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Categoria Álvaro, Casa da Cultura, CMMG, Vitor by Curioso50 Comentários


Pelo que hoje vem noticiado, está fixada a data para a inauguração da Casa da Cultura. Uma das obras mais plémicas e que mais enbaraços causou ao Álvaro, vai ser inaugurada no mesmo dia que, há onze anos, o Estádio da Luz foi inaugurado! Acreditamos que a data não tenha sido escolhida por esse motivo mas não deixa de ser quase que um castigo para o “pai” daquela obra vê-la ser inaugurada no mesmo dia do estádio do clube que se sabe ele não simpatiza. Meses e meses depois de dever ter sido já inaugurada, irá sê-lo numa data que coincide com uma que ele não gosta. Por certo que no seu discurso de abertura não irá fazer a isso menção! Quem deverá ficar contente será o Pedrosa que não irá deixar de fazer associações a uma e outra inauguração! Datas à parte, nos 67 dias desde a inauguração até ao final do ano, relembrando o que na última reunião foi dito, a câmara prevê ter 55 eventos que darão ocupação àquele espaço. Não conseguimos sequer imaginar o trabalho que isso vai dar para fazerem tanto em tão pouco tempo, nem como é que a câmara vai conseguir resolver o problema da abertura e encerramento das instalações, sabendo-se que não há quem abra e feche a Resinagem, mas iremos ficar atentos e, acima de tudo, contar cada um deles para vermos se houve algum exagero nos números que foram avançados.

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Comentários

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    Mas o que é que a inauguração da casa da cultura tem a haver com o estádio da luz???? Foi só o estádio da luz que foi inaugurado nesse dia?? Quantas foram as obras que também foram inauguradas neste dia??? Oh Curioso, tem lá paciência, mas desta vez deste um tiro a ti mesmo. Se haviam dúvidas, hoje esclareceste tudo. O curioso é SEMPRE do contra. Quer as coisas estejam bem feitas, quer estejam mal feitas. O que interessa é ser do contra… Não é assim que se faz política. Você também gostava de ser criticado por uma coisa feita por si? Mesmo que não tivessem razão para tal?? Neste caso até podemos criticar o tempo que a obra demorou, podemos também criticar a falta de fiscalização da obra por parte da camara. Agora criticar porque vão inagurar uma casa da cultura a 130km do estádio da luz, que também foi inaugurado neste dia, é preciso ter um bocadinho de senso comum, e por vezes fechar a boca ou atar as mão, para não ter que escrever coisas sem nexo. Valha-me santo curioso… 😀

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    Caro anónimo (das 16:30). Apenas achámos curiosa a coincidência, nada mais. É-nos indiferente se é naquele dia ou noutro qualquer. Entendeu mal o que escrevemos. Não existe qualquer critica relativamente à data. Esperemos que não haja quem veja nisso qualquer intenção. Quanta à data, é a que é e peca por tardia.

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    Até na resposta se vê que o Curioso leva sempre a sua avante. Porque é que fui eu que entendi mal, e não foi o curioso que se explicou mal??? Só nestas pequenas coisas, se vê que o Curioso apenas vê os defeitos dos outros, e nunca deve ver os seus próprios defeitos. Curioso, todos nós erramos. Mas a humildade em pedir desculpa por se ter expressado mal fica bem em todos nós. Neste caso, se fui eu que entendi mal, peço imensa desculpa. Mas pense nisso. E para terminar, gostava de lhe dar um conselho. Todos nós seres humanos gostamos de nos sentir motivados. E através dessa mesma motivação aumentamos produções, qualidade, etc… E que tal, começar também a elogiar, motivar as pessoas responsáveis pelos diversos projetos, quando, claro está, tiver razão para tal???? É que muito sinceramente, raramente o vejo elogiar o que quer que seja. E isso faz falta. Comece por fazer uma abordagem pela positiva, e se calhar terá resultados surpreendentes. 😀

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    Caro anónimo (das 16:45). Quando escrevemos pensámos que estariamos a ser claros. Erro nosso termos escrito de modo a que não ficassem dúvidas. Tentaremos não cometer o mesmo erro.
    Quanto à sugestão que faz, aceitamos que assim possamos agir no futuro. Dê-nos uma ajuda e diga-nos o que está bem ou não é merecedor de reparo e verá que também poderá ficar surpreendido, não apenas com o que não encontrará como com o que poderá ler aqui.

