O jantar e os impecilhos

CuriosoÁlvaro, PCP, PS, VitorDeixe um comentário


conscience_1Ao contrário do que se poderia esperar, no Sábado todos os que mandam conseguiram passar uma noite inteira em amena cavaqueira, sem transparecer o mal-estar que existe. A forma como os eleitos se comportaram no jantar onde estiveram todos à mesma mesa faz pensar se não existirão outros factores que os vão condicionando na forma de agir. A ideia com que se fica é a de que, quer o Álvaro, quer o Vítor, têm uma espécie de grilos falantes que os vão orientando no sentido que a esses lhes dá mais jeito. No Sábado, sem terem quem os limitasse ou condicionasse, a forma como agiram até pareceu que poderiam entender-se. Claro que se entende que as forças dos partidos têm que ter a sua mão em cima deles mas pareceu ficar claro que, tendo eles agido de uma forma normal, sem mostrarem qualquer espécie de ressentimento, o problema poderá não estar nos eleitos mas nos que lhes dão apoio e nos que mandam nos partidos. Depois de os vermos fica-se com a nítida sensação de que o mal poderá estar mesmo noutros que não neles! Não conseguimos deixar de pensar no facto de, se os eleitos tivessem outros auxiliares e se os partidos tivessem outros a mandar, as coisas não funcionariam melhor para a câmara e para todos nós! Quando se continua à espera de ver qual o desfecho que irá ter a coligação, não se pode deixar de pensar no facto de o problema da terra poder não estar tanto nos que foram eleitos mas naqueles que neles mandam, a grande maioria dos quais que nem sequer a eleições se sujeitou a ir. Poucas dúvidas ficam em relação a concluir-se se a terra não estaria bem melhor sem eles, sem os que mantêm as rédeas dos partidos mas que nenhuma prova deram até hoje de saberem fazer alguma coisa.


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