Rectificação

CuriosoCMMG, Mercado27 Comentários


Quando há pouco escrevemos sobre a decisão, cometemos uma incorrecção que importa rectificar. O local decidido para o mercado é o assinalado no mapa que agora exibimos e não o que surge no post anterior. Como foi falado na reunião como sendo uma das alternativas, ficámos com a ideia de que a decisão apontaria para ali. Fica assim a rectificação com o nosso pedido de desculpas.


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27 Comentário em “Rectificação”

    1. Curioso

      Caro anónimo. Se o comentário surgir, será seguramente com mais informações do que qualquer um de nós tem porque conhece a realidade da câmara melhor do que a maioria dos munícipes.

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    Deixo aqui a minha opinião: Totalmente contra – Um espaço destinado a zona Desportiva e onde já estão implementados equipamentos e infraestruturas desportivos , vamos colocar um mercado que não tem nada a ver com o que o rodeia; mais uma solução provisória que se tornou defenitiva. Temos os políticos que merecemos.

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    Lamentável esta decisão..Esteve bem o Santos e o Logrado a votarem contra esta aberração,,,a Marinha esta condenada a ser cada vez mais periférica , uma mera zona industrial, sem zonas capazes de atrair gentes e actividades de forma concentrada. Depois perguntem por que é que as filas de carros para Leiria ao fim do dia são intermináveis

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      É assim como diz que pensavam os planeadores urbanísticos. Só que pensavam assim há 60 anos. Se o anónimo tem essa idade ou próximo é normal que pense igual. Hoje em dia dá-se ênfase à não concentração por actividades.

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    Com a prática de desporto, ataca a fome, calha bem ter um mercado no centro das práticas desportivas.

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    a dispersão do comercio, dos serviços e de facto boa | as pessoas dispersam tanto que passam mesmo a comprar e a fazer tudo em Leiria e nada sobrevive por aqui e as casas caem de podres. Obrigado excelentes planeadores do sec XXI, o resultado do vosso excelente trabalho esta a vista de todos ! E é excelente !

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      Pense que pensar faz bem. Já olhou bem para o centro de Leiria? Pense no mal que faz ao comércio tradicional aquela coisa a que chamam centro comercial. Pense que pensar faz bem. Talvez deixe de confundir a nuvem com Juno.

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    temos o que merecemos: uma terra atrasada e condenada ao atraso mas em que todos os que nos governam acham que nada fizeram para isso

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    o sr planeador nunca deve ter ido jantar ou beber um café ao centro de Leiria numa sexta ou sábado a noite ou feriados e domingos de manhã e ver que ali, ao contrário da cidade que planeou tão bem , há VIDA !

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      O meu amigo não quer mesmo pensar. Já lhe passou pela cabecinha que o IPL tem em Leiria mais de uma dezena de milhar de estudantes de fora de Leiria? É isso que faz a diferença em Leiria e são esses que o meu amigo vê na noite. Além do mais a população da zona urbana de Leiria e do concelho é não sei quantas vezes superior à Marinha Grande. Ninguém está aqui a provar nem a defender nada. Devemos é usar argumentos válidos e não mandar bitaites para o ar, tipo Maria vai com as outras. Pense nisto. Finalmente o meu amigo em vez de ir para Leiria, que conhece muito bem segundo as suas afirmações, pode ficar aqui e ajudar o comércio local, porque existe.

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        Olhe que não, olhe que não!
        Se não vai…como sabe? Comércio na Marinha? Só se for dos chineses!

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          Vive na Marinha Grande ou o que diz é só para destilar veneno? Cuidado não morda a lingua.