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    Ora bem coisas boas:
    – Obras de requalificação das estradas, passeios, etc…
    – Conclusão das obras da Estrada Atlântica;
    – Atribuição de apoios a famílias carenciadas;
    – Somos uns dos melhores concelhos a nível nacional.
    – Taxas de IMI reduzidas;
    – Abertura das cantinas sociais;
    – Etc…

    É certo que existem falhas. E é apartir dessas mesmas falhas que se pode melhorar. Agora não é através de estar sempre a ser criticado, a ser desmotivado, a empurrar para baixo, que as coisas se irão fazer mais e melhor.

    Nós como cidadãos, também temos culpa disso. Todos nós devíamos ser mais activos perante a sociedade. Porque a sociedade somos todos nós. E devíamos caminhar todos no mesmo sentido. Já se olhou ao espelho, e já se perguntou a si mesmo ” O que eu já fiz pela sociedade”, ou então ” O que posso fazer mais, para ajudar a sociedade em que vivemos?”. Cabe nos a nós também agir, e trabalhar em prol da sociedade. E não só criticar quem faz. Já o grande Aristóteles dizia ” Só existe uma maneira de evitar as críticas: Não fazer nada, não dizer nada e não ser nada”

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    Caro anónimo (das 17:05). Concordamos quando refere que todos devemos ter um papel mais activo mas terá que reconhecer que isso não é fácil quando o poder instalado não gosta nem aceita que alguém possa sequer sugerir alguns comportamentos. Quem vê no que escrevemos apenas uma critica e não um reparo para o que poderia melhorar dificilmente aceitará sugestões de quem queira ser para activo.
    É verdade que todos precisam de incentivos mas quando fazemos reparos em relação ao que achamos estar mal (que não foi o caso deste post) é sempre dirigido aos políticos ou aos que estão na politica activa. Esses, porque se candidataram voluntariamente ao cargo que ocupam, têm o reconhecimento quando forem as eleições. Não precisam de receber elogios durante o mandato por fazerem o que deles se espera até porque, o que fazem é sempre menos do que o que prometem.
    Quanto ao “bom” que referiu tem razão em algumas coisas mas todas elas mais não são do que o que seria esperado que acontecesse. Merecem o reconhecimento por terem sido feitas ou implementadas? É provável que sim mas para isso são pagos, para fazer e fazer bem. Nunca questionámos, nem questionamos, o que recebem porque esse é o preço que todos pagamos para que os politicos eleitos façam o que prometeram. Tal como um professor, cuja função é ensinar, tem o seu reconhecimento nas boas notas que os seus alunos tiram, também aqui os politicos terão o seu reconhecimento quando forem reeleitos. Até lá cada um de nós, munícipes, tem o dever que alertar para o que está mal para que possam fazer mais e melhor para que, quando forem as eleições, possam ter o “pagamento” que merecem.
    Quanto ao que cada um faz, isso cabe a cada um decidir sendo certo que nunca se faz o suficiente.
    Quando refere que “é apartir dessas mesmas falhas que se pode melhorar” é exactamente o que fazemos: alertar para as falhas. Se um político se deixa desmotivar por criticas que possa sofrer está no local errado e candidatou-se para algo que não tem perfil.
    Usando o que refere de Aristoteles, os politicos deveriam ficar contentes por serem criticados já que isso será sinal que alguma coisa é feita.
    Acima de tudo, os politicos gerem o “nosso” dinheiro e temos o legitimo direito de lhes pedir por contas.

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    Somos um dos melhores concelhos a nível nacional em quê? Só se for nos números. Ande pelas ruas e veja o estado em que a cidade esta e veja se isso é ser dos melhores.

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    Estou de acordo com uma coisa: Os politicos merecem elogios no dia em que forem além e fizerem mais do que prometeram.

