Não se compreende

Categoria CMMG, PCP, Vitor by 1 Comentário


question_clipartHá argumentos que são usados pelos políticos que se entendem. Outros há que são de difícil compreensão. Ainda a propósito da questão dos centros escolares e do dinheiro que a câmara poderá receber da comunidade europeia, o Vítor ontem deu a conhecer que entendia que a câmara não deveria candidatar-se a quaisquer fundos porque isso iria traduzir-se num maior endividamento do país e no pagamento de mais juros à “troika”. Que estejam contra a criação de centros escolares ou encerramento de escolas entende-se. É uma questão de opinião. Agora que se argumente com a questão do endividamento e dos juros pagos à “troika” já vai além do que parece ser razoável e soa à necessidade de usar um argumento sem pés nem cabeça para justificar o que poderia ter sido justificado de outro modo bem mais simples. Perante esta afirmação estamos em crer que a partir de agora não se irá recorrer mais a fundos comunitários em assuntos que tenham a ver com os pelouros que são dos vereadores do PCP! Esta argumentação, a soa muito ao que é usado pelo partido nas eleições, partido que, pelo que lemos no seu jornal oficial, acha que o povo está ser enganado porque acham que a ideia geral população é a de que as legislativas são para eleição de um primeiro ministro quando são na realidade para eleição de deputados. Será que o autor do texto que saiu no “Avante!” não pensou que esse desconhecimento que refere, que segundo o autor é promovido pelos partidos da direita, pode ser o resultado do insucesso escolar, insucesso que alguns eleitos do seu partido parecem não estar interessados em resolver, tendo em conta a sua ausência em reuniões que debatem o assunto!


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Comentários

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    Por outro lado, o Vitor poderá entender que estando a Câmara numa condição financeira confortável não terá necessidade de recorrer a fundos que podem ser utilizados apenas por necessidade. Se assim for entende- se, caso contrário… Foi realmente um argumento descabido!

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