PCP

Desde que o Órfão esteve na câmara e encontrou, juntamente com o Constâncio, a solução para o mercado no Atrium que os problemas não têm deixado de existir. A decisão do Barros de colocar o mercado de forma provisória onde ainda está tem sido vista por muitos como um erro mas, estando a terminar o mandato do Álvaro, não se avançou praticamente nada no que diz respeito à solução para o futuro mercado. Acreditamos que possa ainda tentar anunciar alguma coisa antes das eleições mas não será uma solução consensual. Pelo que lemos, o PCP fez uma espécie de sondagem junto dos munícipes quanto ao local onde acham que deveria ser instalado o novo mercado. Pela informação que foi divulgada, a maioria terá escolhido a manutenção do mesmo local. Claro que não sabemos qual o rigor que foi colocado nesta “sondagem” nem se foi feito de modo a que possam ser retiradas daí conclusões sérias mas não deixa de ser um indicador do que possa ser a vontade dos munícipes. Pelo que lemos, o PCP, se conseguir chegar à câmara, irá avançar com a construção do mercado no local onde ele tem estado a funcionar. Apesar de ser uma solução, não vemos como conseguirá ser integrado um mercado numa zona mais vocacionada a poder ser o pólo desportivo da terra. Ontem, no jantar com o Jerónimo, não conseguimos perceber de que modo isso irá ser articulado até porque não foi assunto a que tivesse sido dado destaque mas acreditamos que possam entretanto dar alguma explicação. Por falar em jantar, a sede estava cheia e ficamos surpreendidos com a quantidade de jovens que marcaram presença!

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26 comentários

  1. Oh curioso, esta é uma espécie de sondagem, mas as tuas sondagens que por aqui pões são o quê??? Se fosses para um sitio que não digo…!!!

    Foi melhor a opção dum mercado provisório ou não ter mercado??? Além do mais foi uma resolução de emergência, resultado duma “digníssima” atitude do ps em chamar a azae à resinagem logo após a sua derrota eleitoral… (de quem não sabe perder nem governar…) Pelo menos é o que consta por aí!!!

    • Caro anónimo. O que às vezes aqui colocamos não são sondagens. São questões às quais responde quem quer e quem aqui passa. Sondagens são coisas totalmente diferentes. Quanto à comparação que quer fazer, a diferença está no facto de, o resultado das respostas que aqui possa aparecer, não influencia em nada os destinos da terra ou das soluções que possam vir a ser tomadas. Quando se quer tomar decisões com base em sondagens, devem ser as mesmas feitas com o mínimo de rigor. No caso, o PCP não informou em que período foram feitas as questões, qual a idade dos que responderam ou em que sitio foram feitas as questões. Achamos bem que se ouça a população mas é necessário que seja feito com regras e por quem o saiba fazer. Não temos informação se foi segundo essas regras ou não!

  2. Se uma grande maioria das pessoas que responderam à pesquisa, são favoráveis à construção do futuro mercado no espaço onde agora funciona, tem lógica, basta pensarmos na habituação criada durante quase 4 anos.
    Nos actuais estaleiros da camara era mais um gravíssimo erro do ps.

