanas uma coisa a que pomposamente chamaram “Pacto Territorial para o Desenvolvimento da Marinha Grande 2030”. Eu, e os outros vereadores eleitos sem pelouro, além de não termos sido chamados a participar, não recebemos qualquer informação e ainda agora não temos conhecimento do conteúdo do documento. Foram envolvidas várias instituições, e não está representada a AIVE (Associação dos Industriais de Vidro de Embalagem). Para quem não sabe, informo que, este setor de atividade, além de ter os três maiores empregadores do concelho, cerca de 60% produção de vidro de embalagem em Portugal, tem origem na nossa terra. Pretender reavivar um documento de 1998 para projetar para 2030, é uma irresponsabilidade, pois não reconhecer as brutais diferenças das necessidades atuais e futuras de emprego é um ato de negligência. Vivíamos nos anos 90 com elevado desemprego e com o fecho das vidreiras. Hoje, graças à capacidade empreendedora dos marinhenses, temos uma taxa de desemprego das mais baixa do pais (metade do nacional) e as cerca de 1.300 desempregadas não têm especialização para serem integradas no mercado de trabalho da nossa comunidade. Recordo que em 20 anos a realidade mudou muito e já estamos no tempo da Industria 4.0. Aquela apresentação foi um ato avulso sem que se ouvisse falar de qualquer ação ou iniciativa concreta. Não passou de uma iniciativa de propaganda, levando-me mesmo a questionar o propósito disto no fim de mandato. Será que o PTE-D 2030 existe? Se existe, quais são as ações nele incluídas? Quais os resultados esperados? Qual o impacto na qualidade de vida do nosso concelho? Foi mais uma ação prepotente e abusiva, a confirmação da falta de diálogo e desrespeito institucional, ao longo de todo o mandato. Revela o pior de uma conduta política que ignora os conceitos agregadores e de democracia, no momento em que estamos a comemorar o 25 de Abril. Esta postura não está alinhada com aquilo que conhecemos do Primeiro-Ministro.»

Autor: Aurélio Ferreira

Seguir
( 0 Seguidores )
X

Seguir

E-mail : *

Comentar com conta do Facebook

comentario(s) no Facebook

18 Comentário em “Lido por aí CIV”

  1. Avatar

    De facto não se sabe nada do tal documento, além daqueles que o elaboraram e tiveram o desplante de “cilindrar” os vereadores da oposição numa clara falta de respeito pelos eleitos e eleitores ( se repararmos bem, os vereadores da oposição representam a maioria dos munícipes).
    Não estou em nenhum partido e sinto-me à vontade para falar sobre o momento político na Marinha Grande.
    Uma vez que este artigo é do sr.Aurélio, aproveito a ocasião para lhe colocar algumas questões:

    havendo dois movimentos na nossa terra, o MpM e o + Concelho, distintos dos partidos e no mesmo lado da barricada, porque razão é que o seu movimento não se juntou ao + Concelho para formarem uma lista conjunta e muito mais possibilidades de ganharem as eleições?

    Tendo-se antecipado a todos , quis com isso demarcar-se do + Concelho relegando-o para segundo plano?

    Com os dois movimentos de “costas voltadas”, a tendência do eleitorado, que não se revê nos partidos, é abster-se, não dar crédito a nenhum deles e considerar que o interesse deles (movimentos) é semelhante ao dos partidos ( a projecção pessoal),

    Sabendo-se que o PS e o PCP terão mais ou menos os mesmos votantes , com dois vereadores para cada um, devido à fidelização nos partidos e que o PSD se coligou com a possibilidade de manter um vereador, com o MpM e o + Concelho a disputarem os outros dois, como é que pensa que vai ficar composto o executivo para a Câmara?

    Coloco-lhe estas questões porque conheço algumas pessoas dos dois lados e sei que do lado do + Concelho, a ideia de criar uma lista única dos dois movimentos era bem acolhida.