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    Não concordando consigo, quando diz ” Não precisam de receber elogios durante o mandato por fazerem o que deles se espera até porque, o que fazem é sempre menos do que o que prometem.” Mesmo que recebam por isso, todos nós gostamos de ser valorizados, e de ser motivados, para que no futuro se faça mais e melhor. Ponha-se no lugar deles ( e não estou com isto querer defender quem quer que seja, até porque sou apartidário ), você faz algo, ou decide algo importante, esse mesmo projeto até correu bem, mas com algumas falhas pelo meio, que não deveriam existir, mas que infelizmente aconteceram, e que vão ser corrigidas no futuro, e apesar de ter corrido bem, só ouve comentários negativos, criticas, etc…. Você não gostaria de sentir também uma palmadinha nas costas a dizer parabéns??? Apesar de algumas falhas está de parabéns ? Vamos por num caso mais prático. Você se for casado. Tem uma casa. Ambos devem cuidar dela ( limpar, arrumar, etc… ). Você está sempre a arrumála ( o que é espectável, uma vez que a casa é sua,e é seu dever cuidar dela), a sua esposa chega a casa, e apenas faz reparos do género ( aquele vaso não está bem ali, aquela louça não está muito bem lavada , etc… ) isto 1,2,3 …. 1 ano, você sentia-se motivado para continuar a cuidar da sua casa??? Posso lhe garantir que não. O ser humano gosta de ser valorizado, motivado. Só assim se consegue produzir mais e melhor. Não quer dizer, que se houver falhas graves, não se chame a atenção.

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    Agora, temos que também fazer abordagens positivas.

    Este caso também se aplica às crianças. Por exemplo,temos uma criança que está a deixar as fraldas. Quando a criança toma a iniciativa de ir á casa de banho fazer as suas necessidades, mas não chega a tempo e ainda suja a roupa, se os pais apenas o criticam, é certo que a criança para a proxima vai pensar ” Quer tome a iniciativa, ou não, eles vão ralhar sempre “, vale mais fazer nas calças, e assim evito ter trabalho em me deslocar à casa de banho. Está a perceber onde quero chegar?

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    Anónimo das 17h26, somos uns dos melhores concelhos a nível nacional, no que diz respeito a, gestão das contas da autarquia, poder de compra, indústria, qualidade de vida. Veja-se o caso da nazaré. Nenm dinheiro tem para pagar salários. Se não fosse através de um plano de ajuste financeiro, os funcionários não teriam salários.

    Exemplos:

    http://www.verdadeiroolhar.pt/materias.php?id=23675&secao=valongo
    http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=639290

    E relativamente ao andar pela cidade e ver o estado em que ela está, a culpa também não é dos municipes??? Veja se o caso do centro tradicional. As casas devolutas, são todas propriedade da câmara?

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    Caro anónimo (das 17:33). Agora fez-nos sorrir com o seu exemplo.
    Vamos tentar explicar o que pensamos, sem que queiramos com isso procurar convencê-lo. Pegando no exmplo que usou, acreditamos que o casal que deu como exemplo não necessitará de ter o marido a fazer reparos ao que foi feito se ambos estiverem em sintonia em relação ao que é que a casa necessita e como deve estar. Será muito mau sinal se o marido do seu exemplo tiver que fazer esses reparos. Algo estará mal no casal! Se as criticas fossem contínuas algum deveria perceber que o casal era disfuncional e que não deveria continuar junto.
    Também na política há “casais” que estão juntos apenas por conveniencia e não porque sejam funcionais.
    O ser humano acomoda-se, como sabe. Se não é “picado” para fazer mais e melhor vai-se deixando acomodar, perdendo qualidades e eficácia. Isso acontece até porque todos vamos envelhecendo e perdendo faculdades. As palmadinhas nas costas são, quase sempre, um acto de fingimento porque os que as dão são os mesmos que não dizem na cara o que está mal. Veja o que acontece aqui no Largo. Somos criticados porque criticamos mas nem por isso deixamos de fazer os reparos que achamos que merecem e devem ser feitos. Sabe bem ouvir elogios? Sabe! Mas os reparos, tal como aquele que fez no início, são os que nos permitem melhorar e corrigir o que possa estar a ser mal feito. Provavelmente se não tem feito o reparo que nos fez e tivesse vindo com palmadinhas nas costas, não teríamos percebido que o que escrevemos nao tinha sido claro o suficiente. Pelo seu reparo apenas temos que agradecer e não ver nisso algo de negativo.
    Com os que mandam deveria ser igual. Eles estão no cargo para o qual se candidataram porque acharam que eram as pessoas indicadas para fazer bem. Se algo não corre bem e se são chamados a atenção deveriam ver nisso uma forma de poderem melhorar e não apenas o “bota abaixo”. Na nossa perspectiva, uma obra feita que não seja merecedora de reparo já é uma palmadinha nas costas.

