+ ConcelhoBE

Estamos naquela fase em que alguns namoros surgem. Referimos, naturalmente, à preparação das eleições. Do lado do PSD/CDS o namoro com o MTP; do lado do PS o namoro a alguns potenciais candidatos e, ultimamente, o que parece ser o surgimento do namoro entre o BE e o, que resta, do + Concelho. É conhecido que houve já, pelo menor, uma reunião entre as duas estruturas, facto que, aliás, vindo de um partido não espanta se tivermos em consideração que em 2013 muitos dos que são conhecidos apoiantes daquele partido estiveram ao lado do Logrado. Também não esquecemos o facto de, há uns meses, o Logrado ter vindo admitir publicamente a possibilidade de se ligar a um qualquer partido ou partidos. Faz-nos, no entanto, alguma confusão que alguém que se identificou como independente hoje possa ponderar uma qualquer ligação a um partido, seja ele qual for. Do mesmo modo como ninguém que tenha militado num partido passa, de repente, para a qualidade de independente, também ninguém que se assume como independente pode, sem uma grande cambalhota, aceitar ligar-se a um partido. Claro que se sabe que em política o que hoje é verdade amanhã pode ser mentira, mas temos ainda a ideia, errada talvez, de que os invertebrados não deveriam ter lugar na politica. Mudar de partido como quem muda de camisa não é algo que nos pareça lógico e, menos ainda, coerente. Naturalmente que não há ainda qualquer informação quanto aos resultados dos contactos, mas parece-nos ser sempre um mau princípio alguém que se assume como independente, pertencente a movimento independente – que tem por base a ideia de que os partidos não servem e que outras soluções à sua margem poderão ser melhor solução -, poder sequer conceber a ideia de uma qualquer ligação a um partido e até poder com algum estabelecer contactos e com algum fazer reuniões! Trocar de camisa é uma coisa, trocar de cara é outra! Por este andar, ainda vamos ver, um dia destes, o vereador que tanto mal disse dos partidos a integrar uma qualquer lista por um qualquer que esteja disponível!


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21 Comentários

  1. Parece-me que o que aqui é escrito não tem qualquer fundamento, nem há máscaras para tirar ou pôr. Por mim, tinha visto tranquilamente uma coligação entre o +Concelho, o MpM e o BE
    Sobre confusões o impensável foi a união entre o PS e a CDU que estiveram juntos a governar neste mandato. Isto é que foi uma verdadeira cambalhota, direi mesmo, o cúmulo das cambalhotas, daquelas de se lhe tirar o chapéu, histórica e inesquecível.
    Não me lembro de, nessa altura, ver aqui algum post a falar de forma tão “agastada” e tão “preocupada” em cambalhotas ou máscaras.
    Mudam-se os tempos e mudam-se as vontades.Toda a gente sabe isso e na política está mais do que demonstrado que uma verdade hoje,pode amanhã já não o ser.
    Muitas vezes enganamo-nos julgando estar certos e por força das circunstâncias ou porque surgem novos elementos, somos, inteligentemente, levados a mudar de opinião.
    Sobre o Logrado, de quem sou amigo, nunca o ouvi dizer mal dos partidos, antes pelo contrário, tanto ele como eu entendemos que os partidos são essenciais à democracia.
    Isso não significa que se tenha a mesma opinião de pessoas que estão nos partidos para deles se servirem.Acho que toda gente sabe do que estou a falar e quem lê este post também percebe a intenção de criar confusão entre o + Concelho e os partidos políticos, naturalmente com algum interesse em favorecer alguém.Ninguém de boa fé compõe um “ramalhete” destes com tantas inverdades.