    Vou-me manter anónimo porque dou-me com os dois lados e não quero criar constrangimentos a ninguém

    1. Curioso

      Caro anónimo. Então não ouviu a explicação dada no dia da assinatura, não ouviu a leitura do documento, não viu os slides que passaram a explicar tudo o que estava a ser assinado?!?!

      1. Avatar

        Caro Curioso, não foi a si que eu questionei, foi ao sr. Aurélio. A que explicações é que se refere? Especifique.
        Coloquei questões ao sr. Aurélio e não ao Curioso. Se quer responder por ele, faça favor, mas responda mesmo, em vez de colocar outras questões.
        De qualquer modo, estou surpreendido por estar a meter a foice em seara alheia.

    2. Avatar

      Bem observado
      Mesmo assim o macaco mantêm-se fiel na defesa da sua “dama”, comprometido até à ponta da sua cauda/rabo
      Quem tem cu tem medo..

      1. Curioso

        Caro anónimo. Quantas vezes é necessário escrevermos que não defendemos dama alguma e que um texto entre aspas mais não é do que transcrição? Será dificuldade em entender ou interesse em desviar o assunto? E já agora, já leu o pacto?

  2. Avatar

    Permitam-me, com a legitimidade de ter sido o coordenador do PTE da Marinha Grande e responsável perante a Comissão Europeia por toda a sua gestão, incluindo a financeira, porque uma das condições era que as Câmaras não podiam ser parceiras, que introduza aqui alguns elementos.
    Um subjectivo, que é subscrever a crítica ao executivo do PS na Câmara, por ter mantido o PTE na gaveta durante 11 anos em que teve responsabilidade política na gestão do município e agora, supostamente durante meses, ter andado a reactivar parcerias, em segredo, não envolvendo os restantes vereadores que representam uma grossa fatia maioritária do eleitorado, para o implementar.
    Outro, mais objectivo, é usar o contraditório relativamente à argumentação do Sr. Aurélio Ferreira.
    Refere o articulista, que se trata de uma irresponsabilidade porque não se tiveram em contas “as brutais diferenças” da realidade de 1998 para os dias de hoje.
    Eu, se fosse líder de um Movimento que aspira a ser poder e sendo vereador da Autarquia, antes de tentar cilindrar esta iniciativa, teria ido ao Arquivo Municipal consultar os documentos do PTE de 1998, quanto mais não fosse para me armar de argumentos antes de produzir prosa que não se ajusta com a realidade.
    Não é verdade que o desemprego na Marinha Grande fosse enorme em 1998 e muito baixo agora. Em 1997 existiam 1347 inscritos no Centro de Emprego e em 2016 o n.º de inscritos era de 1313.
    Na verdade, no total dos PTE’s aprovados por toda a Europa, o nosso era o que tinha uma taxa de desemprego mais baixa.
    O que contribui para que o nosso PTE fosse um dos três escolhidos para fazer a apresentação oficial à imprensa, em Bruxelas, desta iniciativa comunitária que abrangeu perto de 60, foi a qualidade das nossas propostas, a eficácia das parcerias e a inovação contida nos objectivos a que nos propusemos. No fundo era a “indústria 4.0 antecipada quase 20 anos.
    De 1998 a 2005, quase tudo o que era hardware do Pacto, com significativo investimento foi realizado. A Incubadora de Empresas (OPEN), o Crisforme, agora Cencal, o Centro Empresarial, agora ligado à ciência e inovação, estão no terreno.
    O que ficou por realizar a partir de 2005 foi o software.
    Faltou implementar uma SDL, Soc. de Desenvolvimento Local, onde seria montado um GPI, Gabinete de Apoio ao Investimento, para estabelecer parcerias com o então ICEP, no sentido de ir para o terreno “vender” o Concelho como um pólo de diversificada oferta de condições para a instalação de empresas, quer pela qualidade de recursos humanos, localização, acessibilidades, tradição e vocação industrial, domínio das novas tecnologias, custos médios da mão de obra, da energia, tudo associado a uma ALE, Área de Localização Empresarial, que resultaria da ampliação da Zona Industrial para Sul, prevendo um cais ferroviário.
    A participação em Feiras, com o nome Marinha Grande, fazia parte dessa estratégia.
    Tinham sido dados passos, sob coordenação do Dr. Luís Pinto, para se criar uma empresa de Capital de Risco, para apoiar projectos de reduzido porte financeiro, mas capazes e suficientes para alavancar projectos inovadores para a criação do próprio emprego.
    Na área social e no movimento associativo, com a colaboração da Santa Casa da Misericórdia e do Dr. Luís Guerra Marques, iniciava-se a discussão do papel das colectividades no apoio de dia, aos mais idosos não acamados, Etc., Etc.
    O Curso de Fresadores, o Pense Indústria, foram dois exemplos de parcerias, envolvendo as Escolas, as Empresas e as autarquias, muito apreciadas no estrangeiro e motivos de palestras em que o Presidente Álvaro Órfão pôs a Marinha no radar dos países nossos parceiros.
    Se aqueles que, olhando para isto, só descortinam um rei nu, então está na altura de nos mostrarem as suas ideias, falo em ideias concretas, detalhadas e não em retórica e frases feitas, com 4.0, ou sem 4.0.
    Mandaria a prudência que houvesse algum resguardo nas críticas, porque os parceiros que assinaram este Pacto com a Autarquia são dignos de todo o crédito, não me parecendo prudente considerá-los tótós, porque aprovaram uma acção sem conteúdo, só para fazer um frete ao PS.