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    Caro anónimo (das 17:38). Sempre que se justifica, fazemos abordagens positivas. Fizemos aquando das Festas da Cidade. Nós não ralhamos, chamamos a atenção e os políticos não são crianças que estejam a desabituar-se das fraldas. São adultos que não precisam de ser ensinados quando e como perder o hábito da fralda. Eles próprios disseram que eram bons, por isso tentaram convencer todos a neles votar.

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    Temos que valorizar mais o que temos.

    Quantas são as vezes, que os municipes estão a presencias actos de vandalismo, e não têm um papel activo nesse problema? Quer saber como? Ligando às autoridades.

    Muitos desses casos de vandalismo, até são feitos pelos próprios filhos. E a culpa é de quem? Da autarquia, ou dos próprios pais? Sim, porque a educação dá se em casa.

    Todos temos culpa no cartório. E todos temos que remar para o mesmo lado.

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    Sou o anónimo das 17.26.
    Anónimo das 17.46. Não estamos como essas câmaras e temos dinheiro mas só temos isso. Não temos uma rede de saneamento a 100%; temos praias por arranjar; temos o ribeiro que passa no jardim a cheirar mal; temos um centro tradicional sem actividade; temos casas devolutas, como diz, em relação às quais a câmara nada fez até ao momento, não forçando os proprietários a actuar. Com tanto que há para fazer, até ficaria mal se a câmara não estivesse cheia de dinheiro.

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    E acha que só a Marinha tem esses problemas? Todas as autarquias têm problemas. Mas a diferença da nossa é que para além desses problemas, não temos mais o do endividamento. Caso contrário, trazia mais problemas aos municipes através de aumento de impostos.

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    Ó anónimo das 17:50, não se compare com os maus exemplos, compare-se com os bons.
    Por ex.º porque é que Alcobaça arranjou a praia das paredes e a praia de São Pedro de moel só levou umas fitas de plástico?

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    Caro anónimo (das 17:53). Não temos como não lhe dar razão. Tudo é uma questão de educação (ou falta dela). Todos devemos remar no mesmo sentido. O nosso, na nossa forma de agir, procuramos o melhor para a terra. Ainda que pudesse ser mais agradável escrevemos o que está bem, não é isso que necessita ser melhorado. Se há pais que não corrigem os filhos quando eles vandalizam alguma coisa, nós não conseguimos ficar calados quando vemos algo mal feito ou que pode ser melhorado.
    Há uma ideia que nos rege: quem manda não pode estar em todos o lado e a possibilidade de lhes ser dado a conhecer o que está mal ou que pode ser melhorado deve ser entendido como uma mais-valia e não apenas como um acto de censura ao que fazem. Sabemos que há quem, estando no poder, entende o que escrevemos nesse sentido. Depois há os outros! Esses serão sempre os “meninos mal comportados” que não aceitam que estão errados.

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    Porque é que Monte Real tem uma circular externa e na Marinha os camiões andam no meio da cidade? E quem vem de Leiria para a Vieira ou para a Nazaré/Pataias tem de entrar na cidade da Marinha?

  20. Avatar

    Porque é que uma cidade qualquer na Holanda com as mesmas características geográficas da Marinha tem uma rede de ciclovias no centro da cidade e a Marinha Não tem, como ainda se torna perigoso andar de bicicleta em algumas artérias, tipo estrada do à frente do estádio?

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    Relativamente aos prblemas que mencionou em cima, vais clarificar um a um. “Não temos uma rede de saneamento a 100%” – Não temos ainda, mas estamos a caminhar para tal. Roma não se fez num único dia. Veja os dados históricos e fotografias e verifique a evolução da nossa cidade nos últimos 30 anos. E já agora, tem noção dos custos totais? Não devem ser apenas meio milhão de euros, certamente. 2º ” temos praias por arranjar” – Com as alterações climáticas que se têm feito sentir, e com o avançar do mar, acho que algum dia se vá ter tudo arranjado. Ou então arranja-se hoje, no inverno fica tudo destruído novamente. E depois volta-se a arranjar. E onde se vai buscar o financiamento? Lá está, talvez ao saneamento, por exemplo. 3º ” temos praias por arranjar” – Águas paradas. É um ribeiro, não um rio com corrente significativa. Culpa possivelmente também de quem? Dos municipes que fazer descargas ilegais para o mesmo. A culpa é da autarquia??? 4º “temos um centro tradicional sem actividade” – neste dou lhe total razão. Se bem, que acho que as associações, ACIMG, comerciantes, etc… se podiam juntar para mostrar que o centro ainda tem alguma actividade. Não podemos só ficar que a autarqui se mexa. Também nos cabe a nós mexermo nos.5º ” temos casas devolutas, como diz, em relação às quais a câmara nada fez até ao momento, não forçando os proprietários a actuar” – Como é possível, uma autarquia forçar alguém a intervir numa casa que é sua??? Se ainda não existem leis que a forcem obrigatoriamente, não vai ser a autarquia a fazê-lo. Também cabe aos municipes preservarem o que é seu.

