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Como em tudo na vida, há o certo e o errado, o que se deve fazer e o que não deve, aquilo com que se concorda e o com que se discorda. É assim em tudo. Também não o poderia deixar de ser na política. Tudo isto vem a propósito do que tem vindo a acontecer. Agora, como nunca antes, há diversidade de opiniões. Umas com as quais concordamos, outras que são apenas para tentar mostrar serviço e outras que não têm pés nem cabeça. Há, no entanto, em todas elas algo que não nos permite ficar indiferente. De todas elas, muitas das quais são depois transpostas para propostas, depende o que pode vir a acontecer na terra. E aqui, quando se trata de decidir, ou se concorda ou se discorda. É por isso que temos imensa dificuldade em entender como é possivel existir a abstenção quando se trata de decidir o futuro da terra. Se a abstenção mais não é do que dizer “é-me indiferente“, temos dificuldade em perceber porque razão se opta pela abstenção. Claro que há sempre a abstenção que é o sim encapotado para deixar passar uma qualquer medida sem que se queira ficar ligado a um voto favorável mas, em todos os casos, não será esta opção pela abstenção uma forma de, disfarçadamente, tentar sacudir água do capote? Sempre achámos que o cinzento tem demasiadas tonalidades e a opção pela abstenção mais não é do que ficar numa dessas muitas tonalidades!

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