    1. Curioso

      Caro A. Constâncio. Lemos o texto que a seguir transcrevemos sobre o que foi feito em 98. Em que medida há semelhanças com o que agora foi feito?
      «Algumas iniciativas que ao longo do tempo têm sido desencadeadas na Marinha Grande, parecem dar conta de uma certa “tradição na criação e consolidação de parcerias, que visam promover o desenvolvimento social e produtivo local, o reforço da identidade e o sentimento de pertença ao território, condições fundamentais ao crescimento económico e ao emprego” (Conselho para o Desenvolvimento Económico da Marinha Grande, 1998). Assim, perante a constatação de que, em particular, as indústrias vidreiras vivem durante um certo período uma grave crise económica, alguns agentes económicos locais desenvolvem esforços no sentido de criarem formas de articulação institucional. Entre outras iniciativas, regista-se, desde 1994, que a Marinha Grande procurou ser reconhecida como um “pólo tecnológico de excelência”, objectivo que levou a Câmara Municipal e alguns empresários locais a estabelecer um quadro de acções integradas. Neste contexto, foi elaborado um estudo estratégico de desenvolvimento que foi dado a conhecer a representantes do Governo e prosseguiu-se uma série de encontros destinados a sensibilizar os organismos da tutela para a tomada de medidas conducentes ao estatuto reivindicado. No seguimento destas iniciativas, constituiu-se formalmente, em Março de 1997, o Conselho para o Desenvolvimento Económico da Marinha Grande como órgão consultivo da Câmara Municipal, do qual fazem parte um conjunto diversificado de instituições (cerca de 25) representativas: das associações empresariais; das instituições de ensino; dos parceiros sociais; do Instituto do Emprego e Formação Profissional; de representantes da sociedade civil local. Deste modo, como resposta a uma abordagem “bottom-up”, o Governo Português indica o concelho da Marinha Grande para integrar a experiência-piloto lançada por Bruxelas em toda a União Europeia através da criação dos Pactos Territoriais para o Emprego. O Pacto Territorial para o Emprego da Marinha Grande vem assim “reforçar a consistência de um movimento local já iniciado pelo município, cujo objectivo é a concretização de uma ampla parceria institucional, tendo em vista um processo conducente ao partenariado e à contratualização para a operacionalização, a curto prazo, das sinergias existentes” (Conselho para o Desenvolvimento Económico da Marinha Grande, 1998). Como consequência, daí resulta a constituição de uma ampla parceria constituída, nomeadamente: pela Comissão de Coordenação da Região Centro, responsável pelo acompanhamento técnico; pela Câmara Municipal da Marinha Grande (entidade promotora); e pelo Conselho para o Desenvolvimento Económico (onde estão reunidos representantes dos sectores público, privado e voluntário). Em termos de objectivos, visa-se, de um modo geral: elevar o patamar competitivo da economia local, prosseguindo a reestruturação do sector vidreiro e alargando a cadeia de valor associada às indústrias locais de moldes e plásticos; promover uma visão integrada para a região; melhorar a capacidade de fazer sinergias; aperfeiçoar, valorizar e racionalizar as