  3. Eu sei que este assunto é polémico, mas eu sou um homem de convicções e não viro a cara a um bom debate, desde que ele se balize por critérios de respeito mútuo e se sustente em argumentação factual, facilmente verificável.
    É referida no post uma sondagem, supostamente organizada por quem impediu a abertura do Atrium, sem saber qual foi a população alvo, a cobertura territorial, os grupos etários e se, quem foi inquirido, alguma vez teve a oportunidade de visitar o Novo Mercado agora abandonado.
    Depois, colocar a possibilidade de construir um novo, de raiz, onde se encontram as tendas, é uma falácia, porque o terreno está sujeito a um Plano de Pormenor aprovado pela CDU no início da década de 90 para a Zona Desportiva, e, este terreno em particular, conhecido como a Feira dos Porcos, foi adquirido pela Câmara ao Instituto de Gestão Financeira, constando da escritura que se destinava à zona desportiva. Logo, até os pavimentos feitos para instalar as tendas violaram o P.P. e se tivessem sido feitos por um privado, a Lei teria obrigado à sua remoção e à aplicação de pesadas coimas.
    A Câmara CDU/PSD violou os Regulamentos e a Lei, insistindo agora na prevaricação das irregularidades cometidas.
    Em segundo lugar, mesmo que fosse possível a construção do Mercado naquele local, é preciso explicar onde é que a Câmara ia arranjar financiamento para a executar, porque jamais existirá financiamento comunitário para este tipo de investimento. Seria bom e a CDU daria um exemplo de honestidade intelectual, que explicasse aos actuais vendedores do mercado, que taxas iriam pagar, para se poder amortizar o investimento na obra e os custos de manutenção e funcionamento. Isto é importante, porque é aqui que reside o verdadeiro problema. Mais de 90% dos produtores que vendem no mercado, não são do nosso Concelho. Mais de 90% dos produtos vendidos são produzidos fora do Concelho. Do volume total das receitas geradas no Mercado, fica no Concelho pouco mais que “0” euros. A Câmara investiu nas barracas centenas de milhares de euros e gasta por ano mais umas centenas em custos de manutenção e funcionamento, suportados por todos nós, porque as taxas pagas pelos vendedores do mercado são “0” ou pouco mais do que isso.
    Manda a Lei que a Câmara, quando presta serviços deste tipo, tem que aplicar taxas que cubram os custos directos e indirectos que tem que suportar. Se forem ao Google e pesquisarem Regulamentos de Mercados Municipais, vão ao capítulo das taxas e comparem com a situação da Marinha Grande. É claro que os vendedores querem ficar nas tendas porque não pagam quase nada e somos nós com os nossos impostos que suportamos os custos dos seus negócios, o que não acontece com mais nenhum comerciante que tenha porta aberta e que se quiser colocar um reclame, ou uma esplanada, ou um toldo, terá que pagar e com língua de palmo.
    Infelizmente para os marinhenses, a CDU/PSD cedeu aos lobis dos vendedores, porque isso lhe foi útil na campanha eleitoral e não hesitou em patrocinar uma providência cautelar para impedir a inauguração do Atrium.
    Quando o candidato do PS, João Paulo Pedrosa perdeu as eleições de 2005 (não foi a CDU que ganhou), tiveram a necessidade de provar que o Atrium não podia ser utilizado para Mercado, porque não reunia as condições mínimas para esse efeito e o vereador do PSD mandou executar um Relatório de Avaliação, por acaso ao Gabinete do seu correlegionário político Eng.º Diamantino Seco, que os marinhense já ouviram falar, mas de certeza que não leram e por isso, vou sintetizar, no comentário seguinte, as partes mais importantes.

