O que eles dizem

CuriosoMercado8 Comentários


“Acho que faz sentido colocai o assunto à discussão. Considero que o mercado no edifício Atrium não reúne condições, reunisse as condições para funcionar, teria entrado em funcionamento na altura devida. Embora possam existir opiniões muito diversas, acho que os marinhenses devem ser ouvidos. Não me agrada, pessoalmente, a solução atual, pois funciona em tendas há tempo demasiado. Acresce que aquela é uma zona desportiva. Acho muito importante que se promova a discussão do tema e que a localização seja, dessa forma, decidida.” (Isabel Freitas)

“No que se refere à matéria do mercado municipal, entendemos que deveríamos ouvir as pessoas. Nós já ouvimos em tempos: fizemos uma auscultação em uma. Vale o que vale, mas realizámos essa ação. Procurámos ouvir e transmitimos essas opiniões. Nada melhor do que ouvir as pessoas, o que têm a dizer e procurar agir de acordo com o que as pessoas pensam. Há muitos interesses: dos clientes, dos vendedores, dos marinhenses em geral. Há muitas variáveis, que os políticos têm a obrigação de ponderar e analisar. A nossa prática, a do PCP e da CDU, é saber ouvir.” (Vítor Pereira)

“Atualmente, este é um não assunto. Só existem duas verdadeiras alternativas em cima da mesa: a utilização multinuclear do mercado no Atrium e no Jardim Luís de Camões ou, uma segunda alternativa, que passa pela regeneração de um edifício existente no centro da Marinha Grande. É que existem 2,3 milhões de euros pré-aprovados, no âmbito do PEDU (Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano). Mas esta verba tem a condicionante de apenas poder ser canalizada para a regeneração urbana, o que inviabiliza as localizações na zona desportiva ou junto aos estaleiros municipais.” (Carlos Logrado)

“Até ao final do ano, alguma coisa terá de ser feita nesta matéria. Há seis anos que viabilizo os orçamentos camarários, na perspetiva de que o assunto se resolva, mas nada foi feito. O mercado no Atrium não reúne condições. O mercado precisa de espaço. Do meu ponto de vista, a antiga FEIS poderia ser a solução. Bastariam pequenas obras para a adaptar ao efeito. É um local central, com espaço. Defendo que deveria funcionar diariamente, proporcionando a visita a quem vem à cidade e que aí poderia beber um copo, por exemplo, para além de fazer compras, à semelhança de que sucede em outros mercados em várias cidades.” (António Santos)

“O mais importante será ouvir os utentes e vendedores do mercado e que a discussão pública generalizada não distorça a opinião de quem o utiliza. A Câmara tem o cadastro dos vendedores e deve fazer um inquérito junto deles. É importante perguntar por que razão a generalidade dos utilizadores do mercado prefere a atual localização à anterior no edifício da Resinagem. Fiz um inquérito em 2013 e as pessoas diziam-me que a localização era certa, mas não as condições. Confesso que tenho um interesse nesta questão: o meu pai é vendedor no mercado há 44 anos. Sei bem o que é o mercado.” (Aurélio Ferreira)

Fonte: Região de Leiria


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8 Comentário em “O que eles dizem”

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    Mais uns minutos e lá teremos nós mais um comentário do Constancio a dizer que estas opiniões (e todas as opiniões que forem contra a dele) não contam e o mercado tem de ir, obrigatoriamente, para o Atrium.

