+ ConcelhoConstâncio

Uma das coisas que tem sido dita pelo grupo do Logrado é que não irão colocar antigos autarcas em lugares elegíveis. Vão criar um grupo de aconselhamento, que quase nos faz lembrar o Conselho Leonino, que, apesar de não mandarem, são quem manda! Isto vem a propósito de agora, como que por artes mágicas, o Constâncio aparecer a defender a sua dama, o mercado no Atrium. Sabendo-se que ele é um dos impulsionadores do grupo do Logrado, só quem acredite em coincidências é que vê o seu aparecimento agora ser uma mera coincidência! No que lemos, o Constâncio vem defender que o mercado no Atrium seja testado e vem falar em algo que nos soa a familiar e que levou a que o mercado velho fosse fechado: as condições “higio-sanitárias”. Ainda nos lembramos que houve quem tivesse mexido os cordelinhos para que o velho mercado fosse inspeccionado e tivesse sido fechado, levando à solução de recurso das tendas. Esta dica que o Constâncio vem dar quase nos faz pensar que está a dar ideias a algumas mentes para que as tendas sejam inspeccionadas, forçando a que tenha que ser encontrada uma solução de recurso, do género “façam lá queixa à ASAE para ver se me dão finalmente razão“. Não havendo alternativas, e se o local onde as tendas estão colocadas for fechado, é possível que o Atrium tenha mesmo que ser posto em teste e ali tenha que ser instalado o mercado. Pode até ser que aquilo que nos soa a sugestão, para que alguém faça alguma coisa, seja apenas uma coincidência! Mas, depois do que lemos, ficámos com uma ideia do que poderá ser a solução que o grupo do Logrado tem para o mercado. Se for esse o trilho que tenham delineado para o mercado e sabendo-se que, se o mercado alguma vez ali for instalado, isso se traduzirá numa vitória para o Constâncio, quase que nos atrevemos a dizer que esse será um dos motivos do aparecimento do Constâncio nesta fase!


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20 comentários

  1. Três opiniões:
    1 As tendas não duram sempre. Quando se lhes acabar a duração, ficamos sem mercado.
    2 Não há dinheiro para constriur um novo (nem para a piscina, variante,,,).
    3 Há um construido que não foi testado (vamos fazê-lo para tirar as teimas, não irá grande mal ao mundo).
    Qual destas três opiniões é a mais aceitável?

    • Quanto custa andar afazer testes e qual o impacto que isso irá ter junto dos comerciantes? Andar com testes é fazer coisas sem ter a certeza do que deve ser o fim e é, por natureza, algo de provisório. Como é possível gastarem-se tantos milhares de euros para se andar com testes! Devia ter sido tudo bem pensado antes da construção e agora ninguém tinha que andar com testes e experiências.
      Foi um erro que não querem assumir e estão agora a tentar salvar.
      O + Concelho nada disse sobre este assunto. Devem estar mais preocupados com a couves e as alfaces para a horta.

  2. O Constâncio insiste no erro de querer fazer um mercado num local inapropriado. Quem já alguma vez esteve no mercado antes da abertura e constatou o movimento e o espaço necessário para os camiões dos grossistas e carrinhas dos vendedores, e o movimento de carrinhos com caixas para às bancas, fácilmente verifica que nem o parque está suficientemente próximo, nem os elevadores são uma solução prática.
    E depois, um mercado numa cave? Francamente!

  3. Peço humildemente desculpa ao ” Curioso”, por me atrever em pôr em causa os pressupostos do seu post.
    Em primeiro lugar, tanto quanto sei pela imprensa e pelas redes sociais, o movimento +Concelho pretende criar um gabinete de acompanhamento e aconselhamento, com espaço próprio dentro da Câmara, mas a ser constituído por ex-presidentes, entre eles João Barros Duarte.
    Sendo assim, não percebo como é que se considera que eu possa ser o coelho que se tira da cartola e muito menos se tenta fazer crer que acordei agora para a defesa do Atrium, por ser refém de qualquer estratégia do + Concelho.
    Expliquei no meu modesto texto, que foi um artigo de opinião do Eng.º Otávio Ferreira que me motivou a escrever e só para que tudo fique mais claro, devo dizer que sou amigo de Carlos Logrado há muitos anos e sei que ele discorda da localização do Mercado no Atrium.
    Quem me conhece também sabe que penso pela minha cabeça e não me deixo condicionar por terceiros, sejamm eles quem sejam, enquanto estiver convencido que tenho razão.
    No caso concreto em discussão, o Mercado no Atrium, basta ler os dois comentários anteriores para perceber que há duas formas de abordar este problema;- Uma está vertida no primeiro comentário, que se limita a encarar os factos e a apontar uma tentativa de solução e outra, o segundo comentário, a negar os factos e a dizer que é contra, porque SIM, deixando uma frase enigmática “Há que compreender o Mercado”, sem que deixe claro o que é que quer dizer, porque dito assim é NADA.
    A. Constâncio

