APPACDM

Um pouco fora dos assuntos que nos vão despertando a atenção, hoje foi-nos enviada informação que nos leva a ter que pensar duas vezes. É normal assistirmos a peditórios. O Estado não cumpre a sua função e é normal vermos serem iniciadas campanhas para angariação de fundos. Até a Cidália já o fez para arranjar um esquentador. Hoje quem fez um apelo é a APPACDM para aquisição de cadeiras de rodas. Entende-se que não haja dinheiro para tudo o que é necessário. Claro que depois de lermos este apelo veio-nos à memória o que há dias foi sobejamente publicitado quando foi celebrado o aniversário da instituição. Um jantar organizado num dos restaurantes menos baratos da região. Até a Cidália lá esteve! Naquela noite pôde-se fazer um jantar de aniversário num restaurante caro, hoje pede-se ajuda. Bom, já que a Cidália lá esteve e está familiarizada com peditórios, pode ser que agora contribua com os seus conhecimentos para a aquisição das cadeiras. São situações como esta que às vezes nos fazem perder a vontade de ajudar.


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4 comentários

  1. No que respeita ao preço do jantar e porque presumo que o mesmo foi pago pelos comensais nada a dizer. O estranho (bairrismos à parte) foi o facto de o mesmo ser realizado num restaurante de Leiria. Espero que no que toca ao peditório o mesmo seja estendido ao Concelho de Leiria.

  2. Não quero pôr em causa coisa nenhuma, muito menos instituições como a APPACDM ou a Santa Casa da Misericórdia, mas acho que devia haver escrutínio das Instituições de Solidariedade Social, porque é canalizado para lá muito dinheiro do Estado e dos cidadãos em geral e muitos funcionam como coutadas de alguns, quase com o estatuto de “donos”. Seria útil saber quem é remunerado e quais os valores dos vencimentos. Não é por nada, mas a opacidade é inimiga da democracia.

  3. Estou de acordo com o leitor das 18H59 porque primeiro sou sócio daquela instituição com a minha mulher desde 1976 e houve vezes em que fui pedir para me fazerem as cobranças em lugar certo. Esqueciam-se das suas obrigações ou então tinham excesso de capital. Colaborei com eles sempre que me pediam. No caso presente antes de fazerem este pedido deviam consultar a nossa grande indústria porque estou seguro que muitas empresas marinhenses arranjariam logo maneira de apoiar. Também somos solidários ao contrário da autarquia que não sabe o que fazer neste campo social. Aliás estou de acordo em que estas entidades recebedoras de valores da Segurança Social deveriam ter um conselho de cidadãos para irem apoiando a instituição e verificando se tudo corria bem. Mas não podem ser sempre os mesmos a ocuparem os mesmos lugares. Saem de um lado abre-se outra porta e lá estão eles a ocuparem os lugares que deviam ser de todos. São as chamadas formas do aparelho partidário e querem estar em todo o lado onde haja um voto para captar. Não estou a criticar o grande trabalho que tem feito a instituição mas parece-me que aqueles que dirigem estas instituições ficariam mais tranquilas com o acompanhamento de um grupo de cidadãos.

  4. por exemplo no lar mesericordia onde quem manda eleito por não sei quem empregada preferencialmente a família e cidadãos vindos da terra de onde o senhor é natural.e não presta contas a ninguém e mesmo assim arroga se no direito de reivindicar todos os apoios do estado.

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