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    Se há coisas na vida que sempre fiz, uma delas foi assumir as minhas responsabilidades ( as minhas, não as dos outros) e se há coisas que me entristecem é verificar que personalidades por quem tenho estima e consideração, se diluem como espuma neste pântano de incoerência, misturada com umas pitadas de populismo e com uma grande dose de desforra politiqueira.
    O Mercado do Atrium não foi obra do Álvaro Órfão e do Constâncio. Isso é o foguetório para entreter e enganar o pagode.
    Aquele projecto fazia parte do Plano Estratégico com que o PS concorreu às eleições de Dezembro de 1993 e ganhou, plano esse que foi pensado e estruturado por dezenas de personalidades do PS e independentes, alguns já desaparecidos, infelizmente, como Telmo Neto, Osvaldo de Castro e Jorge Martins, mas também por muitos que ainda estão no activo e agora, vá-se lá saber porquê, alinham com o PCP e com o PSD, mandando para o lixo um equipamento por eles aprovado e ratificado PELO POVO, nas eleições de 1997, que deram a maioria absoluta ao PS.
    Esses destacados dirigentes do PS, ainda no activo, por quem tenho estima, como o Telmo Ferraz, o Abílio Curto, o Henrique Neto, o Álvaro Pereira, o Rui Rodrigues e os outros por quem não nutro estima alguma, como o João Paulo Pedrosa, a Teresa Coelho e o Paulo Vicente, participaram de forma muito activa em todas as fases do projecto Atrium. São co-autores. São tão ou mais responsáveis do que eu, porque eram dirigentes concelhios do partido, coisa que eu nunca fui.
    E porque é que este projecto foi tão consensual e tão utilizado nas campanhas eleitorais?
    Precisamente porque ele era uma das âncoras da revitalização do Centro Tradicional.
    A sua localização, praticamente no centro da cidade, paredes meias com um Centro Comercial moderno, a 100 metros do Centro Comercial Lumar, nessa altura já em decadência, a pouco mais de 300 metros da Praça Stephens, este equipamento iria alavancar a movimentação de pessoas para a zona central da cidade, criando sinergias e acrescentando valor económico e massa crítica ao comércio instalado. Estava paredes meias com um Centro Multi-modal de Transportes que nunca foi construído e era servido por SETECENTOS lugares de estacionamento num raio de 300 metros .
    Na verdade, e isto está amplamente documentado, o Mercado Atrium proposto pelo PS, passou por todas as fases de aprovação, quer na Câmara, quer na Assembleia Municipal, porque o PCP e o PSD o permitiram. Toda a gente sabe que o Mercado Atrium só passou a ser um problema, semanas antes de abrir, porque foi aprovado pela Câmara e pela Assembleia Municipal um novo Regulamento de taxas e licenças, que substituiu o antigo, que não era actualizado há décadas, precisamente porque a Resinagem não oferecia as mínimas condições.
    A reacção dos comerciantes, mais de 80% de fora do Concelho naquela altura, que não deixam um cêntimo no Concelho e fazem concorrência desleal aos nossos comerciantes porque se recusam a pagar taxas justas, foi oportunisticamente aproveitada pelo PCP, com o Saúl Fragata à cabeça (também tinha lugar privilegiado no mercado do peixe) e intentaram uma providência cautelar que fundamentaram na ideia de que eles já eram proprietários perpétuos dos lugares e agora o novo Regulamente estipulava a regra da hasta pública e a concessão por 5 anos.
    Tudo o resto que gira à volta do Atrium, são campanhas negras de tentativas de assassínio de carácter e folclore político promovido por profissionais da política, que nunca fizeram mais nada na vida.
    Este executivo camarário revela um despudor inqualificável, ao promover uma pseudo consulta ao POVO, dando 3 opções, em que só uma seria viável nas actuais condições, proibindo que as pessoas se pronunciassem sobre o Mercado Atrium, que já está construído e pronto a ser usado com pequenas obras.
    Presta-se assim a Câmara a mandar para o lixo mais de DOIS MILHÕES investidos no Atrium, financiados com permutas, para irem gastar mais de TRÊS MILHÕES em cash, sem qualquer financiamento a fundo perdido, num espaço integrado num Plano de Pormenor da Zona Desportiva, no local onde está prevista a construção de um poli-desportivo e de um equipamento de desportos radicais.
    Um Mercado naquele local, para além do que legalmente terá que ser feito, que é alterar o Plano de Pormenor, na Câmara e na Assembleia e mandá-lo para publicação, o que vai demorar muitos meses, não vai acrescentar valor económico a coisa nenhuma. Ali, para além dos bairros sociais, não existe mais nada. O valor acrescentado por aquele investimento é ZERO.
    É dinheiro dos nossos impostos mandado para o aterro sanitário. É um crime económico e é a pazada final na possibilidade de revitalizar o Centro da cidade.
    RESUMINDO. É UMA VERGONHA, LEVADA A CABO POR QUEM NEM SABE O QUE ISSO É.

