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Com o MpM e PSD a tomarem a dianteira na corrida à câmara, é inevitável que se pense no que os demais partidos e movimentos podem fazer e o que irá acontecer. Se do lado do PCP é mais ou menos claro o que pretendem e para onde as ‘espingardas’ apontam, do lado do PS não é tão claro assim. Apesar de o Menezes ter sido um dos que esteve em Montemor nas comemorações do dia de elevação a cidade, não há ainda informação de que ele tenha recuado na nega que deu à Cidália. É também inevitável que, quando olhamos para os que hoje mandam na câmara, os comparemos ao filme que este ano causou uma das situações embaraçosas no mundo artístico. Tal como no filme, os dois protagonistas parecem viver numa realidade à parte daquela que a generalidade dos que aqui habitam vive; parecem ter sido transpostos para um mundo só deles, onde nele vivem a realidade em que acreditam, mas que ninguém mais vê; onde as decisões são tomadas sem uma perspectiva de futuro e agarrados a ideias do passado sem que consigam dar a entender o que querem para o futuro. Exemplo do marasmo e da incapacidade de fazerem acreditar quem aqui vive que têm alguma competência para gerir a terra é o facto de nada do que foi começado ter tido continuidade, com excepção das Festas da Cidade. Com tudo para que pudessem ter feito um bom trabalho, os dois protagonistas correm o sério risco de, pelo que não fizerem e pelo que fizeram mal, terem tido a possibilidade de vir a ter o Óscar na mão, mas ele ir ser entregue a outrem. Aqui na terra vive-se como no filme que quase recebeu o Óscar, com a diferença de que os dois protagonistas parecem acreditar viver num musical, ao passo que os que aqui habitam se sentem protagonistas de um filme de terror.


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