    1. Avatar

      Não faço ideia se os comentadores anónimos que por aqui passam, estão disponíveis para ler o estudo, cujo link aqui foi colocado, https://fenix.tecnico.ulisboa.pt/downloadFile/844820067124001/Dissertacao%20(ist%20167131)., mas apelo a que percam algum tempo a ler.
      Eu já o conhecia e muitas das minhas posições estão acomodadas nas orientações genéricas dos autores do estudo, a saber:
      – A implantação das médias e grandes superfícies, veio alterar hábitos de consumo, porque não só dispõem de oferta de produtos frescos, verduras, frutas, carne e peixe manipulados na hora, como oferecem toda a comodidade de estacionamento, deslocação por meios mecânicos (elevadores e escadas rolantes), higiene e conforto.
      – Os comerciantes que operam nos Mercados Municipais, oriundos de estruturas familiares ligadas à produção agrícola, são pessoas, na sua esmagadora maioria, idosas, que não encontram seguidores da sua actividade no seio familiar. Segundo o estudo, a esmagadora maioria é reactiva à mudança e à inovação, porque a falta de formação no ramo da sua actividade, as leva a recear não ser capaz de se adaptar a novos desafios.
      – A população que frequentava os mercados municipais há 30 ou 40 anos, em que a deslocação se fazia a pé ou de bicicleta e em que não existiam Centros Comercias a 10 Kms de distância, já não é a mesma que hoje os procura. Basta visitar o complexo de tendas medievais para verificar o nível etário dos vendedores e dos compradores.
      A população mais jovem, com filhos pequenos, jamais será atraída para espaços sem conforto, sem qualidade e sem higiene.
      – A localização dos Mercados Municipais estudados, em mais de 75% dos casos, situa-se na área do Centro das cidades e das vilas e funciona como pólo dinamizador de outras actividades, desempenhando o papel de alavancagem da actividade comercial circundante, no comércio tradicional, restauração, etc.
      – Esta forma de comercializar os produtos frescos, através dos produtores directamente ao consumidor, foi evoluindo, ao longo de séculos, da “praça” de rua, até a modernos equipamentos cobertos, cujas construções, inicialmente em ferro, são hoje em betão e alvenaria.
      Esta evolução vai continuar e dentro de muitos poucos anos, devido à avançada idade dos produtores/vendedores e da sua não renovação etária e à concorrência cada vez maior dos grandes Centros Comerciais, os chamados Mercados Municipais tradicionais vão (estão) a evoluir para novas valências de negócio, onde vai entrar a animação, o artesanato, as tasquinhas, as lojas especializadas, etc.
      – Na minha opinião, o Atrium pode responder satisfatoriamente às condicionantes aqui apresentadas.
      Pode funcionar articulado com o Mercado do Levante a localizar em frente do Campo da Portela, com os mercados das velharias que se podem estender pela Cerca até ao Centro Tradicional e pode, daqui a uns anos e quando necessário, adaptar-se a novas funcionalidades, articulado com o Centro Comercial ao lado.

      Ora, pegando nas opiniões recolhidas, podemos concluir o seguinte:

      1 – O PCP, a duas vozes, ao que percebo, responsabiliza o PS por o Mercado não funcionar no Atrium, não concorda com a localização na Feira dos Porcos porque é Zona desportiva e acha que as tendas não reúnem condições, apelando à discussão pública para se tomar uma decisão, não afastando liminarmente o Atrium.

      2 – O + Concelho, enquadrado numa estratégia de multifuncionalidades, defende o Atrium, ou, em alternativa, a instalação na Mortensen, porque poderia beneficiar de apoio financeiro do PEDU, não lhe chamando Mercado, mas outra coisa qualquer que se enquadrasse na regeneração urbana de zonas abandonadas na ARU.
      Isto, tem dois problemas:
      a) Primeiro a Câmara teria que adquirir o terreno ao Millennium e, conhecido o interesse da Autarquia em comprar, o Banco vai exigir alguns milhões.
      b) Para poder beneficiar dos 2,3 milhões inscritos nas verbas a disponibilizar para a recuperação daquele espaço, a Câmara terá, sem subterfúgios, de submeter candidaturas com projectos concretos e a edificação de Mercados, não me parece que esteja contemplada, porque são equipamentos para o exercício da actividade privada.

      3 – O António Santos, porque está “amarrado a um acordo com o PS, que lhe prometeu um Mercado novinho em folha, quer a promessa cumprida, mesmo sabendo que não tendo nenhuma delas sido respeitada, esta, se fosse possível, só o seria entre 2018 e 2020, a andar bem e com dinheiro de PEDU, período em que ele, certamente, não estará na Câmara como vereador do PSD. (talvez do PS).