  4. Ao “Farto de Hipócritas”
    Não me custa reconhecer que o Atrium não será o local perfeito, mas entre o que tínhamos há muitas décadas na Resinagem e as tendas, não tenho a mínima dúvida de que a escolha é óbvia.
    Morei durante anos, na Rua Joaquim Carvalho de Oliveira, a 10 metros do portão das traseiras do mercado e sei, de experiência feita, como é que os comerciantes transportavam a mercadoria, ainda de noite, das camionetas estacionadas no Largo Ilídio de Carvalho, até às sua bancas.
    Também sei que os horários de abastecimento do mercado são de madrugada, quando não anda um carro na ruas, o que permite que as viaturas de mercadorias encostem perto das zonas de entrada no mercado, sem atropelos e sem prejudicar o trânsito.
    É público e notório que não existe estacionamento disponível, nem para as camionetas, nem para viaturas dos utentes perto da Resinagem e sei que a última frase do seu comentário é uma afirmação falsa.
    A cave do Atrium, coisa que não existia em lado nenhum, é um espaço a distribuir pelos comerciantes para guardarem os seus stocks que não couberem nas bancas, com acesso vedado ao público.
    Chamar à cave MERCADO, para além de falso, revela uma atitude má fé.

  5. Ao “Farto de Hipócritas”
    O mercado Atrium tem dois pisos para venda ao público, o rés do chão e o 1.º andar.
    O espaço da cave é para acesso de camionetas e para armazém de retaguarda, onde os comerciantes armazenam os produtos que não cabem nas bancas. Na cave não funciona nenhum mercado.
    Eu sei disso e o (a) Sr. também.

    • Continuo sem entender, se o mercado é assim tão bom, porque não foi usado quando foi concluído e porque razão continua sem o ser. Não há aí um pouco de teimosia em tentar mostrar que não existiu nenhum erro com a decisão de fazer ali o mercado?

  6. Vamos admitir que sim. Houve teimosia e o Mercado foi instalado no espaço comprado à antiga Abrigada para esse efeito, em decisão aprovada pela Assembleia Municipal.
    Mas está feito e não há outro!
    Não vai haver dinheiro nas próximas duas décadas para fazer outro!
    Porque não testar?
    Se não funcionar encerra-se o assunto definitivamente. Ponto parágrafo.

    • Esta não lembra ao diabo. Então é assim que se gere uma câmara? É este o modelo que irá aconselhar o Logrado a seguir? Ainda bem que a câmara não construiu aviões. Deveria ser engraçado ver serem testados… se caírem encerra-se o assunto de vez.
      Ai que estamos tão mal entregues.

  7. Com esta é que o Constancio me partiu todo. Alias é revelador de como geriu a autarquia e agora é conselheiro de alguem.
    Então faz-se um projecto, gasta-se uma pipa de massa ao herario publico e não têm a certeza se funciona ?!?!
    Depois de feito vamos TESTAR !?!?!
    Se é verdade o que escreve o Artur de Oliveira que existe uma avaliação tecnica que diz que o Atrium nao serve para mercado, como foi possivel o Constancio e Compª terem criado um monstro destes !?!!?
    E agora é que vamos verificar se funciona ou não ? E se não funcionar então encerra-se ? E os vendedores do mercado são as cobaias para andarem a testar ?
    Quanto mais fala mais asneiras diz. Sinceramente a Marinha merecia mais.

  8. Independentemente da teimosia da localização, da bondade e do mérito do investimento, da questionada existência de paridade nas permutas, a verdade é que o Mercado do Atrium não terá sido construído à margem da lei, antes aceitemos que à margem do bom senso. Está lá edificado, um vultuoso investimento do Concelho, enquanto o Povo se abastece nas tendas, demonstrador da falta de respeito que os nossos representantes eleitos têm pelo sacrifício dos nossos impostos, uns por medo de tomar decisões, outros para provarem como eram mais poderosos que os vizinhos da alternância…
    Lembro aqui que se o Mercado do Atrium não foi aberto na altura, não foi pela localização deficiente nem por alguns acertos que eram necessários, foi porque os comerciantes instigados a não aceitar nem negociar as regras de transferência e exploração do seu negócio, colocaram um processo e providência cautelar em Tribunal, de que desconheço o desfecho.
    O que se seguiu, todos se devem lembrar. Nesse período o Pedrosa perdeu as eleições,com ou sem denuncias, a Asae fechou o velho que não tinha o minimo de salubridade e o Mercado passou para as tendas sob a “Batuta” do Vereador Artur Oliveira, que era, pelo menos, quem dava a cara.
    Mas porque é que decorridos tantos anos, não se encontra uma solução? Porque não tentam melhorar a circulação do trânsito e não experimentam como será o funcionamento do mercado, ou desistem de vez, encontrando um destino para o edifício e uma nova solução para o mercado?. É um problema de financiamento? Não há fundos para investimentos repetidos? Nesse caso seria necessário “vender” o enjeitado para construir outro, porém, com o estado actual da economia e dos investimentos privados, quem compraria?
    O melhor é mesmo corrigir as acessibilidades e experimentar o funcionamento, Não é por isso que os mentores do projecto ficam isentos de terem executado um projecto questionável a todos os níveis, menos quanto à necessidade que, então como hoje, havia de construir um mercado decente.

  9. Sem provar, não sei se é gostoso. Sem experimentar não sei se me serve.
    Deixem-se de modas, politiquices, birras, talvez até interesses que não enxergo á vista desarmada e tenham a coragem de o colocar em funcionamento. É o que temos, não desperdicem. Depois sim, comente-se, valorize-se, ou feche-se, conforme o resultado obtido.

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