CMMG

relogioEstava agendada para hoje uma reunião de câmara extraordinária. 15 pontos na ordem de trabalhos, sendo que nenhum deles é polémico. Consegue-se, no entanto, perceber que estamos já em campanha eleitoral. O que poderia ser decidido num par de horas não o foi e está agora a reiniciar. Claro que é indiferente o tempo que os eleitos passam lá fechados na sala mas não deixa de ser estranho que estejam a discutir quase o sexo dos anjos quando poderiam decidir o que está para ser decidido em pouco tempo. Tudo o que até agora estava para ser aprovado foi-o sem que, no entanto, deixe de se notar que o ambiente por aqueles lados é de cortar à faca. O que se está a passar leva-nos a copiar um texto que lemos há pouco: “Parece-me que escrever alguma coisa sobre o que se passa na Marinha Grande em termos autárquicos, já não é mais do que chover no molhado (e sinceramente acho que já ninguém lê) dado, por um lado a apatia generalizada e por outro as certezas absolutas que parecem imperar e o bom senso deixou de ter lugar. Esta terra que deu tantos bons exemplos mesmo na gestão autárquica no Portugal Democrático e na capacidade de estabelecer os consensos necessários para pôr em primeiro plano os interesses da terra e dos seus munícipes, está hoje refém de um jogo onde os interesses pessoais e de “grupo” se sobrepõem aos colectivos. Tenho vergonha não de ser Marinhense, mas do facto de por razões conjunturais, estarmos tão mal servidos e as vaidades pessoais se substituírem aos reais interesses de quem votou naqueles que lhes pareciam merecer o seu voto.“.


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