Lido por aí XCIII

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«Vamos fazer o que ainda não foi feito!

Ao ouvir o Abrunhosa há dias lembrei que temos que fazer “o que ainda não foi feito”.

A política concelhia não tem permitido que se passe das intenções.

É lamentável que não se tenham aproveitado os fundos comunitários para fazer as estruturas de base essenciais para o bem-estar das populações. O mercado, a piscina, o saneamento ou rede de água, aumento da zona industrial e apetrechamento das suas infra-estruturas. Muito provavelmente não iremos voltar a ter outra oportunidade

Agora os fundos comunitários são aplicados para a inovação, conhecimento e cultura. Os centros educativos poderiam dar mais oportunidades de conhecimento aos nossos alunos. Mas sem carta educativa que, até ao momento, está por apresentar, nada pode ser feito. Na inovação precisamos de fazer um grande trabalho, colocando as novas tecnologias ao serviço dos munícipes.

Apesar de ter subscrito a proposta em vigor, de apoio ao Emprego e empreendedorismo deve ser melhorada, tal como deve ser feito um regulamento de apoio às coletividades.Torna-se uma necessidade do concelho e de quem aqui vive.

Todas estas propostas só podem ser aprovadas se no próximo ato eleitoral se verificar uma maioria, onde os que podem decidir coloquem o interesse do concelho acima dos interesses partidários, para que possamos fazer “o que ainda não foi feito”.»

Autor: António Santos, RL

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2 Comentário em “Lido por aí XCIII”

  1. Ernesto Silva

    Como ainda não comprei nem li os jornais locais e Leiria não creio que este António Santos seja o vereador eleito pelo PPD/PSD, que sempre defendeu que poria sempre os interesse dos marinhenses acima de qualquer outro interesse partidário. E começo pelo fim quando refere que tudo o que ficou por fazer só poderá ser aprovado se no próximo acto eleitoral existir uma maioria que aprove. Pretenderá dizer no fim do mandato que não existiu maioria desde 2013? Por favor Sr. António Santos só pode estar a brincar connosco. 2 PS+2PCP+1PPD+1 Mov.+ 1Movimento não conseguiram entender-se numa escolha que relata e que os marinhenses sempre apresentaram como sua quer através dos jornais, quer através da presença nas reuniões de Câmara desde 2014. Por favor desculpas desse calibre não. Nesta data já não colhem nem o senhor Santos consegue nesta data limpar a sua imagem. Fala agora numa proposta de apoio ao emprego que subscreveu. Pronto por favor não falem mais no assunto que já não colhe. Apoio às colectividades ao fim de 4 anos por favor. Agora informa que os fundos comunitários são com o as bom bocas só há estas. Por favor o senhor ainda tem mais responsabilidades porque a sua actividade profissional e o contacto com Leiria lho permitiam. Centros educativos quando as crianças nem creches têm. Veja-se o bom exemplo da Ivima. A política concelhia não o tem permitido. Mas qual política concelhia se a função de uma autarquia é apresentar feito tudo aquilo que prometeram. Política concelhia já o escrevi ontem são os finais de meses. Estou pressionado para levar os meus netos à Escola mas fôr necessário farei uma adenda a esta resposta. Não pense o visado que tenho algum ressentimento contra o Sr. Santos. Nada disso porque eu já esperava esta desculpa esfarrapada. Como diziam aqueles que viviam perto Alqueva “porra” ponham-nos a funcionar. Seria por falta de dinheiro proveniente dos impostos directos? Palavras, palavras leva-as o vento.

  2. Ernesto Silva

    E vou ter de usar a adenda porque já regressei a casa e como admiro que o desenvolvimento da nossa cidade se faça pela contagem de veículos que passam em frente da câmara. Há quantos anos deveria estar o transito condicionado num dos sentidos quando passamos pelo centro? Também não houve consenso? Mas não era este tema que queria lembrar. O apetrechamento das suas infraestruturas cita o Sr. Santos, mas quando em 2014 estávamos na fase da reavaliação dos imóveis que habitamos por parte das Finanças e aqui o Sr Santos tem que concordar as várias vezes que levantei o problema face a essas falhas nesse preciso momento a autarquia deveria fazer um levantamento daqueles tipo lana caprina e tem conhecimento das ruas intransitáveis, das ruas sem gaz, das ruas com fossas por ligar ao esgoto público, das ruas onde existe falta de água em algumas casas, porque estes factos do conhecimento da câmara do bem estar de qualidade e conforto de cada um não permitiriam que a câmara esteja a receber IMI por uma sobre avaliação não feita com honestidade. Relembro as suas palavras que isso compete a cada um ao fim de 3 anos conforma a Lei. Mas está vazado em acta as vezes em que disse a câmara deveria ter feito esse trabalho e que até as Finanças agradeceriam e teriam poupado algum dinheiro aos cidadãos da marinha. Por este facto recebe a Câmara aquilo a que não tem direito. O Sr Santos pela sua actividade profissional sabe bem como funciona. O que custaria fazer um pequeno ficheiro dos moradores descritos acima e enviá-lo às Finanças. Os marinhenses agradeceriam. Ficou por fazer o que deveria ter sido feito com prejuízo para a renda que pagamos à câmara daquilo que foi comprado e pago por cada um. Grande Pedro Abrunhosa que nos tiraste as palavras da boca!

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