CavacoDurão

A propósito do espectáculo triste de ontem, de condecoração do Durão, fomos ler o que ontem foi afirmado e o que antes tinha sido dito pelo Cavaco. Ontem disse que “Posso testemunhar o quanto Portugal beneficiou da acção de Durão Barroso à frente da Comissão Europeia. Mobilizou apoios para que Portugal pudesse alcançar os objectivos pretendidos, abriu portas para o desenvolvimento económico e social. Durão Barroso fez muito para reforçar a posição da Europa no mundo. É da maior importância o contributo dado para que a União Europeia ultrapassasse a crise das dívidas soberanas. Foi um grande impulsionador do novo modelo de governação económica“. Em 2013 disse que “Nós chegámos a uma situação em que tínhamos acumulado um excesso de dívida externa na sequência de facilidades que a zona Euro criou ao endividamento quer do Estado, das empresas, dos Bancos e que acabaria por se traduzir no endividamento das famílias. De alguma forma podemos dizer que na sequência da crise financeira que foi despoletada nos EUA em 2008, a primeira reacção das autoridades europeias talvez não tenha sido a mais realista, na medida em que na primeira fase os países foram aconselhados a aplicar políticas expansionistas, isto é, continuar a endividar-se. Só mais tarde é que se tomou consciência de que havia limites ao aumento do endividamento por parte de alguns Estados Membros da União Europeia. O que eu diria é que a União Europeia – e neste momento isso tornou-se óbvio – falhou no que diz respeito à promoção do crescimento económico e à criação de emprego. Alguma coisa falhou na política económica da União Europeia como um todo mas também nas políticas económicas dos Estados Membros“. Perante tamanha confusão naquela cabeça, não admira que a oposição tenha faltado à condecoração feita à pressa!

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