    Como pode ver, a culpa não toda da autarquia. Não quero dizer, e saliento, que também não tenhas as suas responsabilidades. Mas todos nós também podíamos fazer mais e melhor, para ajudar a que nosso concelho fosse melhor. Certo?

    Volto a salientar que não estou aqui para defender nem atacar ninguém. Apenas temos quer também os nossos defeitos. ” Quando apontamos um dedo a alguém, temos os restantes apontar para nós”

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    Anónimo das 18h07. Desde há quanto tempo Monte Real têm uma variante??? Muito recente. Talvez quê? 7 anos se tanto? E Leiria, que só agora estão a construir a variante dos capuchos? Já podia estar feita? Claro que podia.

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    Anónimo das 18h00. Eu compreendo que temos é que nos comparar com os melhores. E é assim que costumo fazer em tudo na vida. Apenas neste momento, estou a comparar com os piores, para mostrar às restantes pessoas, que não estamos tão mal, como alguns pintam. E que podíamos estar bem piores. É lógico que podíamos e devíamos estar bem e melhores, mas para lá caminhamos. Essas alterações não se fazem em pouco tempo. Tudo demora o seu tempo. Eu com isto, só quero chamar à atenção que todos podemos tentar melhorar e chegarmos ao nível dos primeiros, mas que para isso temos que remar todos para o mesmo lado, e todos contribuirmos nesse sentido. Não é ter algumas centenas de pessoas, a tentar remar em sentido diferente. Ou bem que remamos todos no mesmo sentido, ou nunca vamos sair do mesmo sitio.

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    Anónimo das 18.10. Não sei quais os custos do sanemanto a 100% e a câmara não o diz. São elevados? Devem ser mas bem mais gastos do que estar a fazer os elefantes brancos que se fizeram no centro. As praias não foram arranjadas no verão e irão sê-lo agora, quando o tempo vais piorar e as marés vão subir. Isso é gerir bem? Em relação ao ribeiro o problema esta identificado. Quando é necessário parar um dos fornos, fica mais barato despejar para o ribeiro do que fazer o que se deve. Todos são responsáveis e a câmara também é por não agir a tempo. A câmara pode forçar a intervir. Tem meios para o fazer. Bastava que tivesse já feito a delimitação da zona e, já que estão tão abonados de dinheiro, fazer as obras e cobrar dos proprietários ou criar beneficios para os que fizessem as obras; podiam identificar os edificios que estão em risco e, ou os proprietários arranjavam, ou eram deitados abaixo. Veja por exº o que aconteceu em Leiria e que funcionou. Os donos dos prédios poderiam receber incentivos fiscais para fazer as obra. A câmara poderia, se tivesse actuado como devia, ter conseguido concluir as obras a tempo e em vez de ter ali dois elefantes brancos ter obras que incentivassem os proprietários a fzer alguma coisa.

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    Relativamente ao mercado concordo consigo. Há muito que já o devíamos ter feito. Com condições e com acessibilidades. Mas quando antigos autarcas pensaram construir o do atrium, houve alguma manifestação a contestar a construção daquele imóvel? Agora temos que esperar novamente que haja, melhores condições de financiamento para que tal aconteça. E que desta vez, todas as partes interessadas sejam ouvidas e tido em conta. caso contrário vamos cometer os erros do passado.

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    Relativamente á piscina. Também concordo plenamente consigo. Também já deveríamos ter uma com melhores condições. E só tenho pena que também não tenhamos uma SECIL a patrocinar a construção da mesma, como parece que a de pataias teve.

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    Caro anónimo (das 18:22). Em relação ao que refere há uma questão que gostaríamos de colocar: quando foi decidida a construção do Atium foi dado a conhecer as reais condições para que nós, munícipes, pudessemos saber contra o que contestar? Tanto quanto recordamos, tudo foi feito sem que se soubesse bem o que ia acontecer tanto mais que foi só depois da construção que foram detectados os problemas que existiam.

