A justificação

CuriosoAurélio, Cidália, CMMG3 Comentários


sick_man_vicente_2Hoje também o Aurélio sai em ataque à Cidália por causa do orçamento estar ainda sem que se veja qualquer espécie de luz ao fundo do túnel. Segundo se pode ler, está contra o facto da Cidália ter dado como justificação para não haver ainda orçamento um problema de saúde do Vicente. É razão para que se diga que não bate a bota com a perdigota! Por um lado foi apresentado aos vereadores um esboço de orçamento feito pelos serviços, por outro é dada a justificação de uma situação de saúde para que não se discuta! Em que ficamos? Naturalmente que questões de saúde estão primeiro mas fica-se sem entender em que medida a justificação dada pela vereadora, a que o Aurélio faz referência, tem fundamento quando são os serviços quem apresenta a proposta. Todas as justificações que se possam arranjar não são bastantes para que se entenda o motivo de sermos o único concelho do distrito que não sabe ainda o que vai gastar o próximo ano. E é quando se usa o termos ‘gastar’ que surge uma outra questão! Quando foi aprovada a revisão ao orçamento foi alocada uma verba para pagar a divida ao IHRU de modo a evitar que se acumulem mais juros. De acordo com a informação que conseguimos ter existe um problema! O valor que é reclamado por aquele instituto é superior ao que foi destinado a ser feito o pagamento, podendo não se conseguir chegar a tão almejado entendimento. Com tudo o que se está a passar e tem passado, o Aurélio queixa-se da justificação que a Cidália deu quanto à situação do Presidente e parece-nos que o ajustado seria que ela tivesse justificado o que se passa não com a doença de uma pessoa mas com a doença de que a câmara inteira parece padecer. É que com tanta confusão, tanto atraso e tanta ineficácia, que se tem vindo a arrastar ao longo dos anos, o problema poderá ser mesmo de doença cujos sintomas parecem apontar para que se trate de uma septicemia.


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3 Comentário em “A justificação”

  1. luis

    A questão do orçamento não é uma questão apenas técnica mas política. Sabe-se ou estima-se saber quando se vai receber e é isso que se vai gastar. A questão é saber em quê e isso (tirando as despesas correntes) são opções políticas a fazer pelos edis e desde logo pelo Presidente da Câmara.

  2. Avatar

    O PS, está e vai pagar caro a exclusão que estes incapazes moveram a alguns militantes com competência comprovada, na ânsia de sós e sem qualquer desassossego oposicionista, virem a comandar os destinos do concelho, como veio a confirmar-se.
    Os seus limitados limites, facilmente denunciaram quanto são incapazes de gerir o concelho.
    Lamento, lamentamos que não encontrem a porta de saída para dar entrada a gente capaz, que acabe com o definhar de um concelho cheio de tradições progressistas e de vanguarda nas ideias e concretizações.
    Que pena!

  3. Ernesto Silva

    Já hoje lemos no jornal local algumas dicas da última reunião camarária em que munícipes de Picassinos, da Pedrulheira e da Moita apresentaram o seu descontentamento em relação a água servida nas torneiras de Picassinos, da falta de saneamento na Pedrulheira e na falta do PDM na Moita. Para todos Paulo Vicente avançou já com despesas para o Orçamento de 2017 mas sempre com soluções feitas aos saltinhos, não aproveitando os fundos europeus para resolver de uma penada embora por etapas o problema da água na Marinha, pois refere que irá verificar se tentará minimizar o problema da água ou resolvê-lo de vez. Então em que ficamos? Quanto ao saneamento básico para a Pedrulheira cita que já há projecto e que irá sendo feito por fases. Em 2014 disse o mesmo que tinha um projecto para a zona de Pedreanes e está passado a acta e 3 anos depois nem desenho ou rabisco quanto mais projecto. Projecto sim para a totalidade desta cidade que tem nome bem dignificado no panorama português. Quanto ao PDM da Moita não diz quando estará pronto, mas sim que haverá discussão pública mas que haverá limitações do REN e da RAN. Consta que existem empresas da Moita a procurarem novos ares.

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