  4. MERCADO ATRIUM
    RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO
    Pág. 5 – Cap. 2.2.
    :- “Surgem afectados a cargas e descargas alguns lugares de parqueamento longitudinal junto ao acesso de público ao mercado, não existindo na vizinhança próxima outras áreas de parqueamento suficientemente descongestionadas na actualidade, que possam vir a mitigar o impacto na actividade do mercado” (fim de citação).
    Como este pretenso relatório compara o Atrium com a Resinagem, vão ao Google Heart e verifiquem as áreas disponíveis na proximidade do Atrium (Parque da Mobil, Rua Inf. D. Henrique, Rua do Campo da Portela e Rua das Portas Verdes e comparem com as que existem à volta da Resinagem. (Só consigo ver em cima da Praça Stephens).
    :- ” Pelo arruamento Sul acede-se à rampa de ligação à cave do edifício (tem 6 metro de pé-direito). Este acesso será de difícil utilização por viaturas de médio porte devido à exiguidade do raio de curvatura possível de inscrever entre pilares ao fim da rampa” (fim de citação)
    Em primeiro lugar, mais de 80% das viaturas de mercadorias utilizadas nas cargas e descargas são ligeiras de 3.500 Kgs e, em segundo lugar, o relatório não faz a demonstração de qualquer impossibilidade, limitando-se a afirmar que pode ser difícil para viaturas de médio porte sem dizer o que isso é. No entanto confirma que existe uma cave para cargas e descargas, com elevador monta cargas, que nem em sonhos poderiam existir na Resinagem.
    Pág. 6.
    :- “O estacionamento público em espaço exterior está mais comprometido no Atrium do que na Resinagem”(fim de citação)
    Pergunto eu. Isto é sério? Estes “técnicos” vieram mesmo à Marinha ver o que todos vimos?
    Há mais estacionamentos na Resinagem do que à volta do Atrium, num raio de 100 a 150 metros?
    Cap. 2.3 CIRCUITOS DE APROVISIONAMENTO
    Pág. 6
    :- Para o Pescado e a carne em verde não embalada, o ingresso tem que ser feito por FOLE HERMÉTICO DE ACOSTAGEM EM ESPAÇO CLIMATIZADO(9 A 12 GRAUS)CONTÍGUO AO ESPAÇO DE ARMAZENAGEM REFRIGERADO (0 A 2 GRAUS) OU, EM ALTERNATIVA, COLOCAÇÃO IMEDIATA EM CONTENTORES ISOTÉRMICOS DE MOVIMENTAÇÃO” (fim de citação).
    Nem sei o que dizer para comentar isto. Com estas condições, só a grande distribuição grossista. Nem eu, nem ninguém alguma vez viu, num Mercado Municipal, algo parecido com estas exigências. Tive o cuidado de consultar a legislação aplicável nestas situações e em lado nenhum vi expressas estas exigências.
    CIRCUITO DE OPERADORES E FUNCIONÁRIOS
    Pág. 9
    :- Os Funcionários da Câmara deverão ingressar na área do mercado após passagem por vestiário/balneários e sanitários, devidamente dimensionados e organizados conforme normativa aplicável, por tal ser obrigação da entidade empregadora (Câmara Municipal), sendo necessária a segregação por géneros.
    :- Os vendedores de horto-frutícolas, charcutarias, padarias/pastelarias, flores, artesanato, devem dispor de vestiários com cacifo com sisteme de fecho semelhante aos utilizados nos recintos desportivos com bloqueio de chave; sanitários em número suficiente e ser facultada a utilização de duche.
    As instalações deverão ser distintas para os dois sexos.
    :- Para os vendedores de pescado/carnes/aves vivas, deverão existir instalações para os dois sexos e diferenciadas para cada produto. Dado existirem diversas entidades empregadoras, concorrentes comerciais entre si, dever-se-ia optar pela existência de vários conjuntos de sanitários/balneários/vestiários, que pudessem ser afectados a cada um a um número reduzido de operadores, responsabilizados pelo seu uso. (fim de citação).
    Se leram o mesmo que eu, só para balneários, sanitários, vestiários, duches e afins, um piso inteiro do Atrium não chegava.
    Alguém de bom senso, acha que isto que consta do Relatório é normal? Isto faz algum sentido? Alguém conhece um mercado (um só) onde isto exista. A Resinagem nem sanitários tinha.

  5. 2.3. – CIRCUITO DE CLIENTES
    :- “Nunca fazer o cliente percepcionar uma parede ou superfície sem interesse no términos de um corredor, dado que se torna muito provável que, nesse caso, nem sequer o percorre parcialmente”
    :- Agregar ao espaço comercial serviços complementares que lhe confiram características de centralidade na malha urbana( por ex: marco do correio com venda automática de selos, caixa multibanco, quiosque de informação municipal, venda de jornais e revistas, etc.)”
    :- “Pode-se constatar que no edifício em apreço, nenhum destes objectivos foi alcançado(fim de citação)”.
    Havia isto tudo na Resinagem?
    Ninguém explicou a estes senhores que o Mercado Atrium foi pensado para funcionar agregado ao Centro Comercial Atrium, que tem tudo aquilo que estes “Técnicos dizem que falta no mercado.
    Foi por isto que o PCP/PSD decidiram investir em barracas, em vez de pôr a funcionar um mercado novo, com elevadores para cargas e descargas, elevadores para o público mais idoso, escadas rolantes, sanitários com louça suspensa, talhos e charcutarias individualizadas, bancas de aço inox para peixe fresco e bacalhau, torneiras flexíveis com duche para lavar o peixe, lavatórios com torneiras em todas as bancas, etc.
    No espaço disponível no Parque da Cerca poderíamos instalar o mercado do levante e espalhado pelo Jardim, quase atá ao Museu do Vidro, poderíamos instalar a feira de velharias e antiguidades.
    Assim, ajudaríamos a atrair as pessoas ao Centro da cidade e criaríamos sinergias para dar uma nova esperança aos comerciantes que investiram no Centro Comercial Atrium porque era ali ao lado que seria instalado o Mercado.
    Alguém tem que para para pensar e pôr os interesses da Marinha acima das querelas partidárias.