qualificações e competências dos recursos humanos locais. Assim, foi delineada uma estratégia integrada de desenvolvimento para os anos de 1998 e 1999, assente num conjunto diversificado de acções, cujo financiamento será assegurado conjuntamente pelo Orçamento Geral do Estado Português, pelos Fundos Estruturais Comunitários do QCA II (através das suas diversas intervenções regionais e sectoriais) e ainda (dentro dos limites possíveis/viáveis) pelos orçamentos municipais e financiamentos privados. Relativamente, às medidas desenvolvidas no âmbito do Pacto Territorial para o Emprego da Marinha Grande, destaca-se: um conjunto de iniciativas desenvolvidas num período anterior ao Pacto; várias iniciativas em desenvolvimento e ainda algumas medidas a desenvolver. Estas decorrem dos objectivos estratégicos definidos pelo Pacto Territorial para o Emprego da Marinha Grande e, de um modo geral, prendem-se com a promoção da competitividade e inovação dos sectores mais dinâmicos da indústria local (visando, nomeadamente, a restruturação competitiva do sector vidreiro e o reforço do patamar competitivo do cluster moldes-plásticos) e a superação do desemprego. As várias acções desenvolvidas para dar resposta aos referidos objectivos distribuem-se pelos seguintes domínios de intervenção: consolidação de parcerias; alargamento da cadeia de valor associada às indústrias locais (moldes, plásticos e vidro) e reforço do patamar competitivo; alargamento do âmbito da especialização competitiva através da diversificação da actividade económica; garantia de coesão social/serviços de proximidade. A partir das linhas gerais anteriormente definidas no âmbito de uma estratégia de acção localmente impulsionada, visando solucionar alguns dos problemas que afectavam o concelho da Marinha Grande em matéria de emprego, somos levados a questionar os aspectos específicos do caso em análise. No fundo, trata-se de equacionar o porquê da escolha deste concelho como um dos terrenos de intervenção privilegiados pelas instâncias comunitárias e pelo próprio Governo português.»

      1. Avatar

        Não sei responder a essa pergunta, porque não conheço os documentos de suporte para consolidar as parcerias agora estabelecidas.
        A vice-presidente Cidália convidou-me para estar presente no acto formal da assinatura deste Pacto Territorial, na qualidade de coordenador do PTE de 1998, porque este agora assinado se plasma no de 1998. Deixe que lhe diga que, desde 2005, quase 12 anos passados, este foi o primeiro convite que me foi endereçado pela autarquia.
        Também foi interessante a forma como o Presidente “não eleito” Paulo Vicente, me apresentou ao sr. 1.º ministro:- “Este é o ex-vereador Armando Constâncio”. Olhei à volta e não vi mais nenhum “ex-vereador”.

    1. Avatar

      Estranho que esteja a ser irónico com um assunto que não lhe diz respeito e onde o Curioso nem sequer era mencionado.
      Dir-se-ia que o Curioso e o Aurélio estão mais próximos do que se possa pensar…Quem diria

      1. Curioso

        Caro anónimo. Todos os assuntos que tenham a ver com a terra dizem-nos respeito porque somos todos munícipes. Não adianta tentar ir pela ‘colagem’ a quem quer que seja. Perde o seu tempo.

