CMMGMercado

Quiseram um estudo, têm já o resultado. Há uns meses os vereadores decidiram mandar fazer um estudo para que fosse apurado qual o melhor local para o mercado. Não foi um estudo económica, baseando-se apenas no que os utilizadores pensam e querem. O resultado é o que se esperava: querem o mercado onde está. O Barros deverá estar a rir-se do tanto mal que dele disseram, mas vem-se a confirmar que o local do mercado, de acordo com o que os munícipes querem, é onde está. Agora será difícil aos eleitos irem por outra solução. O Atrium fica para trás e com ele a batalha que o ex-vereador tem travado em defesa da sua dama. Para trás fica também a ideia do Logrado de criar um mercado de rua. Fica também para trás a ideia, dada quase que em tom de certeza, de que o mercado iria para os estaleiros. Se for respeitada a vontade munícipes e do que está no estudo, a decisão a tomar é apenas formal. A localização do mercado está decidida (se respeitarem a vontade popular), mas fica por esclarecer a pressa que existiu em decidir a compra da antiga FEIS, o retrocesso que houve e o silêncio que existe desde então em relação a esse assunto. Nunca mais se falou na compra das instalações, não se falou do que foi mal feito e se a alguém foram puxadas as orelhas e, acima de tudo, o que irão fazer agora que se sabe que o povo, o que os elegeu, não quer ali o mercado. A pressa deu em nada e continua a dar em nada. Ninguém questionou mais o executivo sobre o que se passou, sobre o que querem e sobre o que vão fazer. O assunto passou e, curiosamente, a acta onde estará toda a história da compra que se anulou é a que não está publicada, apesar da acta seguinte já ser pública! O local do mercado está decidido, mas a história ainda não acabou. O Vicente sai derrotado na leitura que fez do que seria vontade do povo e cabe-lhe agora explicar o que vai fazer em relação à compra das instalações que, naquela altura, tinham urgência em ser compradas.


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4 comentários

  1. Lamenta-se tanta falta de sensibilidade. Aos anos que se arranha este tema. Chegaram a ser pensados 2 mercados.( Um nas Vergieiras). Uma vereação eleita pelo voto do cidadão apresentou estudos aprovados em maioria e decidiu conforme poderes dados através do voto iniciar a construção do mercado Atrium. Foi pago pelas arcas públicas. Passado pouco tempo iniciou-se um ataque àquele espaço e chegámos à solução de não ter um mercado. Temos um abarracado que custa ou custou caro. Depois apareceram as tretas da FEIS, do estaleiro, e sabe-se lá mais o que há-de por aí aparecer. Em 2 mandatos o que fez a actual vereação? Eles não respeitam nada nem ninguém parece que estão ali a fazer um favor, neste sentido deveriam ter saído quando saíu o anterior presidente A.P. Eis o resultado mais uma vez infeliz para os marinhenses. É um fartote de tanta brincadeira.

  2. Quando, a propósito do sambódromo na Cerca, expressei a minha total desilusão com o comportamento político de quem nos governa, revelador de uma clara falta de liderança, ausência de estratégia e completa subserviência a interesses instalados, quer estejam nas colectividades, quer venham de comerciantes do mercado, 90% dos quais nem sequer são marinhenses e veem para aqui negociar, utilizando infraestruturas pagas por todos nós, sem deixar cá um cêntimo, estava também a pensar nesta ABERRAÇÃO a que chamaram estudo, com inquérito de opinião, para decidir onde construir um SEGUNDO mercado. Como é que é possível, que vereadores eleitos como independentes, empresários experientes, tenham permitido, sem abandonar a reunião, que as apagadas figuras partidárias que representam os partidos, tenham gasto milhares de euros numa pseudo consulta, em que excluem o Atrium como eventual opção, não permitindo que as pessoas se manifestem a favor dessa solução.
    Como é que é possível tomar decisões com base num ridículo inquérito, onde se ouviram os ditos comerciantes que não querem pagar taxas no Atrium e os clientes habituais do actual mercado, cujo número não chega a 2% da população do Concelho e é maioritariamente população com idade mais avançada.
    Como é que se pode aceitar que se coloquem como eventuais “BOAS” localizações a FEIS, que não pertence à Autarquia e o local onde estão as tendas, sabendo a Câmara e os vereadores independentes, que aquele terreno foi comprado para ampliar a Zona Desportiva e contém, na escritura de compra, uma cláusula de reversão se for utilizado para outro efeito.
    Olhando para a foto, e de memória, naquele espaço está previsto construir um espaço para desportos radicais como existe em Leiria, do lado direito da estrada que vai do McDonalds para o Hospital e a Nova Piscina Municipal.
    É patético, que um executivo PS, liderado pela mediocridade e com uma oposição partidária (pcp/psd) refém de truques e tácticas para atacar as iniciativas legítimas do PS tomadas em 2004/5, ornamentado com o que poderia ser uma mais valia de 2 vereadores independentes, se dedique a estas manobras de diversão, numa tentativa bacoca e irresponsável de justificar que aquilo que era BOM, desde 1994 a 2005, agora não presta, deita-se fora e o que é preciso é uma coisa nova, que não sabem onde fazer, NEM ONDE IR BUSCAR O DINHEIRO, assumindo à partido um custo de mais de 3 MILHÕES DE EUROS.
    Tenham vergonha. TODOS.

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