Os quatro presentes

CuriosoCMMG3 Comentários


Quando às vezes pensamos como deveria funcionar a câmara, lembramo-nos sempre dos grupos de música, afinados e sem que esteja cada um a tocar para o seu lado. Claro que isso não funciona mas isto ontem veio-nos de novo à ideia quando vimos que, dos sete eleitos, apenas quatro estiveram na reúnião de câmara. O Vítor não esteve por estar adoentado (a quem desejamos as melhoras); a Alexandra por afazeres profissionais e o Logrado por, como já é hábito, andar por África. Restaram os outros eleitos, um quarteto a quem apenas faltaram os violinos para tocarem todos no mesmo sentido. A reúnião decorreu em tempo record e é mesmo provavel que tenha sido a mais curta desde que foram eleitos. Mas, para além da rapidez e do facto do Álvaro ter retirado um ponto da ordem de trabalhos para que seja decidido por sete eleitos, o que mais nos espantou foi o facto de os vereadores eleitos pela CDU não se terem feito representar! Bem sabemos que as propostas quando vão para a reúnião já levam o sentido de voto tomado e que a presença dos vereadores na reúnião mais não é do que uma formalidade mas esperava-se que os eleitores não se sentissem defraudados por não verem na reúnião nenhum representante do partido em quem votaram. O Vítor e a Alexandra até poderiam ter para lá mandado o Barreiros só para aquecer a cadeira mas pelo menos dariam a ideia de que ali alguma coisa é decidida e não apenas que as reúniões servem somente para marcar calendário e dar à oposição a oportunidade de mostrarem algum serviço. Ficou mal não estarem ali mais do que os quatro eleitos. Claro que nestas considerações já não pensamos na ausência do Logrado porque até acreditamos que na câmara já estejam a ser feitas apostas para acertarem na quantidade de reúniões a que ele irá comparecer!


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3 Comentário em “Os quatro presentes”

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    O *Concelho sujeita-se a perder o mandato, por falta de comparência.
    Quem diria?!
    Reflexo da forma como foi elaborada a lista para a Câmara Municipal.

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    Isto da democracia é uma chatice.
    A partir do momento em que são eleitos os eleitores deixam de ser importantes. Lá vem o curioso com este post lembrar que o Logrado enganou desde logo os seus e que na CDU o desconforto é enorme (para ser meiguinho).
    O Álvaro já sabemos. É uma marioneta nas mãos da Tereza.

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