CMMGTurismo

A câmara decidiu a semana passada fazer um guia turístico em várias línguas. Assim à primeira vista a ideia até parece boa mas, tendo em conta o que se passa aqui na terra, parece-nos que bastaria uma placa em cada espaço, escrita em várias línguas, a dizer “estamos fechados“! Tem sido recorrente sermos confrontados com queixas de pessoas que, habitando cá ou vindo de fora, se deparam com os espaços que deveriam estar abertos, fechados. A ideia de fazer um guia multilingue poderá trazer vantagens mas é preciso que não se tente enganar quem possa ler o guia. Ao fim-de-semana, quem passa em frente à Resinagem vê mais vezes as portas fechados do que abertas. Não ficou decidido como é que esse guia irá ser distribuído mas, a julgar pelo que tem acontecido e a menos que exista uma alteração profunda na comunicação da câmara, tudo o que se possa gastar – e não será muito porque as traduções são simples de serem feitas – será, ainda assim, perdido porque não chegará àqueles a quem se destina tal é a falta de comunicação e divulgação que existe do que é a terra. Para tirarmos as dúvidas, ligámos para várias agências de viagem fora do concelho, como se fossemos turistas que quiséssemos visitar aqui a terra, para que nos facultassem informação sobre o que poderíamos ver. A resposta que obtivemos foi a de que nada tinham que nos pudessem dar para nos ajudar a saber o que visitar ou onde ir. Sugeriram mesmo que, em vez da ideia que tínhamos, visitássemos Leiria ou Alcobaça porque dessas tinham brochuras que nos poderiam até enviar!

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2 comentários

  1. Há alguns meses quis enviar para uma pessoa amiga, no estrangeiro, um postal ilustrado da cidade da Marinha Grande. Como me encontrava nas imediações da Câmara Municipal, foi logo lá que acorri, com a convicção de que iria encontrar um expositor com belíssimos postais. Porém enganei-me. Andei mais uns passos e fui ao Museu do Vidro. À excepção de uma colecção de fotos impressas que se encontrava exposta numa espécie de redoma, mais nada havia. Não era aquilo que eu pretendia. Queria um postal ilustrado, apenas isso. A seguir fui à Biblioteca. Nada! Entretanto alguém me recomendou que fosse a um estabelecimento perto da Igreja, que vende revistas, jornais, etc. Também não tinha. Desisti. Acabei por enviar para essa pessoa minha amiga um postal ilustrado da cidade de Leiria. Bem sei que a minha procura não foi exaustiva. Não fui ao Posto de Turismo, por exemplo. Mas a capital do vidro, a cidade expoente da indústria de moldes de elevada definição e qualidade merecia mais.

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