Ir lá fazer o quê?

Categoria Resinagem by Curioso8 Comentários


Hoje fomos dar uma nova vista de olhos ao interior da Resinagem. Depois do que ontem aqui lemos fomos confirmar se o que agora lá está é mais do que estava da última vez que lá passámos. Agora já se pode tomar uma cafézinho, mas só isso mesmo! O João já lá está para nos despertar os sentidos com um pouco de cafeína. Mas no resto nada se vê. Os serviços da câmara que foram lá colocados à pressa estão a funcionar lentamente, pelo que soubemos ainda sem que tenham internet, sem que tenham as condições necessárias para prestar um bom serviço aos munícipes. Não há lojas a funcionar nem restaurante. É verdade que agora podemos lá entrar mas, tirando a curiosidade de ver como aquilo ficou ou tirar uma senha para ficar à espera que os funcionários que ali estão preencham os impressos à mão, que mais há que nos motive a ali ir? Nada! Lembramos de há uns meses atrás ter sido afirmado que a Resinagem iria abrir com tudo a funcionar. Este executivo termina o mandato com uma obra concluída mas fica a sensação de que ali só não está um elefante branco porque as paredes estão pintadas de amarelo!


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Comentários

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    Claro que tem internet. É doido este macaco, só inventa.
    Os serviços vão abrindo à medida que estão prontos. Não tinha lógica de estar à espera.

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      Caro anónimo. Tem internet? Não foi o que nos foi transmitido por quem lá trabalha.
      Os serviços vão abrindo à medida que estão prontos? Já agora, quando vai abrir o restaurante?

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    Não tem nada a ver, mas convém retirarem toda a publicidade à volta da mesa de voto do Pilado, senão ninguém vai votar enquanto não sair tudo do espaço regulamentar, seja de quem for, vão-se preparando.

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      Não é só no Pilado, Basta olhar para a escola Guilherme Stephens, Pelo menos um movimento dito + e um partido +ou-, não levaram a fita métrica.

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    O restaurante não irá abrir. Fizeram a obra da resinagem mas esqueceram-se de criar as condições para que possa ali funcionar algum estabelecimento de restauração. Onde já se viu uma obra nova onde querem por um restaurante e se esquecem de por sistema de ventilação. Não admira que esteja sem ninguém a querer ir para lá.

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    Na semana passada (dia 17 ou 18) fui buscar senhas de refeição para a minha filha ao local onde ia anteriormente, isto é, na CMMG. Fui informado nesse local que as senhas agora se vendiam na resinagem no GAP – Gabinete de apoio ao munícipe.
    Cheguei à resinagem e não havia indicações de nada. Segui para onde vinha o ruído e deparei-me com uma sala com vários compartimentos, à frente desses compartimento uma senhora numa secretária, e à frente dela, cadeiras onde estavam sentados vários munícipes.
    De imediato, a senhora da secretária, muito simpática aliás, perguntou-me o que dali queria, tendo eu respondido que vinha ali por causas das senhas de refeição. Nessa altura, uma cena surreal… a senhora abre uma gavela com vários rolos de senhas de diversas cores e tira uma senha de um desses rolos e entrega-me. As cores, presumo que variavam consoante o assunto.
    Ou seja, aquela senhora estava desempenhar o papel de um placard eletrónico ou digital que deveria, na minha humilde opinião, estar a funcionar antes de ali abrir o GAM.
    Mas o surrealismo continuou… Às páginas tantas ouvi a seguinte palavra oriunda de um dos gabinetes “outro!”. Ou seja, alguém acabou de atender uma pessoa e desta forma chamou a pessoa que se seguia. Nesta altura, a referida senhora das senhas verificou num papel qual a senha que se seguia e chamou o respetivo número, e assim continuou esta cena até que chegou a minha vez.
    Note-se que sou inteiramente a favor que este tipo de serviços sejam ali colocados, mas não deveriam ter sido feitas as coisas com pés e cabeça? É que isto tem um efeito contrário que o executivo pretende, pelo menos em mim.
    Aquele local ainda não estava devidamente acabado e notoriamente à pressa pretenderam por aquele serviço ali a funcionar.
    Nota-se inclusivamente que o chão ainda não está terminado, pois a madeira apresenta uma cor que revela falta do respetivo acabamento.
    Claro que espreitei o resto e aparentemente está muito limpinho por fora, porque por dentro os espaços estão cheios de entulho.
    A minha pergunta é esta? Será que não se podia ter feito uma remodelação sem gastar tanto dinheiro numa altura que ele tanto escasseia e fez falta para tantas obras que o concelho verdadeiramente necessita? – 8 milhões!!!.
    Para pôr ali o GAP não era preciso tanto.
    Já agora, alguém já sabe quanto é que custa lavar aqueles vidros do cubo? Será que pensaram neste tipo de pormenores? Provavelmente será mais um equipamento para ser deixado ao abandono.

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    Quem assistiu ontem ao debate ficou com a sensação que a sala não dispunha de condições para tal.Um calor enorme e condições para as pessoas não adequadas para um debate.Como o Álvarinho disse que o Stephens estava pronto e não se iriam fazer cortes de fita não teria sido uma óptima oportunidade para que o debate fosse feito no Teatro?

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