As perguntas do mercado

CuriosoCMMG, Mercado12 Comentários


Sabe-se que do ‘estudo’ que foi feito a maioria dos 400 inquiridos escolheu o mercado nas proximidades do actual. Não se conheciam as perguntas que foram feitas. Soubemos hoje quais foram:

O presente inquérito destina-se a avaliar o modelo futuro para o novo mercado municipal da Marinha Grande. Em primeiro lugar gostaria que me dissesse se frequenta regularmente o mercado municipal da Marinha Grande?

O que o/a faria passar a frequentar regularmente o mercado municipal da Marinha Grande?

Falemos do futuro mercado municipal da Marinha Grande. Relativamente à dimensão do futuro mercado, isto é, número de bancas e dimensão em espaço, qual prefere: igual ao actual, maior que o actual ou menor que o actual?

Relativamente ao modelo, qual prefere: mercado todo coberto, mercado todo descoberto, misto ou outro?

Relativamente aos diferentes tipos de equipamentos/bancas existentes no futuro mercado, o que prefere: igual ao actual, com menos equipamentos/bancas ou com mais equipamentos/bancas?

Independentemente do número de equipamentos/lojas/bancas que prefere, pedia-lhe agora que me disse o quanto importante considera poder existir no futuro mercado cada um dos equipamentos que lhe vou ler. Peço-lhe que use uma escala de 1 a 5, em que 1 equivale a nada importante e 5 equivale a muito importante. Vamos começar por loja(s) de artesanato. Qual a importância que atribui à existência deste tipo de equipamento/banca/loja no futuro mercado?

Relativamente à localização do futuro mercado, vou ler-lhe 3 localizações possíveis: de entre as 3, gostaria que me dissesse qual prefere em 1º lugar: no espaço actual, proximidades; na área dos estaleiros municipais ou nas instalações da FEIS? E qual a localização que prefere em 2º lugar?

No seu caso pessoal, tem interesse em mudar o seu estabelecimento para o novo mercado municipal?

No seu caso pessoal, teria algum interesse em ter um espaço comercial no espaço do novo mercado municipal?

Vamos aguardar que os resultados sejam tornados públicos para que se perceba o que os 400 inquiridos, 379 da Marinha, 12 da Moita, 2 da Vieira e 7 de outra, responderam.


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12 Comentário em “As perguntas do mercado”

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    Se em vez de 400 tivessem sido feitas 1000 ou 2000 entrevistas talvez o resultado tivesse sido diferente!
    400 entrevistas em 38.000 habitantes é um número muito pouco representativo!
    Mas quando se escolhe o que é mais barato em vez do que é melhor não se pode esperar resultados diferentes!

    1. Curioso

      Caro anónimo. O contrato não aparece na lista de contratos públicos. O que sabemos, no momento, é que “A Sr.ª Vereadora Cidália Ferreira referiu que a Câmara tomou a decisão de fazer o estudo
      do mercado, está decidido, está na revisão e foi aceite. Agora está aqui a discussão da empresa que vai fazer o estudo e é nisso que todos se devem centrar. Do que ouviu pensa que se chegou a um consenso de duas empresas, a GFK e a Cemase, embora até se tenha chegado à conclusão de quem se iria contratar, por ser a empresa que dá mais garantias. Neste momento é só decidir para avançar e marcar a reunião de todos com a empresa” e que “O Sr. Presidente referiu que se vai então pedir à GFK os itens do trabalho que estão esquematizados na proposta da Cemase, e que a esta se irá pedir o portfólio dos trabalhos deste ano”. Que “O Sr. Vereador Carlos Logrado disse que é a GFK que tem o melhor preço, é a empresa mais credível e deverá seguir a metodologia que o executivo quer. Pensa que todos concordam que se faça o contacto rapidamente e que a reunião seja já para a próxima semana” e que “O Sr. Presidente disse que já obteve a perceção de todos, mas nesta altura não sabe onde será o mercado”.