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    O mercado municipal é frequentado por pessoas em média acima dos 60 anos. Os jovens preferem as superfícies comerciais e com o passar dos anos a tendencia será para termos cada vez menos gente.
    Construí-lo encostado aos campos desportivos será um disparate paisagístico e de possibilidade legal duvidosa já que choca de frente com o PDM.
    Serão mais uma vez os jovens sacrificados uma vez que fica hipotecado o crescimento de novas instalações como a piscina e até um pavilhão multiusos.

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    Mais uma aberração completa…. e Agora vão fazer as piscinas no centro da cidade? O mercado deveria de ir para o centro. As piscinas junto do estádio. Cada macaco no seu galho.
    Esse tal estudo, foi algum referendo? quem fez o estudo? Onde esta publicado.

  10. cristiano chanoca

    Como qualquer pessoa que comenta toda e qualquer situação a sua opinião é susceptível de originar o contraditório, ou até mesmo respostas de outrem, pouca educadas ou provocatórias próprias dos irresponsáveis. Este comentário só serve para colocar os pontos nos ” is” e para dizer que dificilmente responderei a qualquer um sem ser de forma elevada. Só pergunto, porque é que nunca ninguém se lembrou de fazer o MERCADO no parque da MOBIL, tipo popular, com anexação do mercado do Atrium? Revitalizava-se o Centro, rentabilizava-se o parque da mobil que está ás moscas, dar-se-ia utilidade ao Atrium. Feitas as contas poupar-se-iam milhões de euros. Arrisco a dizer – PENSEM, SEJAM HONESTOS, TRABALHAM EM PROL DA COMUNIDADE, NÃO SEJAM HIPRÓCRITAS E MALANDROS, NÃO TRABALHEM PRÓS PARTIDOS, NÃO MINTAM NÃO SEJAM SUBSERVIENTES,NÃO ENGANEM O POVO, DESPEGEM OS BANDALHOS DA NOSSA SOCIEDADE, NÃO TENHAM VERGONHA DE SE ASSUMIR COMO SER HUMANOS E LEMBREM-SE QUE UM DIA OS SEUS PRÓPRIOS FILHOS PODERÃO VIR A JULGÁ-LOS. NÃO SERIA CASO ÚNICO. DISSE!……………………….

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      Caro Chanoca.
      A sua ideia faz todo o sentido, mas como o espaço chamado da Mobil está destinado a ser um Centro Multi-modal de Transportes e parque de estacionamento devidamente ordenado, também para apoio aos frequentadores do mercado, o complemento de rua para venda de flores, fruta, criação viva, e mercado do Levante, pode ser montado na zona criada para esse tipo de eventos, no Parque da Cerca, mesmo em frente do Campo da Portela.
      Esta proposta, complementar do Atrium, iria trazer muita animação e pessoas para a Cerca e daí para o Centro Tradicional são dois passos.
      O Atrium não é uma solução perfeita. A perfeição não existe, mas não o testar, antes de estoirar MILHÕES e pôr em causa a Zona Desportiva, é, no mínimo, CRIMINOSO.

