AtriumCMMGLogrado

O Logrado abandonou a reunião de ontem e é quase certo que não irá aprovar o que quer que possa surgir (a menos que dê mais uma cambalhota). Ao contrário do que se poderia esperar e do que tem sido o seu discurso, o ponto da discórdia foi o mercado e o Atrium. Fazendo uma cambalhota em relação ao que tem dito, veio defender o Atrium e começou a atirar culpas para o PCP, tendo o Vítor ameaçado abandonar a reunião não sem que devolvesse as culpas ao seu apoiante, o Constâncio. A discussão começou a aquecer e não terminou sem que fossem igualmente atiradas culpas ao PS pelo facto de não ter aberto o mercado lá quando teve hipótese. Depois de muita discussão em torno do assunto, o Vicente avança com a proposta que tinha já antes sido falada – e sobre a qual não tinha havido questões – de fazer o estudo e é aí que o Logrado abandona a reunião! Ficou claro que o Logrado mudou de opinião e agora já quer o mercado no Atrium, ou não podem contar com ele para nada! O que ontem ficou claro foi o facto de, com o vereador, as coisas ou são como ele quer ou não há negociação. Desta vez foi o Atrium que, pelo que fomos ler nas suas publicações de campanha, nunca foi um assunto que ele tivesse colocado como proposta e menos ainda como condição para o que quer que fosse. Ontem ficou claro que o conceito de ‘democracia’ é um que deverá ainda ter que ser aprofundado para aqueles lado. Quando um eleito se acha detentor de toda a razão e não admite que outros também a possam ter, dificilmente se poderá conseguir estar em democracia.


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13 comentários

  1. Parece que as coisas não vão bem no Reino da Dinamarca.
    Não faço nenhuma ideia do que se passou nesta reunião de Câmara. O texto do Curioso também não ajuda nada, mas pegando em frases soltas e considerações pessoais, é legítimo que possa concluir o seguinte:
    – Como tem sido público e aqui repetido neste espaço de calhandrice, até à exaustão, o executivo camarário que venceu as eleições em 2005, PCP/PSD, com base em documentos “dolosamente” forjados e manifestamente FALSOS, decidiu não prosseguir a instalação do Mercado no Atrium, com o edifício já pronto, tendo optado por uma solução provisória, com o investimento e instalação ilegal de tendas na Zona Desportiva, para ali funcionar por um curto período, até encontrarem uma solução definitiva.
    – Entretanto, decorreram ONZE ANOS (11), sem que, no mínimo, consigam apontar um caminho alternativo, mantendo a funcionar uma estrutura precária, em completa violação das normas de higiene, que salvaguardem a saúde pública.
    – O Atrium, um investimento público avaliado em cerca de DOIS MILHÕES DE EUROS, foi construído com base em sucessivas deliberações da Câmara e da Assembleia Municipal, com os respectivos projectos de arquitectura e especialidades aprovados com os pareceres favoráveis dos técnicos que os apreciaram e informaram e com o visto prévio do Tribunal de Contas.
    – A fracção do edifício construído pela Câmara está registada nas contas da Autarquia como um activo e consta da lista do Património que a Câmara possui.
    – Para se eliminar este activo, resultante de um investimento feito com legitimidade política e jurídica, que só foi possível concretizar com votos favoráveis ou abstenções do PCP e do PSD, entre 1994 e 1997, é forçoso e imperativo que a decisão da sua inviabilidade para o fim para o qual foi construído, seja tomada por deliberação de Câmara, mediante uma rigorosa fundamentação técnica e jurídica que comprove essa inevitabilidade, devendo submeter a sua decisão à Assembleia Municipal.
    – Se não forem dados estes passos, os autarcas que votarem a aprovação de um novo investimento para o mesmo fim, podem incorrer na prática de crime de gestão danosa e (ou) crime de responsabilidade financeira.
    – Pela minha parte, tenciono recorrer a todos os mecanismos legais para exigir o cumprimento da lei, nomeadamente, numa primeira fase, requerer uma providência cautelar que trave o processo, antes que decisões precipitadas, populistas e ilegais se tornem irreversíveis, podendo ainda formular uma queixa ao MP no sentido de serem apuradas responsabilidades individuais dos autarcas envolvidos.
    – Lembro ainda que, mandaria a prudência, que vereadores que têm familiares directos como parte interessada na solução a adoptar, porque são comerciantes no mercado, se abstenham de participar na discussão e votação deste assunto nas reuniões de Câmara, porque se o fizerem, estão a violar o Estatuto dos Eleitos Locais e a Lei das Incompatibilidades. Refiro-me, concretamente ao Sr. vereador Aurélio, a quem desejo que a sua previsível longa carreira política não fique manchada, por fundamentar o seu apoio à construção de um novo mercado na opinião maioritária dos interesses privados dos comerciantes, entre os quais o seu pai.

    • Oh Constancio, pede para ir à casa de banho e vai-te embora, que a tua conversa sobre o mamarracho que mandaste fazer já cheira mal.

      • Lá tem dias? E aí, é só maresia. O excesso de iodo paralisa-te o cérebro. Deve ser da altura. Massa encefálica de caracol só pode produzir meia dúzia de banalidades ofensivas. É agora assim, a coberto do anonimato, como era dantes, nas costas, à punhalada. Já fui à casa de banho, podes vir servir-te.

