AlexandraCMMGLogradoVicenteVitor

A reunião de hoje, além de discutirem uma petição que se ficou sem perceber porque foi discutida, teve um momento de grande tensão, nada que seja novidade. Quando se começou a discutir a proposta do Logrado, a tal que poderia ter sido discutida de outro modo, o Vítor e a Alexandra não se conseguiram conter. Da parte da Alexandra o termo usado para classificar o Logrado foi “catavento“. Já do Vítor, mais contido nos termos, não foi capaz de deixar de mostrar o desagrado com o que foi levado à votação. Até mesmo o Vicente foi chamado a intervir para justificar o porquê de levar a votação algo que, parece-nos, poderia ter sido discutido noutra altura. Claro que, estando o Vicente a contar aprovar a proposta que não foi capaz de apresentar, não teve outra alternativa senão justificar a ida a votação com o facto de ter sido algo que estava na agenda. Não sabemos se terá sido por isso ou não, mas a verdade é que ao almoço, aquele onde os vereadores costumam estar juntos, o Vítor não esteve. Começa-se a chegar próximo das eleições e começa-se a ver o que há quatro anos foi notório, as zangas entre os eleitos (à data, candidatos). Claro que os ânimos poderão ter estado mais exaltados pelo facto de, do lado do PCP, tudo apontar para que a cabeça de lista possa ser mesmo a Alexandra, numa demonstração de que nem sempre quem mais trabalha merece o reconhecimento. Seja pelo que for, a reunião foi animada e não nos parece que as relações entre alguns dos vereadores tenham ficado como estavam quando entraram para a sala.


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1 comentário

  1. Querem ver os leitores que nunca ouve consenso na política concelhia por causa destes mal entendidos e aquilo que deveria ter sido feito conforme Pedro Abrunhosa não o foi e agora fundos comunitários não foram aproveitados? Um vereador é 1/7 de uma equipa que concorreu a umas eleições autárquicas para levar à prática os seus objectivos em benefício de uma autarquia, de uma comunidade e não deixa de ser valorizado como 1/7, mas é assim que funciona a democracia, somando os vários 1/7 ou andam todos de costas voltadas? Lá volto eu à eterna questão – se já era assim no tempo de Álvaro Pereira porque não exigiram novas eleições e ainda se teria ganho algum tempo e ou obra. Não teria sido melhor como sempre defendi no jornal?

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