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agua-na-torneira_2No início de Março o Vítor “pediu ao Sr. Presidente um relatório detalhado com o número de presenças nas reuniões, o número de trabalhadores envolvidos e os resultados obtidos” e que “pretende ter conhecimento destes dados, pois parece-lhe que só o Sr. Vereador Carlos Logrado é que anda a toda a velocidade, e que os trabalhos não andam assim com tanta velocidade“. A isso o vereador respondeu em meados de Março que “todas as questões colocadas pelos Srs. Vereadores Vítor Pereira e António Santos estão respondidas na página do site“. A informação que já está disponibilizada no site não é clara mas fomos contar quantos são os que estão envolvidos no programa que promete por a câmara moderna. Os nomes dos que participaram nas reuniões são os seguintes: para a agenda (1 reunião) – Catarina Carvalho, Fátima Bentes, João Pereira, Sérgio Sousa, Álvaro João Caetano, Pedro Fonseca, Maria João Gomes, Aires Rodrigues e Gilberto Reis; para os pagamentos digitais (2 reuniões) – Elvira da Graça Ferreira, Alberto Rodrigues Antunes, Pedro Antunes, Ana Alves Monteiro, Sandra Paiva, Marco Sousa, Rui Pirraça, José Pereira e Cidália Ferreira; para os incentivos à reabilitação (3 reuniões) – Miguel Figueiredo, Inês Marrazes, Fernando Miguel Mendes, Luís Manuel Ferreira Branco, Armando Gonçalves Constâncio Santos, Carlos Miguel Ferreira Gaspar, Anabela dos Santos Mateus, Adriano Ferreira Paiva, Maria Manuela Sousa Miranda, Rui Verdingola, Pedro Miguel Vieira Silva, Carla Maria Tavares Franco e Fernando Miguel Mendes.


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10 comentários

  1. Há infelicidades de
    nascença que não se podem colmatar, com nascer surdo ou mudo, mas a pior de todas é nascer com pouco cérebro.E agora vem a questão que é, o que é que interessa ao Vítor um relatório detalhado com o número de presenças nas reuniões?
    É para mostrar “serviço”?
    Realmente há cérebros incapazes de ir além da sua pequena dimensão

    • Caro anónimo. Parece-nos que a questão que foi colocada quer pelo Vítor quer pelo Santos é legítima. Não é do interesse de todos os munícipes saber o que está a ser feito? O objectivo não é o de que haja transparência no que está a ser feito?

      • O que é que querer saber quem lá esta, tem que ver com transparência?
        Que eu saiba,as reuniões não são feitas a porta fechada e qualquer um lá pode ir, ver ou participar. E são estes senhores vereadores com direito de voto.É caso para dizer, perdoai-lhes senhor por não darem mais do que aquilo…

        • Caro Abreolhos. Uma vez mais parece-nos que as questões não são despropositadas. Só lá vai quem quer mas isso não significa que não se deva saber quem lá esteve até porque acreditamos que os funcionários da câmara que lá estiveram à noite terão recebido horas extraordinárias. Os vereadores não estão em representação de todos os que neles votaram? Parece-nos que cabe, por isso, a eles poderem questionar o que é feito em representação daqueles que não podem ou não querem lá ir.

  2. Depois de ler os nomes dos que estão nos grupos vejo que é agora que a câmara vai ser modernizada. Alguns mal sabem usar um computador e é assim que querem daqr contributos? Credo!!! É mesmo uma extensão do + Concelho. Não percebo é porque é que o Constâncio criticou o modelo na entrevista que deu mas também faz parte.

    • Não é sinal bom senso fazer juízos de valor sobre pessoas cujas capacidades desconhece. Digo falta de bom senso para não dizer outra coisa.
      Já agora explica lá, se for capaz, o que é que os contributos, traduzidos em ideias, têm que ver com o manipular dos computadores.Para o caso de não saber, antes dos computadores já havia seres pensantes e eram humanos com cérebro.

      • É simples. Se o que se pretende é ter um grupo de pessoas que possam ajudar a câmara a modernizar-se, é conveniente que eles saibam que caminhos seguir e que sugestões dar. Se os pelos menos dois dos grupos tinham a ver com a utilização de novas tecnologias, os pagamentos digitais e a agenda, seria bom que as pessoas que fazem parte desses grupos pudessem dar alternativas. Antes não havia computadores e já havia gente que pensava mas esses eram aqueles que ainda estavam habituados ao papel e não às novas tecnologias. Eu não preciso de argumentar muito. Basta ir ler o que está nos diarios de bordo que depois de ler este post fui fazer para perceber o que quis dizer.

    • Percebo que estamos num espaço em que o anonimato permite tudo e também percebo que as calhandrices se sobrepõem ao rigor do debate de ideias. N entrevista que dei à RCM, jamais pus em causa o modelo do PEM. Aliás, fiz exactamente o contrário, desafiando aqueles que têm responsabilidades e tudo criticam, a inscrever-se e a contribuir, com novas ideias, para tentar encontrar soluções. O que eu disse, referindo-me ao painel em que participei, foi que fiquei desiludido por de ter ficado aquém do que acho necessário para revitalizar o Centro Tradicional. Peço-lhe que volte a ouvir a entrevista e rectifique a ideia que tentou fazer passar.

  3. Enfim e assim vai a Marinha, nunca fizeram nada e agora vêm criticar quem tenta fazer alguma coisa, e com estas politiquices quem é prejudicado são sempre os mesmos, os munícipes. Uma vergonha esta oposição.

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