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    Na Marinha tudo se faz com guerras politicas! Estas só servem para deitar abaixo este, aquele e aquele outro. Acusam-se mutuamente… e para quê? Para prejuízo da Marinha e dos marinhenses! O mercado no local que agora propõem é o maior disparate! Ponto.
    Pretende-se emendar aquilo que terá sido um erro à época, com um erro ainda maior. Isso é certo! Diz bem o Armando Constâncio quando refere o “boicote” efectuado ao novo mercado a dias da sua abertura, e que foi amplamente discutido na época.
    Quando cada vez menos, as pessoas recorrem aos mercados tradicionais para fazerem as suas compras, quer pela discrepâncias dos horários, quer pelas exigências pelas autoridades responsáveis pelas embalagens, prazos de validade e condições sanitárias dos produtos ditos caseiros. Será que há necessidade de agora se construir um mercado de raiz? Para acontecer o mesmo que em Leiria, onde se propõe agora, transformar um dos pisos num pavilhão polivalente? Será também no meu entender, um “crime de lesa pátria”!
    É condicionar para além de tudo, toda uma zona desportiva que tanto custou a conquistar!

    Não estraguem (mais) a Marinha Grande!

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    pelo que se percebe apenas os 5 vereadores que votaram esta porcaria de decisão e que a apoiam..lamentável

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    Caro Armando:
    Concordo consigo na maior parte das questões aqui levantadas e acho, que apesar de nunca ter concordado com a feitura do mercado no ATRIUM, a verdade é que está feito e a partir daqui só haveria que pensar de forma aberta e transparente na melhor solução. Mas o grande problema é que as pessoas ditas responsáveis não o são. E por questões de vinganças e teimosias partidárias, colocam os verdadeiros interesses do povo em segundo plano, propondo-se a gastar milhões. Já há sensivelmente 4 anos, em plena Assembleia Municipal, demonstrei com documentos comprovativos e a título de comparação o que foi e é a falência do Mercado -tipo de Leiria. Ninguém ligou porque a alocução não partiu dos arautos politiqueiros. Este é um exemplo do que não deve ser feito e do que é que deve ser pensado. Há coisas que nos basta copiar para fazer bem ou não fazer mal. Por isso é que entendo que o Atrium deveria ser aproveitado, reformulado, criando nas zonas limítrofes possíveis, as necessárias condições para que aquela zona se transformasse num polo comercial popular á imitação do que existe em muitas cidades europeias. Tudo é possível, desde que haja boa vontade, capacidade de trabalho, honestidade e espírito de servir e não se servir. Por isso é que sem ser politicamente correcto continuarei a dizer, a todos aqueles que sabem quem são (e nós também) SEJAM HONESTOS-oucaso contrário saiam de cena. Cristiano Chanoca

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      Cumprimento-o pela frontalidade e franqueza.
      Não foi por acaso aquele encontro em casa do Ângelo, há muitos anos atrás e não é pelo facto de divergirmos politicamente que deixaremos de ser amigos.
      Um abraço.

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    Caro Chanoca
    Vais de encontro aquilo que eu disse. O Átrium deve ser aproveitado, até como disse os mercados do género estão em decadência, pelo construir um mercado de raiz é maior barbaridade!
    O exemplo de Leiria é paradigmático.
    Caro Armando Constâncio, será que não haverá outro local para o Centro Multi-modal de Transportes? Com tanto terreno na cidade? E necessita de tanto espaço?

    Não estraguem (mais) a Marinha!