  2. Oh… lá tem dias (anónimo) continuas provocador como sempre foste. Não te chega tudo o que tens conseguido à custa de estares inscrito num partido de seguidistas e onde tens usufruido de grandes locais para receberes aquilo com que se compram os melões. Devias trabalhar no privado para marcares cartão e saber o que custa a todos os que fazem mover a máquina do Mundo do trabalho e que sempre se levantaram ao som das muitas sirenes que existiam nesta cidade para chamar os que o fazem rolar a chegar a horas às reuniões da entrada das fábricas. Pensa um pouco à custa de quem tens vivido. Curioso deveria ser repormos as sirenes nas fábricas que ainda vão sobrando nesta cidade porque espaço só temos este. Não há mais é como as bom bocas. Os ministérios de um mesmo governo estão longe. Custa-vos dobrar a coluna por um motivo justíssimo. Mais terrenos para implantar novas fábricas. Os jovens que andam nas Escolas hoje precisam deles. Movam-se e façam o que tem a fazer. Serás cilindrado pela máquina do tempo que não pára e nem passa duas vezes pelo mesmo local. Devias lembrar-te da creche da Ivima que se mantém fechada devido ao bloqueio que os mesmos de sempre fazem quando tem um local para receber crianças para aliviar muitas mães que não conseguem ter trabalho no partido porque o tem que procurar pelas fábricas existentes. Mas com os filhos ao colo não o conseguem. Celebremos a República com a abertura desta creche encerrada que é uma enorme nódoa na actual governação local. Comprem um limpa nódoas pf.

    • Realmente é muito bom ver a forma como se ataca alguém que tenta desmascarar negociatas para defender outro que será responsável por elas e agora tudo faz para defender a sua dama e não ser ele mesmo levado à justiça por desbaratar fundos públicos num projecto falhado só porque recebeu uns trocos. Será que também você comeu da mesma gamela? É o que dá para supor, com uma defesa tão acérrima.

      • Desmascarar negociatas?
        Você não desmascara nada. Você não argumenta. Você não acrescenta nada.
        Você é como uma bosta grande, de mais de 2 metros de altura, que não se move, só cheira mal.
        Se sabe alguma coisa sobre trapaças e desbarato de fundos públicos que o MP não saiba, força. Carregue homem, mas de preferência, dê a cara, para me poder defender.

  3. Oh…lá tem dias se lê nas minhas palavras uma protecção ou uma parva acusação de que eu teria comido da mesma gamela, você deve estar a falar com a pessoa errada, primeiro porque nunca comi das gamelas, segundo porque passo em qualquer lado de cabeça erguida sem telhados de vidro. Quem costuma comer nas gamelas lá na minha terra são os porcos, os recos, os tós os mesmos que poluem o rio Liz e a autarquia é incapaz de os colocar no sítio certo ou seja no MP. Se alguém recebeu fundos públicos, você só tem uma solução seja corajoso e vá à casa da Justiça fazer a competente denúncia. Se não o fizer você não passa de um fanfarrão mentiroso e incapaz de provar o que manda para aqui tipo bojarda. Eu limito-me a constatar aquilo que o senhor fez durante a sua vida. Tão simples como isso. Quem não deve não teme seja homenzinho.

  4. Hoje li o comentário do Sr.A.Constâncio e sinceramente embora seja dirigida a um anónima não deixa de ser lamentável as palavras usadas.Digo-lhe frontalmente perde-se a razão quando se parte para a ofensa pessoal.

  5. Caro Armando Constâncio.
    Deixe os ressabiamentos. O “seu” mercado já era. Se não abriu o culpado tem um nome: o seu.
    Tenha a sensatez de verificar que está sozinho nessa cruzada(talvez não agora, porque agora tem um teco que parece ter abandonado os mercaditos de rua).
    Deixe essas suas ameaças tolas que não amedrontam ninguém,
    Não desbarate ainda mais a credibilidade politica e pessoal que ainda lhe resta.
    Não alinho em conspirações mas há coisas que são como as bruxas: não se veem
    mas “que las hay … “.
    Descanse homem, que lhe fará melhor à saude.
    Um abraço

  6. E impressionante a forma como alguns (quase que os posso identificar, pela altura uns, ainda que tentem disfarçar a forma como escrevem, porque o conteúdo de ódio pessoal está lá e outros, directamente envolvidos, sugerem que me remeta ao silêncio, mas quase ninguém contrapõe argumentos, evitando o contraditório. Preferem insistir nas insinuações torpes e prosseguir a cruzada de assassínio de carácter que iniciaram em 2004, para ganhar vantagem na linha de meta para as eleições de 2005, que, se ganhas, os levariam ao Olimpo.
    Comentários como estes do “Atento” (que pelo menos não é ofensivo) e do execrável “Lá Tem Dias”, não acrescentando nada à discussão, tentam condicionar o direito à liberdade de expressão e pensamento a que tenho direito e que uso de cara levantada com assinatura por baixo.
    Jamais me condicionarão e quem me conhece mesmo, sabe que não faz parte do meu ADN deitar a toalha ao chão. Este assunto está longe de estar encerrado.

  7. Escreveu há dias o anónimo Lá tem dias que se é atacado quando ele tenta desmascarar negociatas no caso mercado do Atrium. Lá tem dias tem aqui na actuação da autarquia um campo mais vasto para atacar as negociatas que todos os dias nos são debitadas aos nossos ouvidos. Será que os seus ouvidos são selectivos e só ouvem uma das partes? Se é uma pessoa séria como afirma procure investigar esta última onda aqui relatada. Tem para todos os gostos e são como as cerejas puxa-se uma e vem o cesto completo. Que não lhe doam as mãos para bem da autarquia marinhense. Refiro-me como já deve ter reparado àqueles que tem dominado a Câmara nos últimos 2 mandatos.

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