        1. Avatar

          E você a dar-lhe. Não era um assunto da terra nem era um assunto com o Curioso.
          O principal do que escrevi foi dirigido ao Aurélio e era ele que devia responder, não o Curioso.
          Havia uma expressão na tropa que se pode enquadrar aqui: “cada um mija com a sua”.
          Percebeu ou quer que lhe faça um desenho?

  3. Avatar

    Continuo à espera que o sr.Aurélio responda à questões que acima lhe coloquei.
    Na realidade as respostas são para todos os marinhenses que têm dúvidas como eu, legítimas, penso

    Fico à espera sr. Aurélio… Embora haja quem diga que o sr. não vai responder e que é mais uma espécie de Paulo Vicente a quem os vereadores faziam perguntas e aquele nunca dava respostas

    1. Avatar

      É evidente que não está há espera que o Aurélio lhe responda aqui nem você tem interesse nisso, é só para criar confusão, estas tácticas de baixa politica já estão um pouco ultrapassadas e não convencem.

  4. Avatar

    Sr.Curioso ou Sra. Curiosa…queriam que o Aurelio desse respostas??? Então se nem a ele lhe são dadas respostas … queriam “música “????? Na próxima quinta feira vai haver sessão pelas 9,30 da manhã…apareçam de depois de ouvirem o Aurelio e a partir daí talvez se remetam ao Silencio…e sim quando ouvirem o O
    P.V. talvez notem quem responde mas MALLLLL….

  5. Ernesto Silva

    Parece-me que existe aqui alguma punição a quem deu a conhecer aos leitores o documento do Projecto Territorial, neste caso o Curioso.Se não fosse a sua atenção este tema passava despercebido aos leitores do Largo porque a autarquia esconde tudo o que vai suceder para aparecerem como os seus mentores.
    Estou de acordo com a opinião do Aurélio e o trabalho deveria ser feito por todos os vereadores e debatido antes de ser levado à cena. Os tempos mudam-se num ápice. Aqui houve mãozinha de reaça. Para não acrescentar mais qualquer opinião vou transcrever uma parte de um artigo de opinião escrito esta semana no JMG da autoria do Sr. João Paulo Pedrosa. Agradeço que cada um tire as suas conclusões e se quiser que as coloque à discussão no Largo:
    “O progresso também tem inimigos”…..Com a voz embargada,Maria João Rodrigues, à época do primeiro PTE, ministra do emprego e actual europedutada, quando assistiu a esta cerimónia confidenciou à vereadora Cidália Ferreira que só na Marinha Grande, com o seu espírito empreendedor e com gente de visão do futuro, é possível uma união assim. Infelizmente a euro deputada não sabe que nem todos se comportaram assim, nem todos gostam de remar para o mesmo lado, nem todos pugnam pelo progresso da nossa terra se as ideias e as propostas não forem as , nem todos são pois da sua autoria, corrijo “e as propostas não forem as da sua autoria, nem todos são pois capazes de ver primeiro o interesse colectivo da população e só depois o seu próprio interesse individual”.
    Como pode este homem prestar-se a este sujidade tentando caluniar Aurélio, quando o assunto do PTE foi discutido na capelinha do PS e nem levado ao co nhecimento dos vereadores que apenas o conheceram quando o Largo o divulgou ainda no meio do nevoeiro. Quem fala assim como se pode classificar? Mas o que é isto? Será futebol? Inqualificável pois nem quero gastar mais adjectivos com tanta porcaria. E assim termi no com esta saga.

  6. Avatar

    Parece impossível que esta gente queira considerar normal o que é anormal.
    Como é que é possível aceitar que um documento destes seja elaborado sem o conhecimento dos restantes vereadores? E sem que préviamente tenha ido à AM?

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

  
Please enter an e-mail address