CMMGDesign

Quando há dias soubemos da reunião que foi marcada para ontem ficámos na expectativa do que iria acontecer. Quando o Álvaro disse que a reunião tinha que ser no início da tarde para não ter que pagar horas extra a funcionários pensámos que iriam lá estar uma dezena deles. Não estavam. Eram só dois! Pois é, a câmara arrisca o sucesso de uma reunião para não pagar horas a apenas dois funcionários! São opções. Claro que os avisos que foram feitos de que iriam estar poucos, dada a hora agendada, não foram ouvidos mas a verdade é que ontem não estiveram mais de dez empresários! Quem não ouve os avisos, arrisca-se a dar-se mal e foi o que aconteceu. Mas acreditamos que o problema do Álvaro seja mesmo de audição quando ontem o ouvimos chamar o Aurélio de mentiroso dizendo que ele não tinha dito algo que o próprio Vítor confirmou ter sido dito! Mas o problema vai mais além disso. Desde o início que se sente que esta ideia do “design” nasceu da forma errada. A ideia surge de algumas cabeças pensantes da câmara e querem que sejam os empresários a ajustar-se a essa ideia! Em vez de ouvirem os empresários e ajustarem a ideia ao que eles pudessem achar, fez-se ao contrário! Não foi, por isso, de espantar que a reunião tivesse sido muito pouco produtiva e o Álvaro e o Vítor ouvissem mais criticas do que contributos. Foi o retorno das decisões que foram tomando de forma isolada. O que ontem deu para ouvir dos empresários, que sabem bem o que vivem no dia-a-dia, foi que o “design” é redutor do muito que a indústria da terra tem capacidade. Em vez de se focalizarem no “produto“, os responsáveis da câmara deram um tiro nos pés e criaram uma marca que não dá a conhecer as reais potencialidades do concelho em termos industriais. A menos que a câmara consiga dar uma volta de 180º, a ideia do “design” pode bem pode começar a ser anunciado como um desastre anunciado! Resta saber se irão ter a humildade de reconhecer que se precipitaram e tentarem seguir as ideias dos que percebem do assunto.

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5 comentários

  1. Esta é uma ideia da cáfila do PS, que não ouvem ninguém. O Alvarinho acha-se espero e a patroa é uma burra que devia andar com um arado às costas num qualquer terreno desértico…

  2. Quem manda os sapateiros, tocarem e escreverem musica, enquanto os clientes esperam pelas meias solas?

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