+ ConcelhoLogrado

Ontem, na Assembleia Municipal, notou-se mais uma vez que o Logrado está sozinho. Os deputados do movimento que ele iniciou assumiram, na votação da alteração ao regulamento para os apoios à industria, uma posição contrária à que ele tinha assumido em reunião de câmara. Se da parte do PSD se entende que tenham ido num caminho diferente daquele que o vereador tinha tomado, no + Concelho a divergência é notória. Este é mais um episódio que vem dar corpo aos que acham que o movimento vai ficar por aqui e que não deverá ir a eleições. É, no entanto, compreensível que assim esteja a ser. Quando há quatro anos o movimento teve início, muitos dos que a ele se juntaram fizeram-no apenas na busca de protagonismo e por um narcisismo exagerado, que ainda hoje é evidente. Rodeou-se mal de muitos que não foram uma mais-valia e o resultado está à vista. Do movimento sobram os deputados que vão assumindo posições coerentes com o que escrevem e têm vindo a defender, sem terem a ânsia do protagonismo ou do poder. Se no programa de apoio o Logrado tinha votado contra, ontem os deputados votaram a favor, colocando o interesse do concelho acima da necessidade de sobrevivência política. Cada vez mais se nota que o vereador está sozinho. Resta-lhe procurar nos que anseiam por protagonismo o apoio que parece faltar-lhe no seio do movimento.


Seguir
( 0 Seguidores )
X

Seguir

E-mail : *

Comentar com conta do Facebook

comentario(s) no Facebook

9 comentários

  1. Mais uma análise completamente descontextualizada. O que ontem os deputados do +Concelho votaram na Assembleia Municipal foi discutido e aprovado por todos na reunião preparatória da mesma. Não levante questões onde elas não existem.
    Aliás, tiveram o cuidado de referir: “Consideramos que esta proposta é incompleta e não serve os interesses dos munícipes. No entanto, representa uma melhoria em relação ao que estava em vigor. Na Câmara, apresentámos uma proposta de um outro programa que não foi aprovada.
    Votamos favoravelmente esta proposta para não criar um vazio que em muito poderia prejudicar os interesses de quem há muito espera um programa aprovado para desenvolver os seus projetos.
    Entretanto, apresentámos a proposta de elaboração de um Regulamento cuja participação pública está a decorrer, no sentido de melhorar este programa que votamos favoravelmente.

    Mais dúvidas?

    • Cara Elvira Ferreira. Entendemos a explicação que deu, mas cremos que compreenderá que a leitura que fizemos não está longe da que qualquer munícipe possa fazer. Tal como referimos, entendemos que a posição que os deputados tomaram foi a que melhor salvaguarda os interesses do concelho e por isso lhes tecemos o elogio (ainda que não de uma forma muito ostensiva). A posição que foi tomada é aquela que também o vereador poderia / deveria ter tomado, mais que não fosse abstendo-se. Perdoar-nos-á que não concordemos que a análise feita tenha sido descontextualizada. Foi a análise aos votos dos deputados e do vereador, a menos que não se pautem todos pela defesa do interesse do concelho e aí teremos que lhe dar razão.

  2. “Quando há quatro anos o movimento teve início, muitos dos que a ele se juntaram fizeram-no apenas na busca de protagonismo e por um narcisismo exagerado, que ainda hoje é evidente. Rodeou-se mal de muitos que não foram uma mais-valia e o resultado está à vista”.

    Caro curioso.
    Talvez lhe deva esclarecer o seguinte: O Movimento que deu origem ao “+ Concelho” não surgiu há 4 anos, mas há 8. Foram vários os elementos que participaram em reuniões (entre eles alguém que já na altura viria a integrar as listas da CDU e na candidatura seguinte encabeçou a lista para a câmara municipal). A adesão a este grupo de cidadãos aconteceu por duas razões. O não se reconhecerem nas listas e protagonistas apresentados (ou a apresentar) e o mostrar que a democracia não se esgotava nos partidos políticos. Quem escreve estas linhas recusou desde o primeiro dia qualquer inclusão numa lista. Também o acto de apoiar este movimento não o obrigava a nada em termos de futuro (muito diferente do que o acto de aderir a um partido politico). Petrmita-me discordar do que escreveu, especialmente no paragrafo que copiei.

    • Caro anónimo. Que nos recordemos, o movimento teve inicio no dia 18 de Janeiro. Note-se que quando referimos que “muitos dos que a ele se juntaram” nos nos referimos a todos, como é evidente. Esses a quem nos referimos estão perfeitamente identificados nas redes sociais.

  3. Não há dúvida que o Aurélio é o início com condições para ser Presidente da Câmara.

    Conhece bem os dossiers e questiona fazendo perguntas que põem a nu o desconhecimento de quem governa.

    É persistente, mobiliza e envolve todos, como no caso dos apoios ao Investimento e não se põe em bicos dos pés para ser só ele a recolher os louros.

    Se lhe chamam trauliteiro estão a fazer-lhe um grande elogio porque quem o conhece e vai as reuniões da Câmara sabe que é o mentira.

  4. Para além de ser do contra sistemáticamente, e por aquilo que vejo das reuniões de Câmara, o Aurelio nada fez em prol do concelho. Nada propôs de concreto, nada sugeriu, nada apresentou, nada nada nada! Só mete àgua!

  5. Propôs sim senhor.
    Pelo menos, existe uma proposta dele (ou da sociedade que tem com o pai), para a Câmara mandar para o lixo DOIS MILHÕES DE EUROS DE UM MERCADO PRONTO A USAR e gastar mais TRÊS MILHÕES A FAZER UM NOVO, onde a sua sociedade e o seu pai, com lugar no mercado, querem.
    Portanto, não é verdade que não apresentou nada, nada, nada de nada.
    Tenho dito.

Deixe uma resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado.

  
Please enter an e-mail address

Postar Comentário