Nova ronda de negociações

CuriosoCMMG, PSD, Santos9 Comentários


Gladiator_2Está já em curso a nova ronda de negociações para que possa ser tentada a viabilização do orçamento para o próximo ano. Ontem foi a vez do PSD. No mesmo dia em que o Costa é indicado para formar Governo, os representantes do PSD reuniram com o executivo permanente. Acreditamos que tenham ido como os gladiadores entravam nas arenas, prontos para destruir tudo o que lhes aparecesse à frente (ainda mais sem o Álvaro estar lá para lhes dar alguns comprimidos). Depois do comunicado que fizeram há dias, em que tiraram o tapete ao vereador, a curiosidade que neste momento temos é a de saber se vai haver mudanças e, havendo, quem vai mudar. O Santos, na declaração de voto, elencou uma série de obras que, segundo ele, irão ser realizadas durante o ano que vem e que motivaram o seu voto a favor. Mantendo-se a realização dessas obras, não vemos como poderá mudar o sentido de voto. Ora, a questão fica então em saber-se qual a posição que a comissão política irá assumir ou que obras irão querer que sejam feitas para que viabilizem o orçamento. No comunicado referem que o executivo está “de novo em minoria” mas que “age e pensa como estivesse ainda em maioria” – curiosamente como aconteceu com a PàF – mas não deram a conhecer quais as políticas que acham que poderão fazer catapultar a terra que “definha a olhos vistos”. Pode ser que agora possam dar a conhecer o que acham que deveria ser feito. Fica a esperança de que os comunicados que possam surgir explicitem de forma clara qual o projecto que têm para a terra já que se percebeu que o que o vereador defende nada tem a ver com o que eles pensam.


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9 Comentário em “Nova ronda de negociações”

  1. Avatar

    Mais uma vez este blog promove a MENTIRA.

    Temde rever as suas fontes, já lhe foi dito mais que uma vez. São menos crediveis que o governo que hoje tomou posse (o que é dificil).

    Segundo as minhas fontes o que houve foi uma reunião de 5 pessoas (2 do PSD, 2 do executivo permanente e uma 5ª que devendo ser o vereador do PSD no executivo é antes o vereador do executivo no PSD – esta opinião é minha, não é das minhas fontes). Nessa reunião os 3 (três) vereadores presentes limitaram-se a explicar o orçamento aos representantes do PSD. Nunca, repito para ler melhor, NUNCA questionaram o seuqer puseram a hipótese de negociar fosse o que fosse com os ditos. Não se tratou de nenhuma ronda negocial, como escreve. Deste modo, nada do acontecido nessa reunião vincula ou condiciona a votação do PSD no Orçamento. Por muito que insista na MENTIRA, esta é a verdade dos factos.

    Reunião explicativa (em tempo algum foi pedido aos representantes do PSD qualquer contributo para o Orçamento) da qual o PSD sai livre para analisar e votar o Orçamento da forma que achar mais conveniente.

    1. Curioso

      Caro anónimo. Não houve ronda negocial? Então foram lá só passear e perder tempo! Mas é capaz de ter razão. Só se negoceia com quem o quer fazer. Nunca, repetimos, nunca afirmámos que o que resultou da reunião vincula a votação. Sabemos que os interesses partidários se sobrepõem ao que possa ser o interesse da terra, designadamente de poder ser governada com base num orçamento e não em duodécimos. Tanto quanto se sabe, e isso é público, as contribuições para o orçamento partiram dos restantes eleitos e não do PSD.
      Refere a pouca credibilidade das nossas fontes. Curiosamente elas parecem apenas estar erradas quando se trata do PSD! Mas pode ser que as nossas fontes estejam certas quanto ao que vai acontecer. Como, para si, elas mentem, não adianta escrevermos o que sabemos, correcto?

      1. Avatar

        Meu caro,

        não sei se foi perda de tempo ou não. Sobre isso quem pode responder é quem esteve na reunião. O facto é que escreveu que se tratou de nova ronda de negociações e isso não aconteceu, logo o que escreveu está errado (é, SÓ, o titulo do texto). Sobre o projecto do PSD para o Concelho, tecla que está sempre a repetir, é fácil de saber. Basta consultar os sucessivos programas eleitorais que esse partido disponibilizou aos eleitores nas diferentes elições locais. Porque não começa por ler o último ? E já agora porque não questiona os diferentes eleitos nos orgãos autárquicos (e não a estrutura partidária) porque nunca conseguiram atingir resultados minimamente aceitaveis( ao nível da execução desses mesmos programas) ?

        1. Curioso

          Caro anónimo. Poderíamos questionar os “Pedros” ou o Santos mas não nos parece que obtivéssemos resposta. Caso não conheça a expressão que usámos, ela pode ser lida de forma literal ou com o sentido que lhe quisemos dar e que, pelos vistos, não entende. Se não foi para “negociar” o voto a favor dos elementos da comissão política local, parece-nos que não faria sentido reunirem. Se foi conseguido ou não, essa é outra questão.
          Quanto ao “projecto”, conhecemos os programas eleitorais, estando o último aqui publicitado. Poderíamos questionar os diferentes eleitos mas parece-nos que, com excepção do último que entrou já como independente, todos os demais saíram do partido durante os mandatos! Terá sido por culpa deles? É capaz! Mas quanto ao “projecto” não vemos em que é que ele se diferencia dos demais programas eleitorais dos restantes partidos ou mesmo movimentos. A questão está em saber como atingir o que está lá escrito e se isso se consegue melhor com uma câmara a ser gerida com orçamento e cedências de quem não teve votos para formar “governo”, ainda que coligado, ou deixar a câmara a viver em duodécimos apenas porque o “projecto”, semelhante em tudo aos demais, não foi atingido (sendo que desse modo nunca o será). Mas a questão parece apenas colocar-se ao nível da estrutura partidária uma vez que, até agora, apenas depende dos deputados aprovar ou não o orçamento e não de quem está na câmara que, a manter a posição, deverá votar a favor.

      2. Avatar

        Mas quem é que tinha de tentar chegar a consensos ? O executivo ou a oposição ? De quem era a responsabilidade de achar pontos em comum que pudessem estar “plasmados” no Orçamento ?

        Gostava de saber a sua opinião.

        1. Curioso

          Caro anónimo. Parece-nos que é uma obrigação de todos os eleitos procurar chegar a consensos que permitam a governabilidade da terra. Dos que compõem o executivo permanente espera-se que chamem a oposição para deles colher os seus pontos de vista (que foram dados pelo PCP, MpM e + Concelho) e da oposição dar os seus contributos (que todos deram com excepção do PSD). Exemplo disso é o facto de o Logrado estar a negociar a inclusão de alguns pontos que considera importantes no orçamento. Claro que só se podem encontrar pontos comuns quando eles são apresentados daí que haja uma força partidária com a qual isso não será possível conseguir encontrar por nada ter sido entregue.

  2. Avatar

    Não foi isso que o Santos disse..ele disse que desta vez não ia dar nova lista de projectos do partido e seus porque ha 6 anos que anda a pedir coisas sem qualquer sucesso..não e bem a mesma coisa de “não apresentar nada” pois não?

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