Sem controle

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Uma das formas de se poder saber se os investimentos que são feitos pelas entidades públicas são utilizados pelos munícipes, é fazendo o apuramento da quantidade de pessoas que frequentam certo espaço. Quando há dias foi inaugurada mais uma exposição para dar ocupação à Resinagem, a quantidade de pessoas que esteve no local resumiu-se a alguns vereadores, políticos e funcionários da câmara. As vezes que fomos às exposições ou mesmo aos museus, a quantidade de pessoas que vimos resumiram-se ao que víamos quando passávamos por alguma superfície reflectora! Ou seja, ninguém além de nós lá estava. De todas as vezes, quando entrámos ninguém estava, o mesmo acontecendo quando saímos. Ninguém viu se por lá passámos ou não. Depois da última inauguração e de sabermos que não há controle de entradas nas exposições gratuitas ficámos sem conseguir perceber como é que a câmara consegue saber se as opções que tem feito quanto à ocupação dos espaços está a ser ou não bem recebida pelos munícipes. Sem que saibam quantas pessoas visitam os locais, como podem avaliar se o que existe está a ser ou não aproveitado pelos munícipes? Mas isso leva também a que se possa questionar se o que foi gasto está ou não a ser bem aproveitado. Há que não esquecer que uma coisa é os espaços estarem ocupados com algo que a população aprecie e visite, outra é a estarem ocupados com algo que não é visitado. Sabemos que não se pode pedir informação quanto ao número de entradas se elas não são controladas mas temos curiosidade em saber como é que a câmara afere o interesse que as escolhas que tem feito tem junto dos munícipes!


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2 Comentário em “Sem controle”

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    Ninguém faz essas contas para não ter que as prestar. Assim podem dizer que as exposições são um sucesso.

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