    • Caro alrane. Que partidos se juntem, eles que partilham das mesmas benesses, das mesmas prerrogativas e direitos, parece-nos normal. Que movimentos independentes se juntem, parece-nos normal. Agora que movimentos independentes, sejam eles quais forem, se juntem a partidos e vice-versa já nos parece ser estranho. Não ouviu dizer mal dos partidos? Quando em 17 de Agosto de 2013 se podia ler que “a descrença apoderou-se da generalidade de nós e há razões objectivas para isso. Por isso defendo novos modelos de governação (…) é possível fazer política de forma diferente. De forma mais transparente, honesta” ou em Janeiro do mesmo ano que “acusa os principais partidos políticos da Marinha Grande de sectarismo, por não ouvirem os autarcas” não é dizer mal do que existia: os partidos?
      Não percebemos qual a ‘inverdade’ que refere ter sido escrita.

  2. Há uma coisa que impede ou dificulta enormemente a formação de listas independentes – o numero de assinaturas! Isso, creio, é a principal e primeira e grande dificuldade que os movimentos se deparam.
    Mas quem ditas as regras são os partidos!

    Talvez por isso haja agora movimentps a concorrerem em listas de…partidos!

  3. A ser verdade do confirma várias coisas que sabemos do Logrado.
    1-Do seu posicionamento político de extrema esquerda próximo do Aires Rodrigues.
    2-Trabalho não é com ele. É que recolher assinaturas deve dar cá uma trabalheira…
    3-Nao tem rumo. Tudo lhe serve, desde que seja para ser candidato sem ter trabalho.
    4-Não conseguiu que PS o integrar-se nas listas. Vá se lá saber porquê…

  4. Há quem não perdoe ao Logrado ter dado o grito de Ipiranga no que respeita à possibilidade de quebrar o monopólio dos partidos tradicionalmente ganhadores nas autarquias da Marinha Grande, sim o seu movimento foi o primeiro. Claro que por razões conhecidas o seu desempenho não foi o melhor, porque por razões profissionais não esteve cá durante bastante tempo.Não se aproveite isso para tentar “linchar” alguém que independente do mau ou bom feitio, mostrou que esta terra não tem donos.

      • Sim foi! Não corresponde nada à verdade no que toca especialmente à ideia de que o Logrado se furta à trabalheira que dá. O resto é o costume.

  5. O Logrado provoca azia a muita gente (agora está na moda o termo “azia”que significa desconforto por algo que não corre bem) e não é pelo que diz mas sim pelo que faz.
    Ao contrário do que alguém escreveu por ignorância, o Logrado é trabalhador e ombreia com qualquer um e em qualquer tarefa. É líder, é o primeiro a avançar e diz como é que se faz.
    Dizia eu que provoca azia porque é inteligente, criativo e inovador e os seu adversários dificilmente o conseguem ultrapassar em mérito competência.Se for presidente da Câmara, esta Marinha Grande dará um salto qualitativo impensável.

  6. O Logrado tem é azia.
    Só isso justifica aquela forma prepotente de se exprimir como se à sua volta todos fossem burros.
    Sobre o fazer, a palhaçada do PEM e o estado em que está o *C, são mais do que elucidativos da sua capacidade de organização e liderança.

    • Está enganado e não é o Logrado que tem azia porque uma pessoa tranquila que, por natureza está na frente, repito, por natureza, não pode ter azia. Azia e uma enorme inveja das capacidades e competência do Logrado é o que têm os seus adversários e detractores.
      Não percebem isso e limitam-se a dizer mal só porque sim.
      Quando diz que o PEM foi uma palhaçada revela bem o quanto é ignorante.Também não tem obrigação de saber porque não esteve lá. Presto-lhe aqui um pequeno esclarecimento para que não continue a falar do que não sabe.
      Todos os itens referentes ao PEM que foram anunciados foram concluídos.O trabalho está feito e pronto a ser implementado por qualquer executivo que ganhe as eleições e tenha visão de futuro. É um excelente trabalho que envolveu muitas centenas de pessoas de várias áreas e actividades.

      • Caro anónimo. Permita-nos uma questão: centenas de pessoas onde? É que se olharmos para o que foram as intervenções e sugestões durante as reuniões do PEM não conseguimos encontrar mais do que um punhado de pessoas!