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      Caro António Carlos Jordão
      Um Centro Multi-modal de transportes deve estar localizado numa zona central da cidade e funciona como uma placa giratória e interface dos vários tipos de transporte, neste caso, só rodoviários. No início de ano 2000, já havia um acordo com a Rodoviária do Tejo para se deslocalizar para uma nova gare a construir no Parque da Mobil, pagando uma renda, libertando a zona nobre da cidade onde está e perturba seriamente o tráfego na Av. Vitor Gallo. A exigência que colocavam era de que teria que se localizar numa zona central e com boas acessibilidades e o Parque da Mobil cumpria essa exigência. Existe na Câmara um projecto, na fase de estudo prévio para esse edifício, de modestas dimensões, mas com todas as condições de eficiência e conforto para os passageiros. Sala de espera, arrecadação de bagagem, sanitários, bilheteiras e um varandim exterior coberto.
      Logo ao lado uma paragem para as carreiras da TUMG, que dali irradiavam para as diversas linhas, sendo que uma delas deveria ser dedicada para funcionar como um shutle, só para fazer o percurso das zonas pedonais do Centro histórico.
      Estava também prevista uma praça de táxis aberta a todos os taxistas, para além da praça que lhe estava distribuída.
      Todo o restante espaço, e é muito, estava organizado como parque de estacionamento devidamente ordenado e também foi desenvolvido um projecto para um parque de estacionamento em altura, cujos desenhos estão na Câmara.
      A concentração dos pontos de chegada e partida dos transportes públicos disponíveis naquele local, facilitaria a acessibilidade dos cidadãos, quer às Finanças, quer ao futuro mercado e também podia ser um incentivo para quem se desloca de carro, o deixar aí estacionado e utilizar a oferta de transporte aí existente, para se deslocar para o local de trabalho ou qualquer outro.
      Nos dias de mercado, os estacionamentos seriam grátis até às 14H00, quer na Mobil, quer em todos os lugares pagos em redor da Cerca.
      Parece ser evidente, para quem estuda e observa a acelerada alteração dos hábitos de consumo, que os mercados tradicionais, tal como os conhecemos, revelam tendências para desaparecer ou para se reconverter, como está a acontecer em Lisboa e no Porto.
      O edifício onde se quer instalar o Mercado Atrium, sendo uma infraestrutura moderna e funcional, pode facilmente ser reconvertido para actividades alternativas, como tasquinhas, restaurantes, artesanato e outra actividades económicas de pequenos projectos familiares. Até lá, não vejo porque é que o modelo misto que defende o Chanoca e com o qual concordo, integrando a feira do Levante e feiras de velharias, feiras do Livro, etc, não se possa desenvolver no espaço que foi criado no Parque da Cerca, especialmente para essas actividades.
      A eventual dificuldade na mobilidade do Atrium para a Cerca aos sábados, pode ser ultrapassada, criando-se corredores de atravessamento com protecção de semáforos e, melhor do que isso, construindo a variante ao Litoral para tirar o trânsito de acesso às praias do eixo rodoviário central da Marinha Grande.
      Peço desculpa se me alonguei demasiado, mas, apesar de tentar, não consigo escrever de outra forma. Por isso é que não tenho twiter.

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    A história não pode ser apagada nem alterada ao gosto de cada um. Existiram pessoas que em nome do partido ganhador o PS apresentaram um programa que contemplava esta infraestrutura e que cumpriu todos os passos necessários dentro da autarquia para tudo ser aprovado. A democracia funcionou. Nas vésperas da inauguração aqueles que propuseram novos tarifários sabiam o que faziam. Foi juntar mais gasolina à fogueira que outro partido apresentava. Na altura trabalhava fora da cidade mas pelo que acabei de ler bem explicado pelo Constâncio não posso deixar de lamentar que a parte direita do PS tenha mordido o seu próprio corpo deixando-o bastante danificado de tal forma que hoje se vê como funciona. A maioria silenciosa uniu adversários para a política do bota abaixo e atirar pelo ralo milhões investidos. A democracia funcionou. Assim tivesse funcionado nestes 2 últimos mandatos que tem sido um verdadeiro atentado contra os marinhenses. Basta de mentiras e de tentarem aldrabar o que então se passou. Quem tem de prestar contas são os actuais dirigentes do PS pelo não cumprimento de nada terem feito em favor da Marinha. Ao menos dessem andamento ao que muito está há bastante tempo decidido devidamente acompanhado com as explicações necessárias para todos entenderem. Existe trabalho feito e não se deve tentar alterar à pressa o que estava devidamente pensado para a zona desportiva. Aliás existem compromissos que não se podem agora torpedear como o acordo com a Segurança Social ao destino a dar aos terrenos.

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