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tiro-no-pe_vicente_1Quando há uns meses teve início o PEM, na ânsia de não perder o protagonismo, o Vicente fez questão de afirmar publicamente, para quem quis ouvir, que aquele programa era da sua responsabilidade e que estava sob o seu controle. Entendeu-se que o tenha feito uma vez que era a única forma que tinha de poder tentar retirar o protagonismo que o Logrado estava a começar a ter e, se tudo corresse bem, poder afirmar que tinha sido pela sua mão que se tinha conseguido alguma coisa. Depois da rotura, sabe-se que o Logrado ainda tentou que o programa não morresse e tivesse continuidade apesar do seu afastamento mas a resposta do Vicente não foi a que se esperava e nunca mais houve qualquer notícia daquele programa. A tentativa de não perder o protagonismo traduziu-se assim num enorme tiro no pé. Como se sabe, o programa era uma iniciativa encabeçada pelo Logrado que sem si estava condenada a morrer. Numa câmara em que não há ideias, em que não há iniciativa, a única forma que o Vicente tinha de conseguir mostrar algum serviço era mesmo chamando a si o que poderia ser uma ideia inovadora e daí colher os louros – e à data ainda não havia nada. Hoje percebe-se que o PEM é um fracasso. Tendo o Vicente assumido que o programa estava sob a sua orientação, o fracasso não pode deixar de ser atribuído a si. Nem com as linhas mestras traçadas houve capacidade de dar continuidade! Mas, bem vistas as coisas, existe alguma coisa que tivesse nascido pela mão dos eleitos do PS?


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7 comentários

  1. É mesmo isso. Não têm ideias.
    Hoje vão transmitir o jogo de Portugal porque foi iniciativa do C. Carvalho. Antes a Cidália disse que era muito caro. É o melhor exemplo da incompetência deles. Deviam ter vergonha.

  2. Sinceramente acho que de fracasso o PEM só tem o que os “padastros” TC e PV lhe impuseram quando se andam a discutir pontos de importância vital.
    E que, tal quais progenitores mal agradecidos, começaram a anunciar medidas irrealizáveis, como aquela do 1,5 milhões de alcatrão, mas só para o ano das eleições e seguinte (como se actualmente não estivesse a fazer falta).
    Mas claro o PEM para uns, era uma forma de por os munícipes a participar nas decisões, para outros era a (única) forma de garantir que o orçamento passasse e com ele mais um ano de farró!
    Tristes (des)governantes que, por proveito próprio, colocam em risco os interesses de todos os munícipes.
    Viva a Marinha Alegre que qualquer dia é pequenina.

  3. Está quase tudo dito de uma maneira simples e compreensível. O PV e TC não têm pingo de vergonha.
    Com o PEM viu-se coisas a mexer… O PV ficou com as chaves, lavou as mãos e arrumou-as.
    Quem leu o jornal da Marinha notou todas as semanas a contra informação do jurídico e da TC a enviar noticias falaciosas para os jornais, alcatrão com fartura e centro regenerado. Tristes figuras fizeram.
    Quem participou nas reuniões do PEM – turismo – não deve dar o tempo por perdido. Devem questionar o PV pelo seguimento dos projetos que estavam praticamente feitos e apertar-lhe os colarinhos. Foi um tempo de muita criatividade e e ideias para um concelho melhor. Peçam contas a quem decidiu desta maneira.

  4. Gostaria de saber se está a ser estudada a possibilidade de desviar a praga dos camiões que abastecem a fábrica do Barosa, para um local mais apropriado. Obrigado.

  5. porque se queixa dos camiões? são apenas 200 por dia e olhe que estrada foi arranjada só para eles.São os tais poderes ocultos

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