Mamarracho mortuário

CuriosoVidal27 Comentários


Aquilo que os políticos fazem fica marcado no tempo pelas obras que deixam. Se aqui pela terra as obras que estão em curso prometem deixar uma marca que dificilmente se conseguirá esquecer, na Vieira o Vidal não fez por menos. Já em fase adiantada, a construção da nova casa mortuária irá também deixar uma marca indelével. Quando por lá passámos ficámos na dúvida se estaríamos a ver a casa mortuária ou uma mesquita! Os quase duzentos e cinquenta mil euros em que está orçada são questionados pela oposição e não será razão para menos. Claro que de arquitectura nada percebemos mas conseguimos distinguir entre o que é uma obra bonita e aquilo que ali se vê. Aquela coisa é tudo menos bonita. Não conseguimos entender a razão de se gastar tanto dinheiro a fazer aquela coisa que de estético nada tem. Além de se não conseguir entender a razão de não se ter aproveitado o que já havia, melhorando as condições, a opção estética deixa muito a desejar. Quase parece que os autarcas deste mandato apostaram em fazer coisas que muito poucos entendem e gostam. Depois de vermos o que aqui está a ser feito e o que está na Vieira a ser concluído, há razão para que possamos dizer que este período de mandato autárquico fica marcado pelos mamarrachos que deixa. Salva-se a Moita onde, porque nada foi feito, não tem nenhum mamarracho.


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27 Comentário em “Mamarracho mortuário”

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      Caro anónimo. Podemos não perceber muito de estética mas sabemos do que gostamos ou não. Não nos limitamos a aceitar tudo o que nos querem impingir.
      Poderá, no entanto, tentar explicar as razões daquela coisa e poderá ser que consigamos entender.

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      Explicação simples, o Macaco não tem olho para a estética e não percebe nada de design. Nem de nada.

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      Caro anónimo das 1.55. É provável que tenha razão. Não deveremos perceber nada de estéticas. Deverá ser por isso que não conseguimos entender a razão de, no lugar do velho Teatro Stephens, estar ali a ser feita aquela obra, com aquela dimensão, revestida a pedra preta; da Resinagem ter aquele cubo de vidro que fica tapado pelo edifício da CGD e dos bombeiros assim como, para que pudesse querer ver do parque, tapado pela Casa da Cultura.
      Mas uma vez que o caro Anónimo deverá ser entendido em questões de estética, ajude-nos a perceber a razão de ser daquela obra na Vieira e poderá até ser que consigamos mudar de opinião e aprender alguma coisa de estética!

  1. Avatar

    A Moita não tem nenhum mamarracho, mas tem um projecto de mamarracho para uma casa mortuária, fixado há sete anos e seis meses, no “mupi” do Cruzamento da rua 1º Dez. com a EN242.
    Este projecto de mamarracho tem feito parte de todas as campanhas eleitorais e tem sido inscrito em todos os planos (7x) de actividade da Junta de freguesia.
    Concluindo: ainda bem que não passou efectiva e defenitivamente á categoria de mamarracho.

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    250.000 mil €uros?
    Para fazer uma casa mortuária?
    Quem vai pagar?
    Deixa-me advinhar – nós, claro!

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    O Macaco Curioso não larga a VIEIRA, vá lá saber-se porquê… Até, estranhamos tanta preocupação com os obras da VIEIRA, nunca nos ligaram, antes pelo contrário, sempre nos repudiaram, agora não nos largam o pé, porque será? Aqui há gato…
    Curioso Macaco, gostava de ver aqui, uma fotografia da obra, mas com as palmeiras e as outras arvores que a rodeiam e espere que a obra esteja concluída e, depois deixe os VIEIRENSES prenunciarem-se.
    Nós nunca demos bitaites sobre as obras que se fazem na Sede do Concelho, nem na Freguesia da Moita, portanto deixe-nos em paz, porque nós sabemos cuidar do que é nosso e dispensamos as suas voluntariosas preocupações.

