CavacoCMMG

palacio_belem_1Cavaco não uma das pessoas que deva sair em ombros quando terminar o mandato (pensando bem, ele já saiu noutras situações!). Mas, independentemente do que pensemos dele, há que repor a verdade quando isso se justifica. Durante a campanha lemos que por aqueles lados muitas das contratações são feitas por ajuste directo. Ontem lemos o relatório de auditoria do TC e lá consta que “o procedimento adotado para a aquisição de bens e serviços tem sido, frequentemente, o ajuste direto, por motivos materiais relacionadas com a segurança que têm justificado, também, a não publicitação no portal dos contratos públicos“. É uma justificação que até poderá ter alguma razão de ser. Isso levou-nos, no entanto, a pensar no que foi decidido na última reunião de câmara. Foi feito mais um ajuste directo. Muito provavelmente não se colocariam questões não fosse o facto de o ajuste ter sido feito para quem tem dado a cara pelo PS nas mais variadas ocasiões, representando o partido e os seus candidatos. Claro que este ajuste para um assumido e destacado membro do PS não é diferente dos que, na mesma área, eram feitos quando o PCP mandava e em que a escolha recaia também em quem defendia as mesmas cores. Não tendo nós capacidade para avaliar as questões de competência, não deixa de ser estranho que continue a haver ajustes directos e um dos critérios para os ajuste pareça ser o da cor partidária!


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