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CentroEngenhariaDesign_transp_1Recordam-se da classificação que a câmara teve que a colocou entre as mais transparentes? Recordam-se do fracasso do evento do Desgin? Assim à primeira vista, uma coisa nada tem a ver com outra, mas tem. Até hoje ainda não conseguimos ver qual a utilidade daquele evento. Foi uma semana de conferências frequentadas por jovens e idosos mas que nada trouxe de proveitoso para a terra. Se o trouxe, não se vê! Foi um evento fracassado que não deixou sequer sementes para o futuro. Mas há mais que não se veja! Apesar da câmara ter sido considerada uma das mais transparentes, ninguém ainda conseguiu ver quais foram as contas finais daquele evento. Houve despesas, como é óbvio, mas também houve patrocínios. É, pelo menos, isso que se lê no site do evento. Apesar das contas não terem sido dadas as conhecer, conseguimos ter acesso a alguns elementos da contabilidade onde se pode ver que o evento custou à câmara, e a todos nós, mais de quarenta mil euros (não temos os valores exactos, daí que indiquemos por baixo). Estranhamente não se sabe quais as receitas que o evento trouxe. Apesar dos patrocínios, não se conseguiu ainda saber em que se traduziram esses patrocínios. Uma câmara que se gaba de ser transparente não apresentou as contas de forma a que todos as consigam conhecer, quanto mais perceber. Sabe-se que quarenta mil euros esvoaçaram mas não se sabe qual o retorno do evento nem mesmo em que se traduziram os apoios obtidos. Isto é transparência? Não nos parece! Mas esta omissão de informação dá jeito, há que reconhecer. Quando forem eleições poderão dizer que organizaram o evento e, como ninguém sabe quanto se gastou, não poderão ser confrontados com acusações de má despesa. Desde que o evento teve lugar não mais se ouviu falar no Design. Foi mais ou menos como um concerto: aconteceu e no dia seguinte há apenas que limpar o recinto! Esta opacidade que existe à volta de alguns assuntos que envolvem a câmara parecem não fazer despertar os que mandam para o que os envolve.  Parecem ignorar o que na rua todos dizem entre dentes, ainda que meio à socapa: o evento pode não ter trazido nada de bom para a terra, mas há patrocínios que parecem continuar a andar sobre rodas! Deve ter sido por isso que quase se gastaram quase mil euros em vigilância, não fossem os popós ser vandalizados e depois dar-se cabo do patrocínio! Esta intenção evidente se não dar a conhecer alguns aspectos essenciais do evento só faz aumentar os rumores quanto ao que se passou! Quando se sabe a forma como alguns patrocínios foram “negociados”, as dúvidas aumentam ainda mais. Mas, como os munícipes não sabem  das contas, ninguém as pode questionar! Uma coisa sabemos, ninguém passou fome! Numa semana foram gastos quase cinco mil euros em refeições! Município transparente não é, mas nele, os que mandam, não passam fome!

À medida que formos conseguindo os dados ferentes às rúbricas de despesa, iremos dando a conhecer.


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