CMMG

Há quem esteja a fazer planos para o fim do mundo que os Maias previam poder ocorrer em 21 de Dezembro deste ano. Apesar de nada existir que possa prever que isso vá acontecer, estamos convencidos que há cá na terra quem acredite nisso. Pelo que temos visto ser a actividade da câmara, estamos convencidos que por lá há muitos que acreditam que estamos a poucos dias do fim do mundo. A falta de planeamento, a ausência de qualquer preocupação pelo facto das obras no centro estarem já além do prazo que deviam estar concluídas, a falta de ideias para dar ocupação ao que está a ser construído são indícios de que existe mesmo a convicção que não iremos passar deste ano, daí que sintam que não existe necessidade de se preocuparem com este tipo de coisas! O problema estará quando, no dia 22, o mundo não tiver acabado e começar a ser necessário arranjar alguma espécie de justificação para aquilo que não tem sido feito. Uma coisa parece ser segura, o mundo pode não vir a terminar este mês mas para a terra há muito que parece que o fim do mundo chegou!


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4 comentários

  1. Para o comércio local, o fim do mundo começou há uns anos. Começou quando cortaram o transito no centro da Marinha. Agora o Dr Álvaro tem apenas dado continuidade.

  2. O fim do mundo acontece todos os dias para alguns.
    Mas têm razão. A culpa é sempre dos outros e particularmente desta Câmara, que como as anteriores, são uma desgraça. Fizessem o que deviam e há muito tempo teriam contratado especialistas de marketing e estrategas de mercado para dizer aos comerciantes como devem governar a sua vida.
    Ensiná-los a remodelar as lojas e os produtos de acordo com os estudos de mercado e as tendências; estudar-lhes novos horários de funcionamento de acordo com os padrões do público que se pretende volte a comprar ea divertir-se por ali; dar subsídios para os comerciantes poderem contratar empregados que funcionem durante mais tempo e em dias mais convenientes; pagar-lhes a formação adequada; arranjar estacionamento para os donos das lojas e os empregados ficarem durante o dia com vista para os popós e contratarem porteiros fardados para estacionarem conveniente e gratuitamente os carros dos clientes; transformarem aquelas ruelas pedonais que circundam o centro histórico, que passaria a designar-se também de “Casco Viejo” em alamedas atraentes, tipo Champs Elisés ladeadas de magnificas lojas, cervejarias, cafés, restaurantes, bares, tasquinhas com sopa do vidreiro e bolo de pinhão, e tudo à novayorquina e à francesa; colocarem néons, painéis em várias línguas com publicidade aos eventos diários oferecidos pela Câmara e aos programas da Casa da Cultura, dos museus, das galerias e da Resinagem; passadeiras rolantes onde se justifique; um ou mais elevadores panorâmicos onde na base e no cimo se possa degustar chocolate quente ou granizado conforme a época, gratuito, claro, ou licores e produtos da região e de onde se possa apreciar toda a azáfama do centro histórico. Animação, muita animação, teatros de rua, palhaços, entertainers para crianças, jovens e adultos, grupos musicais, etc…
    Mas quê? Esta Câmara não faz nada. Estão a guardar o dinheiro para gastar mais próximo das eleições. Mas quando gastarem, oxalá que seja nisto de ajudarem os comerciantes, para que não seja em vão todo o esforço, a coordenação e a dedicação que eles têm dispendido para fazerem sobreviver o seu comércio. Se não, ah é? Pois lixem-se os marinhenses que não merecem tanto esforço, e vão comprar em Leiria ou nos quintos dos infernos, se quiserem!

  3. Não era preciso isso tudo, mas uma ou outra coisa podiam ter feito. Olhe gosto da ideia da animação com palhaços, se têm colocado os politicos na rua estava resolvido.

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