Desespero

Categoria Cidália, CMMG, Escola by Curioso1 Comentário


depressed-woman_1Ontem sentiu-se o desespero da Cidália. Nem mesmo a tese de que estão a ser vitimas da oposição, que não os deixa trabalhar, vai poder colher depois do que ontem aconteceu. Quiseram, na modificação ao orçamento, retirar dinheiro da sinalética para por no estudo para o Centro Escolar. A oposição não foi na conversa e a proposta não avançou. O problema colocou-se depois quando avançaram para a discussão do Centro Escolar. A Cidália em desespero por sentir que a câmara pode perder, segundo ela, 2.4 milhões de euros se não entregar o projecto até ao final de Outubro. Claro que a Cidália não conseguiu explicar o motivo de até agora a carta educativa não ter avançado e fica-se na dúvida se o que está feito, claramente insuficiente, vale de alguma coisa. Mesmo no que diz respeito a quem tem por função a elaboração da carta, surgiram dúvidas quanto à sua capacidade para a executar. Apesar da Alexandra ter saído antes do fim da reunião – o que não deixa de ser estranho tendo em conta que ela teve o pelouro e foi muito pela sua posição que a coligação rompeu há um ano – ficou claro que não se entendem e, uma vez mais, a posição do Logrado é no sentido de ser contra tudo. A sua ideia assenta em se criar um Centro Escolar no Engenho e outro na Ordem, o que levará ao encerramento das duas escolas aqui existentes! Já da parte da Cidália a ideia assenta em enviar projecto para a CCDR, independentemente do local. O local já não é um aspecto importante. Parece que a ideia de fazer projectos que se encaixam em vários locais, tal como o do mercado, é a matriz pela qual a câmara se rege! Percebeu-se que agora, porque deixaram este assunto ser arrastado quase até ao limite do prazo, que o desespero tomou conta deles sem que possam acusar a oposição de se poder perder o apoio por sua culpa. Fica-se sem compreender em que medida a Cidália considera que consegue, neste mês e meio que falta, elaborar o projecto quando se sabe que, para ser bem feito, é um trabalho que demora meses. É, uma vez mais, trabalho feito em cima do joelho e hoje a câmara anda ‘com as calças na mão’ desnecessariamente, muito por culpa da Alexandra e da Cidália que não fizeram o que deviam. No final da discussão chegou-se à conclusão evidente: a de que nada concluíram!


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Comentários

  1. Ernesto Silva

    Há cerca de 30 anos o número de jovens que entravam na escola primária era de cerca 170.000. Este ano não passam dos 85.000, portanto metade em tão pouco tempo. Para tão poucos jovens devido à austeridade que levou a emigração e devido à falta de investimento público porque só em juros o Estado Português tem de entregar anualmente 9 mil milhões de euros costuma dizer-se que em tempo de guerra não se limpam armas. Nem a carta educativa apresentaram previamente bem desenhada. Na n/ cidade existe uma pressa na construção ou abertura de novos edifícios que depois passam ao esquecimento. Calma a caldos galinha nunca fizeram mal a ninguém. Prioridades precisam-se porque as escolas em causa foram remodeladas. O tempo passa a correr e os passos seguintes no 2º ciclo são mais importantes e no 3º ciclo na secundária idem aspas, aspas. Pensem primeiro na creche da Ivima essa sim que vai alimentar no futuro as escolas primárias e as mães tem que procurar trabalho para auxiliar na economia caseira.

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