    • Engano seu, eu li!
      São já conhecidas estas palavras escritas do Constâncio, primeiro porque são verdade, e segundo porque ajudam a desmistificar o que o pcp e o psd, normalmente(mal)afirmam.
      Pelo que se pode ler também dão para que alguns “grupos de independentes”, não se ponham a prometer o que não devem.

    • Não li, é fastidioso…ainda por cima de alguém que está a tentar lavar roupa suja…

      As instalações do Átrium destinadas ao mercado foram chumbadas por diversos organismos, isso o sr Constâncio não informa. Só burros bípedes é que construíam ali um mercado…! É uma estrutura que requer um terreno mais amplo para o tornar mais prático e acessível.
      O sr. Constâncio também tem inúmeras responsabilidades no estado em que a Mª Grande se encontra, pouco mais fez que asneiras das grossas.

  6. Se a CDU apresentasse uma lista séria (há anos que não o faz), o problema já poderia estar resolvido. Mas a CDU prefere apresentar uns “candidatos” levados ao colo pela troika dominante!

  7. Estou bastante desiludido. Contava com mais contributos para o debate deste tema, mas atrevo-me a lançar um desafio ao Sr. Presidente da Câmara, que a uma pergunta direta minha, me disse que ele, pessoalmente não se opunha ao mercado no Atrium, mas a continuação do seu abandono imposta pelo PCP/PSD, tinha sido a orientação dada pelas estruturas distritais e locais do PS, porque o Dr. João Paulo ainda está convencido que perdeu as eleições por causa do Atrium.
    O desafio é este:
    Anunciem e abram as portas do Atrium para as pessoas poderem ver, não só o que lá foi construído, mas também aquilo que foi criminosamente destruído, quer pelo PCP/PSD, quer agora pelo PS, que tem retirado dali vários materiais, especialmente torneiras, para instalar no Mercado da Vieira.
    Deixem que os marinhenses vejam e depois façam “sondagens”.

    • Sr A Constâncio o João Paulo perdeu as eleições, nem foi por causa do Atrium, nem foi por causa de ter tirado os taipais a uma semana antes das eleições do parque da cerca, mas pela sua incompetência reconhecida ao longo destes últimos anos. Note que Ele nem na sua terra ganha, tal não é a sua nulidade e arrogância.

  8. Gostei da explicação do A. Constâncio.

    No entanto estranho o post quase feito à sua medida. Espero que seja por bem, e não para servir alguém!

  9. Isto só contribui para desmistificar as promessas eleitoralistas do PCP e dos seus demagogos, oportunistas. Como a sua lista é seguramente a mais fraca dos últimos 20 anos, tudo serve para tentar “enganar” o Zé Povo ! A propósito o que é o Sr. Vitor Pereira fez durante toda sua Vida ? Que riqueza é produziu para o País ? sempre viveu do funcionalismo publico !!!

  10. O Vítor Pereira foi funcionário remunerado pelo Partido Comunista e quando foi descartável para reduzir as despesas no Partido, os camaradas arranjaram-lhe emprego na Câmara, onde para além do trabalho político em horário de trabalho, ainda arranjou tempo e condições para tirar um curso de sebenta e lápis na Lusófona, que lhe confere o título de Sr. Dr. Vitor Pereira.
    Que saudades de Emílio Rato.

  11. Tudo fazem os “dirigentes” do PCP da Marinha Grande para levarem ao colo os servis e queimarem quem merecia ser candidato! Vão ter a resposta que merecem!

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