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contas_design_vitor_1O ano começa e com ele deveria começar uma nova vida. Para alguns assim será mas não acreditamos que alguma coisa mude no que diz respeito a quem manda. Não sabemos como foi a passagem de ano dos que mandam porque, como nada foi organizado por eles, também não tivemos interesse em sabê-lo. Sabemos que não passaram o ano preocupados a fazer contas nem preocupados com o que se estava a gastar com a passagem de ano. Gastos em algumas coisas é, aliás, algo que não os preocupa muito. Desde que lhes dê visibilidade, não se importam de gastar. Pena não acontecer assim quando se trata de coisas que não permitem que sejam colocadas bandeiras nas ruas ou aparecerem a fazer discursos. Tudo isto porque tivemos acesso aos restantes elementos que nos faltavam em relação ao evento do Design. Apesar de continuar no site do evento que houve patrocínios, as contas não apresentam qualquer receita. O evento só teve custos. Continuamos curiosos para saber em que se traduziram os patrocínios! Mas voltando aos dados a que tivemos acesso, há  aspectos interessantes que os que mandam continuam a querer manter escondido. O evento custou 4800,00 euros com animação de rua; 11.200,00 euros com compra de artigos para serem oferecidos; 4760,00 euros em refeições; 1750,00 euros nos espectáculos de abertura e encerramento; 570,00 euros em alojamentos; 390,00 euros em bilhetes; 960,00 euros em vigilância; 10.000,00 euros em divulgação; 750,00 euros com os concertos e mais umas quantas rúbricas que incluem pagamento de trabalho extra. Tudo isto somou a módica quantia de 41.000,00 euros. Por razões que estão ainda por explicar, os que mandam não parecem querer que estes números se saibam. Quando um dia soubermos o valor dos patrocínios – se é que alguma vez se vão conhecer – daremos disso conta. Como iria ser justificado tudo isto se entrassem os inspectores na câmara?


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1 comentário

  1. Fogo tanto dinheiro mal gasto. E na escola primária do meu filho (no Pilado) as casas de banho são insuficientes para crianças e funcionárias e deitam mau cheiro. Mas para este tipo de coisas nunca há dinheiro.

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