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    Este executivo está há 5 anos na autarquia. Ainda não tiveram tempo para fazer um mercado, uma piscina ou as variantes? é isso? Anónimo das 18h22, para estas obras ainda nem há projetos… e agora quer que ande a bater com as mãos das costas desta gente que não cumpre com o que promete?

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    Anónimo vejo que fala sem conhecimento de causa quando diz .” Em relação ao ribeiro o problema esta identificado. Quando é necessário parar um dos fornos, fica mais barato despejar para o ribeiro do que fazer o que se deve. ” neste caso tratou-se de um acidente ambiental, como foi noticiado. ( http://www.diarioleiria.pt/noticias/descarga-contamina-curso-de-agua-da-ribeira-das-bernardas )

    Acidentes apesar que não deviam acontecer, mas acontecem. E a empresa em causa não fugiu às suas responsabilidades, e agiu da melhor forma. Ativou seguros ambientais, procedeu à limpeza do ribeiro das bernardas, faz e alterou procedimentos a nível interno. Como podem constatar, sempre que falamos de alguma coisa, devemos ter conhecimento de causa. O que não se verificu neste comentário.

    Depois temos outros municipes e empresas… http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=fbed7c56-2bc0-4ea6-a546-82625814abb9&edition=147

    Sobre o centro devoluto, muito se podia fazer, mas para isso também devia haver interesse dos proprietários. Caso a autarquia decidisse demolir todos os imoveis que os proprietários não querem remodelar, esta autarquia comprava uma guerra. Depois vinha para aqui, dizer que autarquia quer deitar abaixo todo o centro histórico

  30. Avatar

    Ora anónimo das 18h31, conforme diz este executivo está há 5 anos na autarquia. Ora bem estamos em 2014 – 5 anos = 2009. Não sei se tem estado presente, mas desde 2008 que estamos numa crise económicae financeira extremamente grave. O preço ( juros, etc.. ) do dinheiro subir em flexa. Os bancos cortaram o financiamento a empresas, particulares, etc… Só agora se começam a ver sinais, que os bancos estão a abrir os cordões à bolsa. E mesmo assim, existem dificuldades de financiamento. Veja um caso de uma empresa que queira investir. Quantas são as empresas que estão à espera que os juros diretos às empresas baixem, para poder investir novamente? Porque é que o setor da construção civil está de rastos?

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    Curioso, concordo com o seu cometário relativamente à ocultação das reais condições da construção do atrium. E o que foi feito desde aí? Nota alguma alteração do número de pessoas nas assembleias municipais a exigir mais e melhor dos nossos autarcas?

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    Caro anónimo (das 18:42). Tem-se notado um pouco mais de interesse mas nada que seja digno de ser elogiado. Tem-se notado intervenção nas reuniões de câmara mas aí o regimento tem sido invocado sempre que um munícipe quer falar mais do que uma vez ou entrar em diálogo com os vereadores.

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    Anónimo das 18.39. Ainda assim, a câmara está cheia de dinheiro. Será que é pelo que não fez? Falou nas empresas. Não esqueça das que quiseram aqui instalar-se mas o que foi pedido pela câmara foi tão elevado que eles desistiram. É capaz de algumas dessas que foi para outros concelhos poder ajudar como a Cecil mas a câmara não foi sensivel a isso e quis apenas receber. As contas é uma das principais preocupações da câmara e não ter as pessoas que aqui vivem com boas condições.

  34. Avatar

    Anónimo das 18h52, a Câmara tem que estar preparada a nível financeiro, para qualquer eventualidade. Veja -se o caso do paredão na Vieira. Vamos imaginar que a Câmara não tinha dinheiro, ou estava muito endividada. O estado também. Como iriamos fazer? Assim a camara pode intervir com os seus capitais proprios, para depois futuramente reaver essa quantia. Pode vivermos numa situação de endividamento, e sem poupanças, é que chegámos onde chegámos.

  35. Avatar

    Se é como diz o anónimo das 19H05, porque é que demoraram tanto tempo até iniciar as obras? Pela sua lógica, poderiam ter começado as obras no paredão há mais tempo.

  36. Avatar

    E não havia concursos públicos? Era por ajuste direto? Depois vinha dizer que estão a favorecer a empresa escolhida. Tudo tem procedimentos e que têm que ser cumpridos

  37. Avatar

    Aqui vai um elogio: A Moita tem saneamento básico a funcionar há anos e a [email protected] continua a correr pelas valas e valetas, porque a Câmara não obriga a que as ligações aos coletores sejam feitas. No final de cada dia (com tempo seco), o aroma que paira no ar, não engana.