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      Caro anónimo. Tínhamos a ideia, pelos vistos errada, que tudo o que se passava no concelho, independentemente das freguesias, dizia respeito a todos. Tínhamos a ideia, pelos vistos também errada, que quando a sede do concelho destina verbas às freguesias esse assunto passava a ser do interesse de todos e não apenas dos que vivem na freguesia. Tínhamos também a ideia, pelos vistos mais uma vez incorrecta, que não existia uma separação entre os que são os interesses das freguesias e os do concelho e que não existia a separação que refere.
      Lamentamos que, se for como refere, quem habita na freguesia da Vieira não se preocupe nem dê bitaites com o que aqui se vai fazendo. Não duvidamos que saibam “cuidar do que é” vosso mas se não quer que nos preocupemos, quererá que continuemos a contribuir e a dotar o orçamento com verbas para a freguesia ou quererá ter tratamento especial ao bom estilo Madeirense?

    2. Avatar

      O Anónimo das 11:58 ao falar assim, demonstra em poucas palavras a Vossa maneira retrogada de pensar em relação a todos aqueles que vivem na freguesia da Marinha Grande.
      Todos fazemos parte do mesmo Concelho – Marinha Grande.

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      A culpa desta divisão é dos “Jovens Socialistas” da Vieira, que ao longo destes muitos anos, tem vindo a fomentar esta maneira de pensar entre os Vieirenses.

    4. Avatar

      A isso, chama-se “separatismo”!
      Ainda os vou ver a defenser a vossa saída do Concelho da Marinha Grande para se irem juntar a Leiria.
      Não queiram ser como a Moita – foram só promessas!
      O resultado está à vista.

  4. Avatar

    “Além de se não conseguir entender a razão de não se ter aproveitado o que já havia, melhorando as condições…”
    Oh Curioso, conhece “o que já havia”? Uma sala da Igreja onde precariamente temos velado os nossos entes falecidos, só tolerável porque naquelas alturas outros valores se levantam, sem dimensões, nem espaço disponível para acrescentos, ou não é assim? Não estando totalmente de acordo com o Vieirense das 18:58, que entendo, tenho que lhe dizer que a sua ânsia de dizer mal dos executivos destas maiorias, não tem limites e tolda-lhe o bom senso. Depois, a obra para dois mandatos, estava a ser financiada exclusivamente pela Junta, entendendo a Câmara que deveria colaborar nos custos, porque pagou a totalidade da Mortuária da Marinha. A junta da Vieira teve a maqueta exposta durante vários meses. Não vejo tudo, obviamente, mas não tenho conhecimento de críticas ao projecto feitas no tempo certo, essas sim, seriam construtivas e úteis.

    1. Avatar

      Caro Lá está, o rabo do gato. Ao contrário do que refere, não temos qualquer ânsia de dizer mal. Temos vontade de nada encontrar que possa ser criticável, o que tem sido algo difícil de conseguir. É verdade que não conhecemos a maqueta da obra nem tivemos conhecimento que fosse algo que estivesse em discussão pública. Já procuramos encontrar algo sobre esse anúncio, mas ainda não encontrámos. Receamos, no entanto, que acontecesse como aconteceu em relação à Casa da Cultura. Vimos a maqueta e os projectos e nunca imaginámos que o que estava ali nos projectos pudesse resultar no que se vê!
      Quanto às condições que existiam, sabemos que eram más mas pensamos que outras soluções poderiam ser encontradas. Que o digam os membros da oposição.
      Seja como for, não gostamos do que ali está a ser feito. Mas, como é natural, gostos não se discutem e como até há quem goste de ver o Big Brother, Casa dos Segredos e outras coisas degradantes do género, não nos espantaria que fossemos só nós a achar aquela obra feia!

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    Se a Figueira da Foz tem um forno crematório porque é que nós aqui na Vieira não podemos ter também?
    Eu acho bem ,há mal nisso?

    1. Avatar

      Caro A.A. Não queremos por em causa o que refere no entanto a única referência que conseguimos encontrar em relação a isso está no que transcrevemos a seguir, extraído de acta de reunião da câmara, não existindo qualquer menção a ser adaptado aquele espaço para que ali possa ser feita cremação.
      Pelo que sabemos, a construção de um crematório fica na ordem do meio milhão de euros, muito acima do que ali está a ser gasto.
      Se tiver. no entanto, informação que possa ajudar a clarificar o que temos conhecimento, ficamos gratos.