      4 – Por último o Sr. vereado Aurélio Ferreira coloca o primado do interesse privado, representado pela opinião que acha vinculativa dos vendedores do mercado, entre eles o seu pai, como confirma, acima do interesse público, bem como, conhecendo os termos do contrato de aquisição daquele terreno celebrado com o IGFSS, parece achar que a Câmara, como pessoa de bem, o deve violar, o que levará o vendedor a accionar a cláusula de reversão. Estranho, mas estranho mesmo, é que não explique porque é que se derretem DOIS MILHÕES DE EUROS investidos num edifício que está disponível, mesmo antes de o testar.

  2. Avatar

    Vereadores e mais comentadores de”Lana caprina”. Quando temos gente capaz na autarquia para olhar pelo bem colectivo e não estes que nos esbanjam o nosso dinheirinho?

  3. Avatar

    Ai o Constâncio …
    Então só o Logrado e que diz que o Atrium até pode ser bom!

    Vão ouvir das boas porque ele não é para brincadeiras.

  4. Avatar

    Que diacho e eu que já tinha escrito tanto, pois essa do mercado já está a enjoar..
    São só homens que falam sobre o mercado, mas são as mulheres que lá vão. Elas é que sabem o que querem o que está bem e o que está mal
    Põe se a cagar bazófia por detrás da secretaria e nós nas compras s procurar o produtor das maçãs do seu pomar, das hortícolas da sua horta
    E a mais de, metade do preço das grandes superfícies.
    Quanto a só irem ao mercado pessoas idosas e ter tendência a acabar… E mentira. Ve se mesmo que não vão lá. Só vão nas vésperas das eleições…
    Ve se muita gente nova, pois o dinheiro não abunda para comprar por exemplo maçãs a 1,90 o kilo, quando se podem ir buscar ao mercado a 0,75 e muito boa de Alcobaça.
    Quanto as pessoas que vendem serem todas velhas,… Outra bazófia…
    Não vão lá para ver… Hoje há muita avó e avô que já tras os seus netos, pois chegaram à conclusão que os estudos que fazem, não encontram trabalho e têm de se virar para o negócio d família
    ..
    Quanto aos utentes do mercado, aconselhava a passarem por lá as onze ou meio dia e verem pelos carros que estacionam ao seu redor, a quantidade de gente que lá vai…
    Chateia-me serem os homens a falar no mercado… Pois não são eles que lá vão…
    E…….. Indo buscar artigos dum fulano qualquer que fez um estudo em que os mercados iam desaparecer…. É uma maneira airosa de fugir com o rabo à seringa e não rezolver a situação.
    Assim fica o assunto resolvido imediatamente, não se rezolve porque qualquer dia as pessoas que lá vão são velhas e morrem, as que vendem, acabam por morrer e não há vendedores…
    Com os aconselhamento às pessoas sobre a sua dedicação à agricultura e os jovens que não arranjam emprego para onde eles se hão de virar? Claro que é para os negócios do pais e avós… E nós aqui estamos para lhes fazer escoar os produtos…
    Os homens que se calem, não sabem do que estão a falar.Ainda não vi nenhuma mulher falar no mercado e todas gostam daquele lugar onde está… Quanto à zona desportiva junto das casas e das estradas onde há poluição, não seria altura de repensar no assunto pois para a saúde dos utentes não é aconselhável????
    Se eu mandasse nesta terra, tirava os bo. Bombeiros dali, iam para casal do malta e punha lá o mercado. A feira de levante aos sábados ocupava as ruas do parque da cerca, seria um bom negocio para os estacionamentos no centro… Pois estacionar por ali perto, atravessar a estrada e estar no mercado… Na minha perspectiva, era o sitio ideal…. Alegrava o centro. E as pessoas tinham onde estacionar a toda a volta do dito.
    Se já andam há tempo a falar em tirar os bombeiros daquele sitio…
    Seria um bom lugar para o mercado….
    Haja alguem que faça um inquérito porta a porta e não pôr os homens a falar disso, que já me metem nojo…
    Agora para os estaleiros? Prefiro ir aos domingos a pataias….
    Nos estaleiros fica num lugar do nada….
    Não há lojas, não há superes, é um lugar do nada mesmo…
    Queria escrever algo sobre o mercado e como você ainda tem alguma paciência para me ouvir, resolvi desabafar, pois estou farta de ouvir os Constâncios, os Vicentes., os homens todos que não vão ao mercado…
    Obrigada por me ler.. Cumprimentos

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