      • Viu mal, posso garantir-lhe. Quando digo centenas de pessoas é porque não foram sempre as mesmas a participar ao mesmo tempo. Cada item era composto por pessoas diferentes e mais ligadas ao tema em si, assim como havia outras cujo item estava concluído e que já não apareciam para outros temas com os quais não estavam familiarizadas.Por isso digo, ao longo de todo o processo estiveram a colaborar centenas de pessoas nos diversos itens

      • Caro anónimo. Estas foram as pessoas que participaram nos vários encontros do PEM. Conte-as.
        Adelaide Gomes, Adriano Ferreira Paiva, Alberto Rodrigues Antunes, Alexandre Silva, Álvaro João Caetano, Ana Alves Monteiro, Anabela dos Santos Mateus, António Aires Rodrigues, Armando Gonçalves Constâncio Santos, Bruno Lemos, Carla Maria Tavares Franco, Carlos Domingues Franco, Carlos Logrado, Carlos Miguel Ferreira Gaspar, Catarina Carvalho, Cidália Ferreira, Cristina de Jesus Sousa, Edite Carvalho, Edite Carvalho, Elvira da Graça Ferreira, Fátima Bentes, Fernando Alves, Fernando Miguel Mendes, Fernando Quadros, Filipe Ribeiro, Gilberto Reis, Inês Marrazes, João Brito, João Caetano, João Cruz, João Moleirinho, João Pereira, José Emanuel Raposeiro Figueira, José Filipe, José Pereira, José Vicente, Licínia Rosa Diogo, Luciana Marta Esteves, Luís Brito, Luís Manuel Ferreira Branco, Maia Pereira, Marco Sousa, Maria João Gomes, Maria Manuela Sousa Miranda, Miguel Crespo, Miguel Figueiredo, Paulo Vicente, Pedro Antunes, Pedro Costa, Pedro Costa e Rui Silva, Pedro Fonseca, Pedro Miguel Vieira Silva, Rui Pirraça, Rui Silva, Rui Verdingola, Rui Vicente, Sandra Cristina da Silva Nunes, Sandra Paiva, Sérgio Alexandre Santos Silva, Sérgio Sousa, Susana Cristina Martins da Silva

      • Caro anónimo. Depende do conceito que queira dar ao termo “punhado”, mas 60 está longe das centenas!

      • Mas está mais perto da centena do que do punhado.E não está a contar os convidados e oradores que não punham o nome na lista, assim como os empresários do turismo e outras pessoas que quiseram estar presentes e acompanhar os trabalhos mas não quiseram pôr o nome na lista, optando pelo anonimato por razões pessoais

      • Caro anónimo. O que foi escrito no comentário a que respondemos foi que estiveram “muitas centenas”. Isso pressupõe não apenas uma!

      • Vimos os dois mal:eu vi centenas e você viu um punhado, eu pequei por excesso, por boa vontade e você pecou por defeito, por má vontade, direi mesmo com a nítida intenção de desvalorizar o excelente trabalho que foi feito.
        Eu sou um típico optimista, um criador por natureza, do grupo daqueles que se esforçam por fazer o bem para a comunidade.
        Você é exactamente o contrário, não cria nada, critica e desvaloriza o esforço dos outros, é um ser negativo.Pode crer que nunca desejaria estar no seu lugar

      • Caro anónimo. Permita-nos que discordemos da sua leitura. Não temos má vontade nem fazemos análise subjectiva. Em resposta às suas “muitas centenas” nós indicámos o nome de quem esteve. Isso é má vontade ou contar a verdade? Parece-nos ser apenas relatar factos. Também nós, deste lado, esforçamos para que as coisas sejam bem feitas, e esforçamos diariamente, infelizmente sem sucesso daí que diariamente encontremos criticas a serem feitas. Nenhum de nós tem uma perspectiva negativa das coisas já que, como pode ler pelo que escrevemos, olhamos sempre pelo lado positivo para que possamos ver o que está mal. Não podemos tirar conclusões ao trabalho que foi feito porque, como sabe, além do que se falou nada foi posto em prática.
        Tem razão numa coisa! Não é fácil estar no lugar que estamos com a informação que temos. Seríamos todos por certo mais felizes se vivêssemos na ignorância do que acontece aqui na terra.

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