      “12 – CONSTRUÇÃO DE FORNO CREMATÓRIO. CONSTITUIÇÃO DE DIREITO DE SUPERFÍCIE.
      895 – Presente deliberação da Câmara Municipal de Leiria, relativa à constituição de direito de superfície a favor da Associação de Municípios da Região de Leiria, com vista à construção de um forno crematório.
      Considerando que se revela de indiscutível interesse para a região a construção de um forno crematório, apto a satisfazer as necessidades nesse âmbito.
      Considerando que se trata de uma iniciativa de carácter supramunicipal, promovida pela AMLEI – Associação de Municípios da Região de Leiria.
      A Câmara Municipal delibera manifestar a sua concordância com a constituição do direito de superfície sobre uma parcela de terreno, destinada à construção de um forno crematório, a favor da AMLEI – Associação de Municípios da Região de Leiria, não suportando quaisquer encargos nesse âmbito.
      A presente deliberação foi tomada por unanimidade.”

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    Pois, o problema deve ser esse, um crematório, e na VIEIRA!!! agora começo a entender…
    O Macaco Curioso que tão preocupado está com o que acontece na Vieira, acordou muito, mas muito tarde, para nos defender, seria bom que fizesse um exercício de memória, e revisse a VIEIRA umas décadas atrás, por acaso sabe para que servia a sala, onde hoje, velam os mortos?
    Tivemos falta de tudo durante décadas, não sou separatista, antes pelo contrário, gosto muito do NOSSO CONCELHO e, é aqui que me sinto bem, tenho admiração e estima pelos os Autarcas que olham TODOS como FILHOS, o Macaco é que utiliza este espaço para nos por uns contra os outros e da VIEIRA, com jeitinho, vai a caminho da MOITA.

    1. Avatar

      Caro anónimo. Longe de nós pretendermos colocar quem quer que seja contra outrem. Não cabe a nós defender quem sabe cuidar do que é seu, como foi referido num comentário atrás. Também nós temos admiração e estima pelos autarcas que cuidam de forma conveniente do que é de todos. Temos imensa pena que a Vieira estivesse privada de muita coisa durante muito tempo e lamentamos que não tenha havido o cuidado suficiente de dotar a freguesia do que precisava há muito mais tempo. Dotar uma freguesia de uma casa mortuária é sempre algo que nos deixa contentes. Não significa que tenhamos que gostar do que está a ser construído. Em causa não estão os quase duzentos e cinquenta mil euros que estão a ser gastos na construção de uma casa mortuária. Em causa está o que dali está a sair.
      Mas se o caro anónimo gosta do que está a ser feito, óptimo.
      Quanto a ser um crematório, não nos parece mas a seu tempo se verá.

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    Uma mesquita na Vieira? Aonde? Será o dignissimo deputado da nação, o Sr. Dr.º J.P.Pedrosa o Sheikh da Comunidade Vieirense?

  8. Avatar

    BESTIAL
    EU PROPONHO 300 000€ PARA A NOVA JUNTA DA MARINHA, A CONSTRUIR NA TOTALIDADE COM VERBAS DA CAMARA.
    ESTA OBRA DE RECONSTRUÇÃO PROPOSTA JÁ NÃO É MUITO CARA………

  9. Avatar

    Deixando de lado os aspetos relativos a termos arquitetónicos,que tal como diz o ditado “cada cabeça, com sua sentença”, enquanto Vieirense que sou, espero que esta obra não seja uma “capela imperfeita (ou inacabada)” fruto das dificuldades financeiras atuais. Aprovem lá a “tranche” para a 2ªfase!

    1. Avatar

      Por vontade de um ilustre vieirense com assento na A.M, esta obra não é para terminar,pois até propõe que as verbas que são para a vieira sejam canalizadas para a marinha, depois apresentão-se como sendo os maiores defensores da vieira,tristeza esta.

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      A ser verdade o que refere, é muito grave. Entendo que todas as obras devam de ser terminadas. A questão dos dinheiros, deveria de estar mais que debatida e disponível, muito antes do inicio da obra, para que não sucedam mais “mamarrachos” como este. E na Vieira então o que não falta é começos sem fim á vista… Lembram-se das famosas obras do estuarino… Lembram-se de uma ponte, que só por acaso é uma imprescindível ligação terrestre… Pois eu lembro-me! E lamento toda esta inércia! Eu que julgava que em democracia, o povo, através de um sufrágio universal e direto, elegia os seus representantes, para que estes exercessem o poder em nome do povo e pelo povo. Assim, ainda reiterando no meu conceito de democracia, deixo aqui um apelo: Exerçam-na! E que os nossos representantes sejam mais democráticos!

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