Resinagam

Diz o povo que quando algo nasce torno, dificilmente se endireita. O assunto com a resinagem parece que está condenado a ser-lhe aplicado esse dito popular! Há uns meses soubemos que o tribunal condenou a câmara e que a adjudicação foi contra a lei. Pelo que lemos, essa é a decisão final, sendo inalterável. Hoje vai haver reunião de câmara e, pelo que conseguimos saber, um dos assuntos que o Álvaro vai levar para decisão é a possibilidade de ser comprado um parecer a um conhecido escritório de advogados de Lisboa. Sabe-se que esses pareceres encomendados custam milhares de euros e é aí que ficamos sem perceber a razão de se ir ter mais esse encargo. Pelo que conseguimos saber, esse tipo de pareceres podem dar jeito para conseguir influenciar o tribunal num ou noutro sentido. Se assim é e se o assunto já não está nos tribunais, qual a lógica de pedir tal coisa, paga a preço de ouro, quando já não dá para alterar nada? Quererão usar esse parecer para poderem dizer que o tribunal estava errado e eles é que estavam certos, quando se sabe que o documento é caro porque é para vir no sentido que se quer? Fica também por entender a razão de ter a câmara tantas pessoas que devem saber da matéria, terem um advogado externo e, ainda assim, quererem gastar mais dinheiro de forma inútil num afamado escritório de Lisboa, por sinal o mesmo que fez os contratos dos submarinos do Portas! Porque não recorreram ao “melhor advogado do país”, o mesmo que, segundo o Álvaro disse, elaborou o protocolo com o União? Parece não haver dúvidas que querem queimar mais dinheiro na resinagem!

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