De novo a sirene

CuriosoBombeiros3 Comentários


Há pouco ouvimos de novo a sirene dos bombeiros. Longe vão os tempos em que ela tocava apenas quando havia situações graves e em que era preciso chamar muitos voluntários. Hoje em dias ouve-se com maior frequência. Pelo que conseguimos saber, isso deve-se a existirem menos bombeiros já que alguns terão saído por algumas divergências internas. Desde as chefias até aos menos graduados, eles têm vindo a afastar-se, daí a necessidade de mais e mais vezes terem que ser chamados os que ainda existem pelo toque da sirene. Mas este toque de sirene fez-nos recordar que a semana passada houve reunião na corporação. Pelo que pudemos apurar, foi afirmado que quem anda a passar informação em relação ao que acontece dentro da corporação corre o risco de passar apertado. Palavras como “dá uns murros“, que o que deu as informações (presumimos que referindo-se ao que aqui foi escrito)é um m€4#%s” ou que “é um filho da p%$€$#” foram ouvidas. Ficou assim claro que aquela corporação funciona em sistema corporativo! Com as eleições quase à porta, estamos curiosos em saber se irá apenas aparecer uma lista e se, até lá, haverá ou não mais alguns desenvolvimentos.

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3 Comentário em “De novo a sirene”

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    Tenho vindo a acompanhar o que aqui é escrito relacionado com os Bombeiros Voluntários da Marinha Grande, até agora abstive-me de fazer qualquer comentário porque acredito verdadeiramente na liberdade de expressão de cada um. No entanto acredito, também, no bom senso, na veracidade do que é dito e, acima de tudo, que a liberdade de expressão de cada um acaba quando a do outro começa. A sirene toca, como sempre tocou, quando são necessários mais bombeiros do que os presentes, ou quando não os há pelo elevado número de serviços. Toca porque a pessoa que sofre um mau estar ou uma queda não é menos importante que aquela que sofre um acidente, não tem de esperar mais ou menos tempo que um pinhal a arder. Costuma-se dizer que ser Bombeiro não é para quem quer é para quem pode. A vida muda, as prioridades mudam e há, como sempre houve, pessoas que deixam de ter tempo, seja qual for a razão, é de louvar e agradecer o tempo que deram, as vidas que ajudaram e o bem que fizeram ainda que já não o possam fazer.
    A liberdade de expressão permite-nos tecer comentários e fazer juízos de valor acerca de tudo e todos, permite-nos questionar sobre o que não sabemos e sobre uma realidade que não vivemos. Cá para nós gosto de liberdade de expressão quando aliada a frontalidade e coragem. Gosto de olhar nos olhos quando critico e gosto que me olhem nos olhos quando me criticam. Gosto, acima de tudo, de diálogos cara-a-cara, de ouvir os dois lados da mesma história, gosto de arranjar soluções e não ser apenas uma parte do problema. Pior do que querer fazer e não poder é poder fazer e não querer.

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    só queria dizer que é de muita cobardia de quem usa as redes sociais para deitar aos quatro ventos aquilo que não tem tom…(coragem) para dizer frontalmente a quem de direito, esses sim envergonham a corporação da qual não deviam fazer parte (ninguém cá anda obrigado) e quanto aos murros eu ainda acho que seriam poucos e quanto aos elogios eu aínda lhe chamaria pior escumalha desta nem o chão que pisa merece.
    Acho que é hora de ponderar que pessoas que promovem a destruição das relações entre bombeiros ao espalhar veneno por onde podem devem ser desprezadas e devemos prezar quem sempre foi por nós e deu a cara em defesa dos seus.

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