  2. Avatar

    Por falta de estudos alguns fechados a 7 chaves não morreremos de fome… O presente inquérito destina-se a avaliar o modelo futuro para o novo mercado. Mas o novo mercado está feito no Atrium. O actual abarracado não substitui nada nem pode ser considerado mercado. Mas estudos devido à falta de empregos qualquer um pode fazer, seja credível ou não. Estranho por isso que nem uma pergunta fosse feita sobre o único mercado novo que temos na Marinha. Apenas por curiosidade quanto já custou o abarracado em alugueres, melhoramentos, despesas de manutenção ao longo de todos estes anos. É mesmo difícil viver-se na Marinha porque quando não há motivo para se discordar inventa-se.

  3. Avatar

    Que percebe minimamente de estudos de opiniao e de investigação sabe que uma amostra ajustada (esta está ajustada geograficamente e por interesses em relação ao mercado).
    Certamente não será perfeita mas pelo que sei não é por aí que devemos discutir.
    Os resultados não surpreendem quem vai ao mercado, e boa possam ser incómodos para alguns que têm ideias feitas.

    1. Avatar

      Estudos de opinião e de investigação?
      Bem é Carnaval, ninguém leva a mal.
      Os resultados não surpreendem quem vai ao mercado? Claro, mas o sucesso de um equipamento destes só se alcança, se ele tiver condições para atrair as gerações mais jovens, que nem sequer foram ouvidas.
      Ouviram os comerciantes, cuja posição é conhecida quanto ao Atrium, denunciada só depois da AM ter aprovada o novo Regulamento de Taxas e Licenças e ouviram alguns frequentadores do mercado.
      Qual foi o critério para escolher os 400 entrevistados. Moeda ao ar? À porta das tendas? Como foi?
      Investigação????

  4. Avatar

    Se a desonestidade intelectual e política pagasse imposto, os responsáveis políticos que encomendaram este estudo à medida, como fizeram Artur de Oliveira e Barros Duarte em 2005, teríamos o problema do défice resolvido.
    Reparem que, estando construído e pronto a usar um mercado novo, envolto em polémica mal explicada, é certo, as perguntas que foram impostas à empresa, de forma absolutamente desonesta, colocam só 3 possibilidades possíveis:
    1 – No espaço onde está parte do estaleiro e esta é exequível.
    2 – Na antiga FEIS, que é propriedade privada, sendo dono o BCP.
    3 – No espaço actual / proximidades????
    Ora, no espaço actual não se afigura possível, nem desejável, porque esse terreno foi comprado ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social para a ampliação da Zona Desportiva e com uma cláusula de reversão na escritura, se lhe for dada outra finalidade. Esta decisão de comprar teve que ser aprovada pela Assembleia Municipal e teve os votos favoráveis da CDU e do PSD, mesmo depois do alerta do deputado Henrique Neto, que avisou que se a proposta da Câmara fosse aprovada, inviabilizava a posição do PCP, que queria o Mercado naquele local. Por essa razão, aparece na pergunta uma “/proximidades”, porque o executivo está a pensar nos terrenos do Casal do Malta, possivelmente os do Artur de Oliveira, o que configura uma negociata.
    Esta deslocalização das tendas para um local escondido, se for revelada aos comerciantes, pode não ser muito pacífica.
    Se estivéssemos a lidar com autarcas sérios e responsáveis, antes da consulta pública “viciada”, o Mercado Atrium deveria ter estado aberto durante um largo período, para todos os que quisessem o visitassem e então, depois, as perguntas poderiam ser colocadas, mas incluindo sempre o Atrium como opção.
    Assim, esta manobra é mais uma machadada na credibilidade política dos que teem poder de decisão e, episodicamente ocupam lugares para os quais nem sequer foram eleitos.
    VERGONHA.

  5. Avatar

    Na explicação que o A . Constâncio dá refere autarcas sérios.
    Será que se perguntarmos aos 400 inquiridos eles identificam o proprio

  6. Avatar

    Há pessoas que estão de mal com a vida.
    Há outras, que para além disso, aparentam demência.
    Há muito que temos assistido a esta saga mas hoje foi o apogeu, senão vejam: afirma que os autarcas não são sérios e responsáveis, quando são muitos os casos em que sobre ele têm recaído suspeitas, provavelmente infundadas.
    Mas quando alguém sem afirmar, mas apenas insinuando que ele se olhe ao espelho, então reage desta forma.
    É caso para dizer que não falarem de mim vou eu falar dos outros.
    Para mim que ainda tinha algum respeito chegou ao limite. Jamais levarei a sério o que diz.

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