CMMGVitor

man-sleeping_1Não, não apanhámos o Vítor a dormir em serviço! O que apanhámos foi o que tem sido o que parece ser um vírus que a terra contraiu e à qual o vereador hoje fez referência: pasmaceira. A terra vive, desde que há anos o PS tomou conta dos destinos da terra, um estado de pasmaceira que parece não ter cura. Hoje o Vítor fala no facto de não existir ainda orçamento e de o que têm para trabalhar ser apenas uma proposta dos “serviços” e não dos eleitos. Naturalmente que não se espera que sejam os vereadores a elaborar a propostas de orçamento e parece-nos que isso não seja o que a oposição esperasse. Esperariam que fossem capazes de poder discutir as propostas que constam no esboço de orçamento que tem sido discutido, mas não têm conseguido! Pelo que se sabe, e surge em parte no que o vereador escreveu, os dois eleitos que comandam os destinos do concelho não têm conseguido defender nem justificar o que tem surgido na proposta feita pelos “serviços”. Resulta daqui o que mais do que uma vez tem sido falado quanto quem decide e quem manda. Quando os eleitos não conseguem defender o que deveria ser sua iniciativa, fica tudo dito. Temos que concordar com o que o vereador diz quando faz referência às obras que são anunciadas mas que depois não passam disso mesmo, de anúncio. A única coisa que se tem visto ser feita é mesmo o espalhar de alcatrão e uns ou outros arranjos em jardins! Não admira, por isso, que a pasmaceira que aqui se vive leve a que qualquer um possa adormecer à espera que algo aconteça. Refere o Vítor que não há liderança mas temos aí que discordar! Há liderança, só que não vem de quem foi eleito o que leva a que continuemos parados no tempo, como desde há vinte anos, sem que os dois eleitos, que deveriam decidir, consigam ter o rasgo de visão que lhes era pedido para que conseguissem tirar a terra do marasmo em que vive desde há muito. A incapacidade de poderem ter, até ao momento, uma proposta de orçamento para o ano que vem, depois do que foi feito no que diz respeito à revisão, é evidenciador da incapacidade que existe por aqueles lados de orientar a autarquia. O atraso na revisão do orçamento não é desculpa que justifique estarmos a chegar a Dezembro e não ter sido ainda aprovado o orçamento que irá ser entregue ao Telmo. Quando se fala nos nomes que poderão concorrer às próximas eleições e pensamos que poderão ser os que têm governado a terra, sem que consigam sequer entregar um orçamento para discussão que consigam defender, o receio instala-se pelo que poderá vir a ser o futuro da terra. Como alguns poderiam dizer, o medo está presente.


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1 comentário

  1. Não consigo entender que cidadãos que se apresentaram a eleições representando o eleitorado não se consigam entenderem em aspectos básicos há vida de uma cidade e dos seus cidadãos. Deveriam trimestralmente acompanhar o orçamento quer em valores quer em plano aprovado para o ano em causa e apresentar em reunião resultados aos eleitores. Hoje a informática há medida que vão introduzindo receitas ou despesas bem organizadas ela encarrega-se de apresentar em mapas todos os desvios em relação ao orçamento. Por favor senhores eleitos não compliquem o que é fácil e tantas vezes do agrado do cidadão ao escutar notícias em tempo real da sua terra. Este é o melhor tratamento para a Transparência exigível por todos. Se assim tivessem muito dos casos aqui relatados não teriam acontecido. Por exemplo a casa de S. Pedro de Moel e a prestação de serviços sem contrato ou orçamento. Basta de tanta incúria e desleixo.

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