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    As obras do paredão custaram 30.000 euros segundo o que li. Até a Nazaré tem 30.000 euros para uma obra urgente com este valor… E a crise financeira não foi só na Marinha e porque é que noutros locais houve investimento e cá não?
    Na altura das eleições levamos palmadas nas costas, depois levamos com pontapés no cú!

  39. Avatar

    As obras do paredão até poderão ter custado 30.000€. Mas podiam ter custado 100.000€ ou mais. Mas já que estamos a comparar com a nazaré, que investimentos foram feitos lá?

  40. Avatar

    Anónimo das 23h32, a câmara se não obriga, é porque possívelmente não pode fazer não acha??? Estamos numa democracia, na qual temos seguir regras através das leis, criadas pelo legislador, este eleito pelo povo. Caso contrário, se a câmara obrigasse a alguma coisa sem ter leis para isso, voltaríamos ao tempo da ditadura. Certo? Pensem que se calhar a Câmara não faz mais também poderá ser por não ter meios, nem capacidades para socorrer a todo o lado. Não estou com isto a dizer, que por vezes, também não haja falta de vontade. É certo. Mas também, pelo que ouve falar, e lê, tudo o que a câmara faça, está sempre tudo mal. É dificil agradar a gregos e troianos. E só com o tempo, é que as coisas poderão melhor.

  41. Avatar

    Caro anónimo (das 14:45). Procurando dar apenas uma ajuda para a compreensão do que pode ou não ser feito, deixe-nos apenas dar-lhe a conhecer esta notícia que vai ao encontro do que pode ou não ser feito, bastando para isso que haja vontade.

  42. Avatar

    Haja vontade e poder financeiro. O que não acontece neste momento com a grande maioria dos portugueses. É muito fácil viver a vida dos outros e com a carteira dos outros. O problema é que vamos imaginar que agora alguém se chega ao pé de si, e você com uma remuneração mensal, quer seja de reformas, ou mesmos vencimentos, de +/- 700euros ( o que não é muito dinheiro, e não pensem que com essa quantia de se vive bem ), lhe diz assim, tem um prazo de 4 meses para remodular a fachada. Esta está orçamentada em 5 ou 10 mil euros. Você com os créditos bancários cortados, sem poupanças, e muito provavelmente com dívidas a pagar ( que é o estado do povo porguês ), o que faria? ia roubar? Não seria o primeiro, é certo…. Mas acho, na minha lógica, se calhar não seria a melhor situação.

  43. Avatar

    É fácil mandar na carteira dos outros. Mas por vezes, temos que nos colocar na vida dessas pessoas. Mesmo que se consiga remodelar as casas, estas seriam autosustentáveis? De modo a poder pagar o possível crédito bancário, que foi feito para as poder remodelar? Ou ia apertar ainda mais o cinto? Eu pessoalmente antes prefiro ter comida na mesa, do que viver numa casa arranjada apenas só para manter as aparências.

  44. Avatar

    Aqui por este anónimo (que mistura alhos com gestão autárquica) a marinha grande vai parar no tempo para não gastar um cêntimo na melhoria das condições de vida das pessoas. Mesmo que haja partidos que ganhem eleições a prometer investimentos… Vá ler a missa para outro lado que já lhe vi…

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    É nestas altura que eu tenho pena de mandar para a reciclagem a propaganda dos partidos nomeadamente a do PS. Se não tinham dinheiro não prometessem. Até tinham a minha admiração se ainda assim ganhassem

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    Oh Srº da razão das 21h23, não é uma questão de parar ou deixa andar dos investimentos. Agora diga-me. Você neste momento tem boas condições de financiamento junto da banca? A juros baixos? Veja -se o caso dos spreads para compra de habitação, que ainda não baixaram dos 2,5%, quando há uns anos atrás chegaram a estar a 0,1%. O dinheiro está muito caro para se poder investir. Agora, quando assim houver condições aí sim, sou super a favor que se comece em investir em saneamento, reabilitação do centro histórico ( mas relativamente a este assunto, ainda se devia pensar primeiro o que se quer fazer primeiro , se zona habitacional, se zona de diversão. Porque ambas juntas, não se dão lá muito bem ), etc….

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